sábado, 15 de junho de 2013

COUNTRY ROCK - WIDSITH - Make of Song - 1972


Widsith foi uma pérola formada pela dupla Bob Teer e Ed McCafferty do começo da década de 70, em Nova Jérsei. O duo lançou apenas um único álbum em 1972, pela Alithia. Foram lançadas pouquíssimas cópias, tornando esse raro registro do country rock americano disputado pelos colecionadores.
O disco Make of Song trazia um som bem simples e rural do começo ao fim, com letras hippies e alguns toques psicodélicos e folk, típicos de bandas americanas da época. Destaque para algumas boas passagens da guitarra e
gaita de boca.
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New Jersey duo of Bob Teer and Ed McCafferty. Released 1972. Dreamy Folk-Psych performed on guitars. Occasional flute, congas, sax, piano and drums.
Popsike

Bob Teer
Ed McCafferty

The Mighty Owl 3:16
Climb On 3:45
A Child's Father's Song 3:59
Dazey Me 3:23
Rainfoot's Carnival 4:38
Mulberry Hill 3:19
The River 3:20
Rust in the Rain 3:15
Scylla 2:43
Singer in the Marketplace 5:24

sexta-feira, 14 de junho de 2013

JAZZ ROCK - PSI - Horizonte - 1977


Obscura pérola alemã formada em 1975, na cidade de Hessen. O grupo lançou apenas um disco com som típico das bandas de jazz rock/fusion alemães, lembrando principalmente Passport e Kraan, com alguns toques experimentais de Krautrock. Conta com ótimos músicos (destaque principal para órgão, guitarra e sax) e bons e complexos) arranjos durante todo o tempo.
Ótimo disco, recomendado para todos os fãs de fusion.
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Psi won't be the best word: one album, one expression, soft complexity in a singular fashionably sense, a rarity and an individuality. If there is however something to demonstrate regarding that, it's that music counts and that the particular can mean much more than expected - at least in a contrast with the popular, the enlarged, the characteristic. Strong tone, mature consciousness and interesting spur - that makes it recommended.
Prog Archives

Revisão em Português - ThinkFloyd61


Bodo Feldmann (bass, vocals)
Matthias Frey (keyboards, synthesizer, vocals)
Volkmar Zimmermann (guitar, vocals)
Robert Jahn (drums, percussion, vocals)
Wilfried Kunkler (tenor saxophone, horns, percussion, vocals)

Unter der Schürze liegt die Würze 2:27
Bettgeräusche 5:26
Horizonte 7:28
Elektrisch Kall-Heinzje 5:02
Urschrei 2:04
Breikopf 8:35
Drall / Arkadash 9:25


quarta-feira, 12 de junho de 2013

SYMPHONIC PROG/PSYCH - RADIOMÖBEL - Gudang Garam - 1978


Radiomöbel foi uma banda sueca formada na cidade de Lund. O grupo lançou 2 discos na segunda metade dos anos 70, com destaque para o segundo, Gudang Garam, de 1978. O som passavam pelo rock progressivo sinfônico, space, rock psicodélico e contava ainda com passagens de folk e rock in opposition (RIO), lembrando o som do Camel e VDGG. Destaque para a guitarra, teclado e bateria, que são fantásticos no disco.
Pérola altamente recomendada para todos os fãs de rock, principalmente space e progressivo!
Novo Link
Composto de 8 músicas que passeiam entre o rock progressivo, space rock, rock psicodélico lotados de moogs, hammonds e guitarras. Esse clima instrumental culmina na suíte de quase 16 minutos chamada Fasa. Atenção para algumas sequências de teclados na linha do melhor Krautrock alemão e alguns toques progressivos de bandas britânicas dos anos 1970. Muito difícil de comparar este grupo com algum já existente. Uma pérola do progressivo sueco.
Esquina do Rock

- Göran Andersson / bass
- Carin Bohlin / vocals
- Andrus Kangro / guitar
- Richard Moberg / keyboards
- Mikael Skoog / drums

