quinta-feira, 31 de outubro de 2013

FOLK ROCK - Tír na nÓg - Same - 1971

Pérola formada em Dublin, na Irlanda, no fim da década de 1960. O Tír na nÓg é uma dupla constituída pelos multi-instrumentistas Leo O'Kelly e Sonny Condell e lançaram 3 álbuns durante o começo da década de 70. A banda está ainda fazendo shows pelo país, após uma pausa de mais de 10 anos (1974-1985) quando os dois seguiram na carreira solo ou formaram algum outro grupo. Os caras são da "primeira geração" do folk rock progressivo europeu e, apesar de não ter conseguido alcançar muito sucesso ou fama, influenciaram muitos nomes da época e chegaram a abrir para importantes bandas como Jethro Tull, ELP e The Who.
Posto aqui o álbum de estreia, o homônimo Tír na nÓg, de 1971. Traz 13 curtas faixas com ótimo folk rock irlandês "contemporâneo", contando ainda com pitadas de rock progressivo, são na maioria acústicas e com presença majoritária de violão, mas outros instrumentos "atípicos" do rock ainda aparecem, como tablas, dulcimer, Tin whistle (flauta) e até harpa. Os arranjos são complexos e o vocal é bastante agradável e encaixa bem nas canções. Lembra em momentos grupos como The Incredible String Band, Pentangle ou Woods Band.
Uma pérola muito boa de escutar de vez em quando, altamente recomendado para fãs de rock acústico e folk.
Link (Plixid) / Link 2

Pearl formed in Dublin, Ireland, in the late 1960s. Tír na nÓg is a duo made ​​up of multi-instrumentalists Leo O'Kelly and Sonny Condell and released three albums during the early 70's . The band is still touring the country. The guys are the of "first generation" of European folk and progressive rock, although they didn't achieve much success, influenced many names of the era and reached important opening for bands like Jethro Tull , ELP and The Who
Post here the debut album , the eponymous Tír na nÓg, of 1971 . Features 13 short tracks with great contemporary Irish folk rock and we also have hints of progressive rock. Acoustic guitar is the instrument with major presence, but others "atypical" in rock still appear as tablas, dulcimer, Tin whistle (flute) and even harp. The arrangements are complex and the vocals are quite nice and fits well in the songs. Remember at times groups like The Incredible String Band, Pentangle or Woods Band .
A pearl very good to hear sometimes, highly recommended for fans of acoustic and folk rock.


Info & Reviews: Wikipedia / Irish Rock

Sonny Condell - vocal, violão, moroccan pottery drums, tablas, harpa
Leo O'Kelly - vocal, violão, dulcimer, baixo, tin whistle

1. Time Is Like A Promise (2:56)
2. Mariner Blues (4:12)
3. Daisy Lady (2:21)
4. Tír Na Nóg (5:20)
5. Aberdeen Angus (1:50)
6. Looking Up (4:51)
7. Boat Song (3:24)
8. Our Love Will Not Decay (3:04)
9. Hey Friend (3:01)
10. Dance Of Years (3:50)
11. Live A Day (3:04)
12. Piccadilly (5:35)
13. Dante (2:56)



terça-feira, 29 de outubro de 2013

PSYCHEDELIC ROCK - DREAM - Get Dreamy - 1967



Dream foi uma pérola norueguesa de vida curta, o grupo foi formado em 1967 na capital Oslo, na onda do rock/pop psicodélico dos anos 60 e lançou apenas um álbum no mesmo ano até acabar em 1969. A banda foi uma das primeiras do conhecido guitarrista e, nessa banda, vocalista Terje Rypdal, além dele completavam o grupo o pianista, tecladista e organista Christian Reim, o baterista Tom Karlsen e Hans Marius Stormoen, no baixo.
O disco Get Dreamy, de 1967, traz uma boa e típica psicodelia do fim dos anos 60, claramente influenciado por bandas inglesas e americanas da época, além do rock psicodélico existem algumas passagens mais voltadas ao jazz, pop, blues, rock de garagem e até soul. Destaque para a parte instrumental, principalmente nas passagens de guitarra fuzz e órgão Hammond. O vocal agrada em alguns momentos, as canções são todas em inglês.
No geral, uma boa pérola, recomendada principalmente para fãs de rock psicodélico dos anos 60.
Link (Blog Tyme Machine)

