segunda-feira, 30 de junho de 2014

ROCK - MOONLIGHTS - Same - 1972


Pérola formada em Montevidéu, capital do Uruguai, em meados dos anos 60, liderados pelo guitarrista Gaston "Dino", que passou por vários grupos locais e lançou alguns discos solo. O quarteto Moonlights lançou dois LPs em 1972 e 76 e vários compactos, conseguindo certo sucesso no país.
Posto aqui o debut homônimo de 72, composto de 12 faixas curtas, que misturam rock clássico, com influências de beat/pop rock dos anos 60 e também ritmos latinos, como o Candombe. As letras são todas em espanhol, com alguns bons solos de guitarra e teclado. Destaque para as faixas "Sola por la Calle", "Vamos dulce Muchacha" e "Candombe IV".
Apesar de um pouco atrasado para a data e sem nada muito original, este disco pode ser uma boa audição para quem curte rock latino ou beat rock.
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Pearl formed in Montevideo, Uruguay, in the mid-'60s. The quartet Moonlights released two LPs in 1972 and 76 and several singles. Post here the eponymous debut of 72, composed of 12 short tracks that mix classic rock with influences from beat / pop rock of the 60s and also Latin rhythms like candombe. The lyrics are all in Spanish, with some good guitar solos and keyboard. Highlight tracks for "Sola por la Calle", "Let dulce Muchacha" and "Candombe IV". Although a little dated and with nothing very original, this album can be a good listening for those who enjoy Latin rock or beat.

Sergio Iriarte (guitarra, voz)
Gaston Ciarlo “Dino” (guitarra, voz)
Osvaldo Iriarte (baixo, vocal)
Yamandu Perez (bateria)
Jose Luis Musetti (teclado)

01 Muchacho salvaje y actual
02 Pasa la vida
03 Ya vino tu madre a molestarnos
04 No sufras amigo
05 Candombe IV
06 Hay hombres
07 Vamos dulce muchacha
08 Milonga de pelo largo
09 Sola por la calle
10 Credo
11 Algun dia regresara
12 El tiempo aquel

domingo, 29 de junho de 2014

SYMPHONIC PROG - PARTHENON - Mare Tenebris - 2005


Pérola formada na Venezuela em 1979 pelo baterista Juan Carlos Ballesta e o tecladista Robert Santamaria. O grupo Parthenon teve curto período de atividades e não lançou nada nesses poucos anos, se desfazendo logo em 1981 com a saída do baixista Victor Fiol para o Témpano e de Santamaria para o Amarok, já na Espanha. Passados mais de 20 anos, os dois fundadores refizeram a banda, com novos músicos e assim lançaram Mare Tenebris em 2005, na França e México, contando com novas versões para antigas composições do grupo e ainda três músicas bônus gravadas ao vivo em 1980 e 81.
O disco é composto por 8 faixas mais as 3 bônus, sendo várias longas. O estilo sinfônico do rock progressivo domina, contando ainda com influências de jazz rock e prog clássico. No instrumental os teclados de Santamaria se sobressaem, com excelentes performances de Moog, órgão, piano e sintetizadores, por esse motivo o som da banda é frenquentemente comparado com o do ELP; no "background" competentes linhas de baixo e bateria, também ouvimos poucos, mas interessantes momentos de teremim e oboé (ambos pouco utilizados no rock progressivo). Algumas faixas trazem a bela e forte voz feminina de Marta Segura, as letras são em espanhol. Quanto as faixas, destaque para as três partes de "Puentes Destruidos", "Mare Tenebris" e "Conversaciones Entre Diversas Criaturas Del Infierno".
Excelente pedida para fãs de rock progressivo sinfônico, pérola recomendada!