Gudang Garam (0:08)
Höstsång (6:48)
Fasa (5:50)
E-Matt (9:44)
Vaggvisa (3:47)
Kylle (0:47)
Flugornas Morgon (15:38)
Finalen (1:27)



segunda-feira, 10 de junho de 2013

HARD ROCK - SOCRATES DRANK THE CONIUM - On The Wings - 1973



Socrates Drank the Conium foi uma pérola grega, formada na capital Atenas em 1969. considerada uma das melhores da década de 70 do país, junto com Aphrodite's Child e outras. Lançou três discos com esse nome e depois mudaram para Socrates, lançando outros álbuns na segunda metade da décade e anos 80. O grupo se reuniu em 1999 como quinteto e lançou o disco Live '99, de lá pra cá o Socrates tem feito shows na região.
O grupo tinha um som caracterizado como progressivo nos dois primeiros álbuns, mas que mudou no último disco deles, On the Wings, de 1973. O antigo trio adicionou mais um guitarrista e lançou o álbum com muitas influências de bandas consagradas do hard rock britânico como o Led Zeppelin e Cream. Alguns toques de blues e progressivo também estão presentes. Destaque para as guitarras, com ótimos riffs e a agressiva bateria.
Pérola altamente recomendada para todo fã de hard setentista!
Link (The Music Weaver)
Either way Socrates Drank the Conium was a way kick ass Hard Rock/Prog outfit from the early 70's. The strength here lies in the biting guitar tones and absolutely stunning drum finesse exhibited here. Weird off kilter time signatures and rhythms collide with just gut punching rock riffs to form a solid album.

Αντώνης Τουρκογιώργης [Antonis Tourkoyorgis] (bass, vocals)
Κώστας Δουκάκης [Gus Doukakis] (guitar)
Γιώργος Τρανταλίδης [Giorgos Tradalidis] (drums)
Γιάννης Σπάθας [Yannis Spathas] (guitar)

1. "Who Is To Blame" — 3:47
2. "Distruction"[sic] — 4:32
3. "Naked Trees" — 5:00
4. "Death Is Gonna Die" — 3:33
5. "This Is The Rats" — 2:49
6. "Lovesick Kid's Blues" — 2:50
7. "On The Wings Of Death" — 3:25
8. "Breakdown" — 3:04
9. "Triping In A Crystal Forest"[sic] — 1:49
10. "Regulations ( If I Were A President )" - 2:40




domingo, 9 de junho de 2013

JAZZ ROCK - RAIZ DE PEDRA - Trajetória - 1984



Grupo formado em Porto Alegre, no ano de 1980. A banda lançou 2 discos nos anos 80, sendo Trajetória, de 1984, o primeiro do grupo e foi relançado só em 2008, com faixas bônus. O segundo, foi gravado ao vivo, em 1987.
Raiz de Pedra trazia um som muito influenciado pelo jazz rock/fusion e som experimental de grupos europeus e nacionais e pela música popular brasileira, contando com ótimos arranjos e composições. As letras são todas em português.
Grande Pérola do jazz fusion nacional, altamente recomendado!
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Influenced by a wide scope of music from King Crimson to Jan Garbarek and of course Brazilian Masters like Egberto Gismonti and Hermeto Pascoal...I can wholeheartedly recommend this album to any Prog / RIO/ Jazz-Rock fan, as they will surely not only enjoy it, but also discover a new world of music, which surely deserves to be heard.
Rate Your Music

Cezar Audi-bateria e percussão
Ciro Andrade-baixo
Marcelo Naduz-Piano acústico
Márcio Tubino-sax alto,flautas
Pedro Tagliani-guitarra,violão e vocal

01 - Prisma (Raiz de Pedra)
02 - Quatro cores (Eclair de Souza)
03 - Trajetória (Pedro Tagiani)
04 - Movimento (Marcelo Nadruz)
05 - Carnaval dos aflitos (Raiz de Pedra)
06 - Céu, espelhos e cristal (Ciro Monteiro - Antônio Meira)
07 - Alameda das orquídeas (Pedro Tagiani)
08 - Cavalgada (Marcelo Nadruz)
09 - De passagem (Cesar Audi - Marcelo Nadruz)



sábado, 8 de junho de 2013

FOLK ROCK - CANO - Tous dans l'même bateau - 1976



Pérola canadense formada ao norte da província de Ontário, no começo dos anos 70, numa comunidade hippy chamada CANO (Cooperative Artistes du Nouvel Ontario) que tinha além de músicos, pintores, atores, escritores, etc. A banda lançou vários discos na segunda metade da década e nos anos 80, sendo os primeiros mais focados no folk/prog e os últimos tinham tendência mais comercial.
O primeiro disco Tous dans l'même bateau, de 1976, traz basicamente música folk francesa-canadense, com pitadas de rock progressivo e country rock (violino e gaita), os vocais são masculinos e femininos e todos em francês.
Recomendado para fãs de folk/country rock
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''Tous Dans L'Meme Bateau'',released in 1976,was a mix of pleasant Folk tunes with more intricate pieces of Folk Rock music,like the dark opener ''Viens nous voir'',featuring beautiful violins and acoustic guitars accompanied by the poetic performance of Paiement.
Prog Archives