Dream was a short-lived norwegian pearl, the group was formed in 1967 in the capital Oslo, influenced by pop/rock psychedelic bands of '60s. Released only one album in the same year until the end in 1969. The band was one of the earliest of the known guitarist and vocalist Terje Rypdal, beyond the group completed the pianist, keyboardist and organist Christian Reim, drummer Tom Karlsen and bassist Hans Marius Stormoen.
The disc Get Dreamy, 1967, brings a good and typical psychedelia of the late '60s, clearly influenced by British and American bands of the era, some passages are more focused on jazz, pop, blues, soul and garage rock. Emphasis on the instrumental part, especially in passages of fuzz guitar and Hammond organ. Pleasing vocal at times, the songs are all in English.
Overall, a good pearl, mainly recommended for fans of '60s psychedelic rock.


Mais informações ou revisões/ More info or reviews: Psychedelic Baby & Tyme Machine

Terje Rypdal - guitarra, vocal
Christian Reim - piano, órgão, vocal
Tom Karlsen - bateria, percussão
Hans Marius Stormoen - baixo

Green Things (From Outer Space) 3:16
Emptiness Gone 2:27
Ain't No Use 8:22
Driftin 3:04
I'm Counting On You 3:06
Night Of The Lonely Organist And His Mysterious Pals (Instrumental) 5:46
You 2:22
You're Right About Me 2:44
Hey Jimi 2:58
Do You Dream 2:08



domingo, 27 de outubro de 2013

PROG/PSYCH ROCK - AMPHYRITE - Same - 1973

Obscura pérola francesa formada em Lyon no ano de 1972. O trio Amphyrite lançou só um raríssimo álbum em 1973 com apenas 200 cópias, que foi relançado em 2003 e 2010, novamente com um número limitado de cópias. Sem conseguir sucesso a banda acabou no fim do mesmo ano.
O homônimo de 1973 traz uma típica mistura da época de rock psicodélico "fuzado" e ácido com elementos do progressivo e alguns momentos mais pesados e experimentais. Todas as 7 faixas são instrumentais, há presença do básico trio guitarra/bateria/baixo, contando com alguns bons solos de cada.
Nada extraordinário ou muito diferente, mas alguns bons jams podem ser ouvidos. Pérola recomendada para quem gosta de rock instrumental e psicodélico dos anos 70.
Link (Blog Oldish Psych Prog)

Obscure French pearl formed in Lyon in 1972. The trio Amphyrite launched only an extremely rare album in 1973 with only 200 copies, which was reissued in 2003 and 2010, again with a limited number of copies. Without achieve success the band disbanned at the end of the same year.
The eponymous brings a typical mix of fuzz psychedelic and acid rock, with elements of progressive rock and some heavier and experimental moments. All 7 tracks are instrumental, with presence of the basic trio guitar/drums/bass, with some good solos each.
Nothing extraordinary or very different, but some good jams can be heard. Pearl recommended for those who like instrumental and psychedelic rock '70s.