Parthenon was founded in 1979 by drummer Juan Carlos Ballesta and keyboard player Robert Santamaría. After a few line-up changes and a few concerts, member Víctor Fiol joined Témpano. Shortly after, the band disbanded after some unsuccessful reunions. Robert Santamaría formed Amarok later and moved to Spain. After success with Amarok, Robert decided to re-establish Parthenon to make these recordings.
After slowly getting into the music with keyboard driven melodious symphonic rock, the music enfolds quickly the strength in its core. There are jazzrock-like improvisations and inner power, giving strength of playing beyond composition driven music. The female vocals on the third track gives it additionally an emotional improvisational strength. It's splendid, because of its hypnotic keyboards, rhythms and band performance. A very fine release.
Source: Psych Music

More Info & Reviews: ProgArchives

Robert Santamaria (teclados, percussão)
Juan Carlos Ballesta (bateria)
Marta Segura (vocal)
Alan Chehab (baixo)
Pere Vilardell (guitarra)

Convidados:
Victor Estrada (teremim)
Kerstin Kokocinsky (oboé)

Faixas bônus:
Victor Fiol (baixo, vocal)
Nicolas Labropoulos (guitarra)
Laureano Rangel (bateria)
Robert Santamaria (teclados)

01 Mare Tenebris 8:21
02 Utopia 5:09
03 Madre Natura 5:08
04 Puentes Destruidos pt.1 3:34
05 Puentes Destruidos pt.2 5:25
06 Puentes Destruidos pt.3 8:09
07 Luces y Colores 4:27
08 Conversaciones Entre Diversas Criaturas Del Infierno 7:24

Bônus:
09 Utopia 5:34
10 Madre Natura 5:37
11 Conversaciones Entre Diversas Criaturas Del Infierno 7:14



sábado, 28 de junho de 2014

PROGRESSIVE ROCK - LOS BARROCOS - Sin Tiempo Ni Espacio - 1974


Pérola formada na Argentina em 1970, não há muitas informações sobre Los Barrocos. Gravaram um único e raro álbum em 1972, porém só foi lançado em 1974. Após a saída de Héctor Guerrero, o grupo lançou mais um compacto e logo em 76 se desfez, caindo na obscuridade.
O disco Sin Tiempo ni Espacio é composto por 9 faixas, que trazem uma interessante mistura de vários estilo, variando entre rock progressivo (nas músicas "Cuatro Movimentos breves" e "En cualquier siglo") psicodélico, hard rock ("Sin Tiempo Ni Espacio", "Está Próximo el Momento" e "Noches de Sol"), música experimental ("Historia de una confabulación destinada a fracasar") e até alguns toques de música clássica. Destaque para as duas guitarras e o violino, que aparecem muito bem dominando o instrumental. As letras são todas em espanhol, com vários momentos de coro.
Ótimo disco, bastante competente, com alternância entre momentos calmos e outras canções pesadas, com influências de grupos ingleses da época. Ouçam e tirem as conclusões!
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Pearl formed in Argentina in 1970, there is not much information about Los Barrocos. Recorded an only and rare album in 1972, but was only released in 1974. The album Sin Tiempo Ni Espacio consists of 9 tracks that pass through the progressive, psychedelic rock, hard, art rock and classical music, with beautiful passages of violin and double guitar. The lyrics are all in Spanish, with several moments of chorus. Pearl recommended!
More Info: Progressor

Agustín Gutiérrez (baixo, vocal)
Alfredo Campanelli (guitarra)
Héctor Guerrero (violino)
José Louis Hernández (bateria, percussão)
Oscar Paulini (guitarra, vocal)

01 Está próximo el momento
02 En cualquier siglo
03 Cuatro movimientos breves
04 Sin tiempo ni espacio
05 Siempre encontraré un lugar
06 Historia de una confabulación destinada a fracasar
07 Como una rueda
08 Noche de sol
09 Tendras en tus manos