- Marcel Aymar / voice, acoustic guitar,Turkish cymbals
- David C. Burt / electric guitars, harmonica
- Michel Dasti / drums, percussion
- John Doerr / bass, synthesizer, trombone, electric piano
- Michel Kendel / grand piano, bass, electric piano
- Wasyl Kohut / violin, mandolin & Seagulls
- Rachel Paiement / voice, acoustic guitar, percussion
- André Paiement / voice, acoustic guitar

Viens nous voir (8:37)
Dimanche après-midi (3:40)
Pluie estivale (2:51)
Le vieux Médéric (3:00)
Les rues d'Ottawa (3:45)
En plein hiver (9:25)
Chanson pour Suzie (1:00)
Baie St. Marie (9:12)




quinta-feira, 6 de junho de 2013

ACOUSTIC FOLK - FEO - Eg Meini Ted - 1971



Pérola rara do folk nórdico, Feo se formou na Dinamarca em 1970 somente por pessoas cegas ou com problemas de visão! Lançaram dois álbuns, com destaque para o primeiro: Eg Meini Ted.
O som era na maioria acústico, contando com alguns momentos psicodélicos e progressivos. A flauta de T. Andersen domina o instrumental, junto com o violão e violino e o uso da língua local, classificam o Feo como folk. As músicas são na maioria curtas, e tem alguns bons arranjos.
Pérola recomendada!
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Feo was an acoustic band formed in an institution for blind people: all members are blind or visually impaired. They play a kind of progressive folk music.
Their material, all self-composed, is quite diverse, the singing excellent and overall this is an interesting record with an atmosphere of its own.
Tyme Machine

Flemming Nørgaard (bass)
Rudi Albertsen (vocals)
Sune Durhuus (guitar)
Thorkild Blond Andersen (flute)
Mikkel Bayer (violin)

1. Eg Meini Ted
2. Bjergfyr (Mountain Pine)
3. April*
4. Maj*
5. Juni*
6. Rundgang (Turnaround/Progression)
7. Drømmen (the Dream)
8. Bedstemor (Grandma)
9. Os (Us)
10. Mosen (the Bog)
11. Sisdyrdans (Sis-animal Dance)
12. Undren (Wonder)
13. Eg Meini Ted II



segunda-feira, 3 de junho de 2013

JAZZ ROCK - FLAMENGO - Kuře v Hodinkách - 1972


A banda Flamengo foi uma das primeiras bandas Tchecas, hoje é considerada um "lenda" no rock do país. Se formou em 1966 na capital Praga voltando seu som para Beat rock e lançou alguns singles na época. Após mudanças na formação e principalmente com a chegada do vocalista Vladimir Misik, a banda passou a se dedicar ao jazz fusion, lançando seu único álbum no ano de 1972, pela Supraphon e se acabando no meio dos anos 70. O disco Kuře v Hodinkách foi relançado várias vezes desde os anos 90, incluindo versões com faixas bônus.
Kuře v Hodinkách traz um brass/ jazz fusion muito legal de se ouvir, com características que dão um toque a mais para o álbum, principalmente pela língua nativa e ótimos riffs de saxofone presentes, em dueto com a flauta. Contêm também algumas passagens voltadas para o folk e outras mais "agressivas" para o hard rock/prog, principalmente quando o órgão aparece.
Pérola quase desconhecida para nós brasileiros, mas um prato cheio para fãs de Jazz rock/fusion.
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ProgArchives


Jan Kubik (saxofone, flauta, clarinete, vocal)
Pavel Fort (guitarra, vocal)
Ivan Khunt (órgão, vocal)
Vladimir Guma Kulhanek (baixo, vocal)
Jaroslav Erno Sedivy (bateria)
Vladimir Misik (violão, vocal)