Info & Reviews: RYM

Guy Descombe (guitarra)
Christian Copier (bateira)
Bernard Farant (baixo)

1 Oasis Boogie 5:40
2 Moppie 4:35
3 Guinche 9:06
4 Bric à brac 4:40
5 Euquimod 4:00
6 Folie foll 5:10
7 Symphonie pour 3 œufs brouillés 3:29


sábado, 19 de outubro de 2013

OPERA ROCK - NIEBIESKO-CZARNI - Rock-Opera "Naga I" - 1972


Pérola polonesa formada em 1962 na cidade de Gdańsk, o Niebiesko-Czarni começou como banda de beat rock, com pegadas de pop psicodélico, típico da época. O grupo lançou quatro LPs da década de 60, mas em 1972 lançaram os seus dois melhores discos: Naga (em português Nu) I e II. Foi também o primeiro de ópera rock polonês e talvez de todo o leste europeu. Infelizmente a banda se acabou alguns anos mais tarde, em 1976; dos anos 90 pra cá o grupo se reúne de tempos em tempos para alguns shows no país de origem.
Apesar de ser considerado opera rock, o álbum conta com vários outras influências, como rock progressivo, jazz fusion, funk e pop rock europeu. No instrumental, destaque para o predominante órgão e algumas passagens de flauta, sax e guitarra. Ótimo vocal (masculino e feminino), apesar das letras serem todas na língua local, os discos contam ainda com a presença dos cantores Stan Borys e Ada Rusowicz, além de Wojciech Korda.
Boa pérola, recomendado para fãs de opera rock.
Link (faixa a faixa) ou Link2

Pearl formed in 1962 in the Polish city of Gdańsk, Niebiesko-Czarni started as a band of beat rock and psychedelic pop, typical of the era. The group released four LPs during the 60s, but in 1972 launched their best two albums: Naga (Naked) I and II. It was also the first polish opera rock and perhaps throughout Eastern Europe. Unfortunately the band disbanded just a few years later, in 1976.
Although considered rock opera, the album has several other influences, such as progressive rock, jazz fusion, funk and Europe pop rock. In instrumental, highlight for the predominant organ and some passages of flute, sax and guitar. Great vocals (male and female), even though the lyrics are all in the local language, the discs also feature the presence of singers Stan Borys and Ada Rusowicz, and Wojciech Korda.
Nice pearl, recommend to all opera rock fans.

Ada Rusowicz - vocal
Wojciech Korda - vocal
Estado Boris - vocal
Zbigniew Podgajny - piano, órgão Hammond
Janusz Poplawski - guitarra
Andrzej Pawlik - baixo
Wieslaw Żakowicz - saxofone
Andrew Nebeski - bateria
Marek Ślazyk - bateria

A1 Uwertura (Overture)
A2 Wyspa ślepych ptaków (The Island of the Blind Birds)
A3 Naga (Naked)
A4 O nagiej prawdzie słuchaj pieśni (Listen the Song of the Naked Truth)
A5 Ślepcy (Blindmen)
B1 Widziałem go (I Saw Him)
B2 Narodził się nam nowy Bóg (The New God Is Born)
B3 Song przeciwieństw (A Song of the Oppositions)
B4 Na pagórkach ciszy (On the Hills of the Silence)
B5 Ziemi puls (The Pulse of Earth)
B6 Czekałam na Ciebie tysiąc lat (I've Been Waiting For You For A Thousand Years)
B7 Ogród pełen róż (The Garden Full of Roses)



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

SYMPHONIC PROG - HOBO - Same - 1975

O Hobo foi uma pérola formada em Zagreb, em 1972, na antiga Iugoslávia e atual capital da Croácia pelo tecladista Mato Došen. O grupo chegou a aparecer no disco Boom '74, com várias bandas da região e abrir para o Deep Purple em 1975. No mesmo ano os caras lançaram seu único e raro álbum, o homônimo Hobo. Sem conseguir sucesso a banda se separou no mesmo ano e Došen acabou formando o Izazov.
O som dos caras é um típico progressivo, com faixas na maioria curtas e com influência de jazz fusion, pop rock europeu e com momentos mais voltados ao progressivo eletrônico e sinfônico, isso por causa do uso excessivo de teclados, moog e piano. A boa presença de violino elétrico, percussão e letras em croata também marcam. Destaque para as faixas Srebro, Sretan Kraj e Dijete.
Nada excepcional, mas um bom álbum para fãs de progressivo sinfônico e eletrônico.
Link (Blog Jugo Rock Forever)

ProgArchives

Mato Dosen (piano elétrico, moog, sintetizador, guitarra)
Josip Belamaric (violino elétrico, vocal)
Sasa Cavric (baixo, vocal)
Boris Trubic (congas, percussão, vocal
Mladen Garasic (bateria, vocal)

A1 Druženje 3 1:50
A2 Prijatelju 3:25
A3 Dijete 5:35
A4 Sretan kraj 2:50
A5 Raskršće 2:40
B1 Postajem lud 2:45
B2 Srebro 6:50
B3 Ha-de-ho 3:20
B4 Čuj me 2:00



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

HARD ROCK - GRUPA SOS - Tražim / Magnovenje - 1974



Vinda da atual região da Sérvia, o Grupa SOS foi uma ótima pérola perdida no tempo. O grupo foi formado em 1972 em Belgrado na antiga Tchecoslováquia e lançou uma série de compactos, mas nenhum álbum durante os 6 anos de atividade. Após o fim, em 1978, alguns antigos membros formaram o Riblja čorba, importante banda do país durante os anos 80.
Posto o segundo single do trio, com as músicas Tražim e Magnovenje, ambas trazendo ótimo hard rock, muito influenciado pelos grandes nomes da época e com boa presença de guitarra e bateria, as letras são todas em sérvio. Uma banda com muita qualidade e que tinha potencial para gravar um bom álbum na época. Recomendado para conhecer.

Miroslav Aleksić Miša (baixo, vocal)
Dragan Štulović Štuks (guitarra)
Stevan Stevanović Stiv (bateria)

A - Tražim
B - Magnovenje



ROCK - TERUSI - Vrati se / Živim u svom svijetu - 1975


Mais uma pérola da antiga Iugoslávia, o Terusi foi formado em Tuzla, atual cidade da Bósnia e Herzegovina na metade da década de 60 como banda de pop/beat rock, apesar de conseguir certa popularidade na região o grupo nunca chegou a lançar um álbum, apenas dois compactos em 1975 e 1976 até acabar em 1978.
Seu primeiro single conta com as músicas Vrati se e Živim u svom svijetu, contendo um simples rock clássico, com algumas influências de hard e progressivo. Boa presença de guitarra e teclado e vocal em croata/sérvio marcam o som dos caras. Legal para conhecer.

Besim Smajlović (vocal)
Miodrag Bato Kostić (guitarra)
Peđa Martinović (bateria)
Suad Džonlagić (teclado)
Zoran Paki (baixo)

A - Vrati se
B - Živim u svom svijetu



quarta-feira, 16 de outubro de 2013

PROGRESSIVE ROCK - MICHAL PROKOP & FRAMUS FIVE - Město Er - 1971


Pérola formada em Praga, na extinta Tchecoslováquia e atual capital da República Checa, o Michal Prokot & Framus Five (também conhecido como Michal Prokot & Framus 5; The Framus Five ou 5, etc.) iniciou as atividades no começo da década de 1960 com o vocalista e guitarrista Michal Prokop. Esse grupo tem muita história: lançou dois LP na "primeira fase" até se separar em 1971, após o lançamento do álbum que posto aqui, mas voltou em 1978, lançando mais quatro álbuns nessa volta até parar novamente em 1990. A partir de 2000 os caras voltaram novamente a estrada e estão até hoje na ativa, apresentando algumas coletâneas, DVDs e o mais recente disco de estúdio: Sto roků na cestě, de 2012. Em todo esse tempo já passaram mais de 30 músicos no seu line-up, com destaque para o guitarrista Luboš Andršt (do Jazz Q e Energit) e o violinista Jan Hrubý (da banda de Vladimír Mišík, etc.), mas o único que se manteve em todas as fases foi Prokop.