1. Kure V Hodinkach (Introdukce) / Chicken In The Watch (Introduction) (2:30)
2. Rám Prístích Obrazu / Frames Of Future Pictures (4:00)
3. Jenom Láska Ví Kam / Only Love Knows Where (2:55)
4. Já A Dým / Me And The Smoke (4:55)
5. Chvíle Chvil / Moment Of The Moments (4:20)
6. Pár Století / Some Centuries (6:30)
7. Doky, Vlaky, Hlad A Boty / Dockyards, Trains, Hunger And Shoes (4:30)
8. Stále Dál / Further On (3:15)
9. Kure V Hodinkach / Chicken In The Watch (5:30)



domingo, 2 de junho de 2013

FUSION/ZEUHL - LAGGER BLUES MACHINE - Same - 1972



Obscuro sexteto vindo da Bélgica, foi formado no fim dos anos 60 na cidade de Itterbeek. O grupo conseguiu lançar dois álbuns no seu curto período de existência, se acabando alguns anos depois do segundo disco, em 1975. Em 1994, os dois discos foram relançados pela gravadora italiana Mellow record.
Lagger Blues Machine tinha um som muito influenciado por bandas da Canterbury Scene como Soft Machine e francesas como Moving Gelatine plates e Magma, sendo, então, classificada como do movimento Zeuhl belga. O segundo disco, de 1972, é considerado o melhor do grupo e traz cinco longas faixas (menos Tanit) na maioria instrumentais com predominância do Jazz fusion, progressivo e também de rock in opposition/zeuhl. Um disco sólido e complexo, com muitas boas passagens de sax e flauta, destaque também para o órgão, que tem longos solos por aqui. Destaque para as duas partes da faixa Symphonie, somando 27 minutos.
Pérola altamente recomendado para fãs de RIO e Fusion!
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Heavy instrumental prog with very fractured material. The quality of the music is ultra-consistent. This is a style that was used somewhat frequently in the progressive genre, and can certainly be an aquired taste. Self-titling this album is also a bit misleading, as there is scant reference to anything like the blues on here, but this can be forgiven considering the appeal of the music. This album was a gift, and I will treasure it.
Rate Your Music

- Christian Duponcheel / organs
- Jean-Luc Duponcheel / drums
- Jose Cuisset / guitar
- Michel Maes / bass guitar
- Vincent Mottouille / organs
- Carmelo Pilotta / flute, saxophone

1. Symphonie - Part 1 (13:57)
2. Darknessly (6:58)
3. Tanit (1:03)
4. Symphonie - Part 2 (13:23)
5. Born to be alone on a white desert island (8:59)



sábado, 1 de junho de 2013

PSYCH/PROG - Anonima Sound Ltd. - Red Tape Machine - 1972


Grupo criado como trio em 1964 com o nome de Anonima Sound e sendo uma banda de Beat/pop, mudou o nome para Anonima Sound Ltd. em 1970, após a saída do guitarrista Ivan Graziani e também seu som, tendo mais foco para o psicodélico e progressivo/folk. A partir daí teve 7 integrantes, incluindo um americano e dois ingleses. Realizaram um EP e um disco: Red Tape Machine, em 1972. Não conseguindo sucesso, o grupo logo se desfez.
A banda era muito influenciada pelo som britânico, principalmente pelo Jethro Tull, tendo todos os vocais em inglês e lembrando pouco o som das bandas italianas da época. Trazia um som psicodélico, passando várias vezes pelo progressivo (flauta e teclados).
Pérola longe de ser uma "Obra-prima" do rock italiano, mas tem algumas boas passagens.
Link (Cun Cun Revival)

The prog element on this album is minimum, actually i wouldn`t call it prog myself, the music is not bad at all, but as i said above there is nothing original here and being an Italian band, the fact that they dont show any RPI flavour makes me being dissapointed of it. I definitely dont recommend it to fans of Italian prog, and actually i hardly recommend it to any prog fan, 2 stars for me.
Prog Archives

- Piero Cecchini / bass, vocals
- Lamberto Clementi / guitar
- Peter Dobson / guitar
- Velio Galazzi / drums
- Richard Ingersoll / vocals, flute
- Massimo Meloni / guitar, vocals
- Claudine Reiner / vocals, percussion

1. The Red Tape Machine (5:24)
2. The Last Debutante (5:12)
3. Window On The City (4:10)
4. Metro Song (4:57)
5. Dog's Life (4:13)
6. Triangle (7:00)
7. Freedom (3:19)
8. The Roofer (4:34)