Como disse antes, posto aqui o segundo disco deles: Město Er, de 1971, sendo relançado apenas em 1999 em CD com algumas faixas bônus. Após um som mais voltado ao blues e R&B no primeiro registro de 69, a banda de Michal Prokop resolveu voltar seu som ao rock progressivo, com influências de jazz fusion e até alguns momentos de rock psicodélico. Seu som, assim como de quase todos os álbuns do leste europeu, é único e muito diferente do que se ouve nas bandas americanas e inglesas, conta com instrumental excelente, músicos de muita habilidade, vários solos de teclado, órgão e guitarra e também ótimo trabalho na "cozinha", principalmente na bateria marcam as músicas. As letras são todas em tcheco e, segundo revisões da internet, são interpretações de poemas tradicionais do país. Apesar de ser um álbum muito sólido, o destaque fica para a única faixa do lado A e que leva o nome do LP: a incrível Město ER, com seus 19 minutos.
Ótima pérola, altamente recomendada para fãs de rock progressivo.
Link

Pearl formed in Prague in the former Czechoslovakia and the present capital of the Czech Republic , the Prokot Michal & Framus Five (also known as Prokot Michal & Framus 5 , The Framus Five or 5 , etc.) Began its activities in the early 1960s with vocalist and guitarist Michal Prokop . This group released two LP in the " first phase " until disbanding in 1971, but returned in 1978 , releasing four another albums until stop again in 1990 . Since 2000 the guys are back on the road again and are until today in active, presenting some compilations , DVDs and latest studio album : Sto Roku in Ceste , 2012. In all this time has passed more than 30 musicians in their line-up, especially the guitarist Luboš Andršt (Jazz Q and Energit) and violinist Jan Hrubý ( Band Vladimír Mišík, etc.).
Post the second disc of them here : Město Er , 1971 , being re-released on CD only in 1999 with some bonus tracks . The Michal Prokop's  band decided to return to progressive rock sound with influences od jazz fusion. Their sound , like almost all albums from Eastern Europe, is unique , instrumental features excellent musicians skill , various keyboard , organ and guitar solos and also great work on the drums/bass. The lyrics are all in Czech and according to reviews of the internet , are interpretations of traditional poems of the country . Despite being a very solid album, the highlight is the only track on the A side and takes the name of the LP: the incredible Město ER , with its 19 minutes.
Great pearl, highly recommended for fans of progressive rock .

Info: Prog Archives - Site Oficial

Michal Prokop (vocal, guitarra)
Ivan Trnka (piano, teclado)
Ladislav Eliás (baixo)
Lubos Andrst (guitarra)
Petr Klárfeld (bateria)

Convidados (incluindo nas faixas bônus):
Petr Hannig (órgão)
Karel "Káša" Jahn (bateria)
Petr Bezpalec (flauta)

1. Město ER (19:07)
2. Tys kámen (4:24)
3. Pláču (3:31)
4. Kapela (2:56)
5. Noc je můj den (4:57)
6. Perceptua (3:40)
Bônus (1999):
7 Modrá ryba 4:03
8 Co zbude z lásky 4:41

terça-feira, 15 de outubro de 2013

HARD PROG - PROGRESIV TM - Dreptul de a visa - 1973


Pérola romena formada em 1972 na cidade de Timișoara pelo baixista Ilie Stepan (quem também viria a formar o Pro Musica alguns anos mais tarde), o Progresiv TM foi um dos mais importantes grupos de rock do país nos anos 70. A banda lançou seu primeiro LP em 1973, após várias mudanças na formação os caras voltaram ao estúdio, onde gravaram seu segundo e definitivo álbum em 1979, com um som mais voltado ao rock pesado do que progressivo, como no primeiro. Infelizmente não conseguiram muito sucesso com esse LP e acabaram alguns anos mais tarde.
Dreptul de a visa, o primeiro trabalho de 1973 traz uma típica combinação de hard rock com forte influência de progressivo (heavy prog), conta com ótimo instrumental e arranjos, destaque para a guitarra e flauta, que lembra, como sempre, o Jethro Tull e também um pouco de bandas do prog italiano. Percebe-se ainda influencias do Deep Purple, na parte mais pesada. O teclado aparece de forma bem tímida e o baixo, mesmo que "secundário" nas músicas, merece atenção. As letras são todas em romeno.
No geral uma ótima pérola, recomendada para todos os fãs de rock progressivo.
Link

Pearl formed in 1972 in the Romanian city of Timisoara by the bassist Ilie Stepan, Progresiv TM was one of the most important rock bands of the country in the 70s . The band released their first LP in 1973 , after several lineup changes the guys returned to the studio , where they recorded their second and final album in 1979 , with a sound more geared to heavy rock than progressive, as in the first . Unfortunately not achieved much success with this record and ended a few years later .
Dreptul de a visa , the first 1973 work brings a typical combination of hard rock with a strong influence of progressive and has great instrumental arrangements, especially the guitar and flute, reminiscent Jethro Tull and also a bit of Italian prog bands . It is also noticed influences of Deep Purple in the heaviest part . The keyboard doesn't appear very much. The lyrics are all in Romanian.
Overall a great pearl, recommended for all fans of progressive 
rock .

Info & Reviews: Prog Archives

Harry Coradini - vocal
Ladislau Herdina - guitarra, vocal
Ilie Stepan - baixo
Gheorghe Torz - flauta
Mihály Farkas - piano, teclado
Hely Moszbrucker - bateira

1. Omul e valul (6:06)
2. Nimeni nu e singur (3:45)
3. Ruşinea soarelui (3:26)
4. Clepsidra (4:32)
5. Odatǎ doar vei rǎsǎri (3:29)
6. Va cǎdea o stea (4:21)
7. Dreptul de a visa - Poetul devenirii noastre (10:54)


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

HARD BLUES ROCK - RANMADOU - 1971 Summer - 1989



Pérola japonesa formada no começo de 1971 pelo guitarrista Eiryu Kou, que viria integrar o lendário Blues Creation após o fim desta banda. O Ranmadou teve uma carreira muito curta, mesmo assim o grupo conseguiu gravar dois álbuns até 1972, quando encerraram as atividades. Destaque para o primeiro: 1971 Summer, gravado ao vivo em 1971, mas lançado apenas em 1989, já em CD. Em 1972 foi lançado o auto-intitulado Ranmadou, do qual apenas 3 faixas estão presentes nessa apresentação ao vivo.
A gravação ao vivo traz 10 faixas de um poderoso, sujo e típico hard rock "bluseiro" da época, o clima psicodélico também aparece em alguns momentos. Eiryu Kou mostra toda sua qualidade na guitarra com intensos riffs e solos, bateria quebrando tudo e vocal rouco, ora em inglês, ora em japonês.
Uma tijolada, pérola altamente recomendada para fãs do "hardão setentista".
Link

Japanese pearl formed in early 1971 by guitarist Eiryu Kou, who would join the legendary Blues Creation after the end of this band. The Ranmadou had a very short career, yet the group managed to record two albums until 1972, when ended activities. Featured for the first: 1971 Summer, recorded live in 1971, but released only in 1989, on CD. In 1972 released the self-titled Ranmadou, of which only 3 tracks are present in this live performance.
This live recording brings 10 tracks of powerful, dirty and typical hard blues rock of the time, also have some psychedelic moments. Eiryu Kou shows his quality throughout intense guitar riffs and solos, crashing drums and husky vocal, sometimes in English, sometimes in Japanese.
Pearl highly recommended for fans of  70s hard rock.

Eiryu Kou (Guitarra)
Yukio Saruyama (Baixo)
Hisao Matsuyoshi (Vocais)
Toshirou Yashima (Bateria)

1 Hoochie Coochie Man 6:08
2 One Hundred Faces 7:12
3 Pair-Blues 2:54
4 One Handful of Blues 5:35
5 What For 5:15
6 All Day Long 4:35
7 Get Up for the Way Above 3:15
8 Crossword 3:06
9 Strange World 7:08
10 White Shoes 8:19