sexta-feira, 27 de junho de 2014

HEAVY PSYCH - 50 DE MARZO - Compilado - 1970


Pérola obscura vinda da Bolívia, o grupo 50 de Marzo foi uma banda importante para a cena local, apesar de sua curta duração. Surgiram em 1969 na cidade de Cochabamba, formado por jovens locais e lançaram logo neste ano e em 1970 3 EPs, reunidos nesta recente e não oficial compilação, postado no blog Rock de Altura. Com o golpe de 1971 o quarteto foi para o Estados Unidos, mas sem sucesso logo se desfizeram. Em 1975 2 membros formaram o Estrella de Marzo.
A compilação traz 7 faixas, misturando rock psicodélico, com claras influências de artistas americanos e ingleses, como Hendrix, Cream e Santana e "hardão" típico dos anos 70, com guitarra distorcida, riffs e solos nervosos e bateria barulhenta. As letras são todas em espanhol, com temas hippies e críticas sociais. A qualidade da gravação não é muito boa, com alguns chiados. Destaque para as faixas "Ciceron", "De Montaña Soy" e "Ayer y Hoy",  apesar da linha pesada manter em todas as canções.
No geral, um bom e interessante registro do rock sul-americano dos anos 70. Pérola recomendada para fãs de Heavy Psych!
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Obscure pearl coming from Bolivia, the group 50 de Marzo was an important band for the local scene, despite its short duration. Appeared in 1969 in the city of Cochabamba, formed by local youth and soon launched this year and in 1970 3 EPs gathered in this recent and unofficial compilation.
It brings 7 tracks, mixing psychedelic rock, with clear influences of American and British artists like Hendrix, Cream and Santana and typical 70s hard rock, with distorted guitar, heavy riffs and loud drums. The lyrics are all in Spanish with hippies and social criticism lyrics. The recording quality is not very good.  Best tracks "Ciceron", "Soy De Montaña" and "Ayer y Hoy". Overall, a good and interesting record of the South American '70s rock. Recommended for fans of Heavy Psych!


Benjo Gomez (vocal)
German Urquidi (bateria)
Luis Eguino (baixo)
Oscar Astete (guitarra)

01 Ciceron
02 Junto a Mi
03 Padre Sol
04 De Montaña Soy
05 Ayer y Hoy
06 Es Una Mujer
07 Chapare



quinta-feira, 26 de junho de 2014

JAZZ FUSION - MATIAS PIZARRO - Pelo de Rata - 1975


Pérola vinda do Chile, primeiro e único disco solo do pianista Matias Pizarro. Ele é da capital Santiago, onde formou o grupo Fúsion e participou de vários outros projetos. Em 1973 se exilou na Argentina, lá integrou a banda Sol e lançou seu álbum solo, com presença de vários músicos chilenos e argentinos. Hoje mora na França onde ainda trabalha com música.
O álbum Pelo de Rata de 1975 traz 7 faixas, a maioria curtas, de jazz fusion, com influências da música latina ou até mesmo folclórica andina (com uso de instrumentos típicos como quena e charango). O instrumental domina, apesar de algumas partes cantadas em espanhol, com destaque para encantadoras passagens de piano, saxofone, percussão e quena (espécie de flauta), mostrando toda a qualidade dos músicos presentes. Na minha opinião, um disco sem nenhum momento fraco, mas com as longas "Nordeste", "Perro que Ladra No Muerde" e "Secuencia" como principais momentos.
Pérola altamente recomendada para fãs de jazz latino e fusion.
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First and only solo album of the Chilean pianist Matias Pizarro, launched in 1975 with the presence of Chilean and Argentinean musicians. "Pelo de Rata" brings 7 jazz fusion tracks, with influences from Latin and Andean folk music. The instrumental dominates, although some parts sung in Spanish, highlighting lovely passages of piano, saxophone, percussion and quena (a kind of flute), showing all the quality of the musicians present. In my opinion, no weak moment, but with long "Nordeste", "Perro that Ladra No Muerde" and "Secuencia" as key moments. Pearl highly recommended for fans of Latin jazz and fusion.

Matias Pizarro (piano, vocal)
Alejandro Rivera (guitarra, charango, quena, vocal)
Hector "finito" Bingert (saxofone)
Pocho Lapouble (bateria)
Bo Gathu (baixo)
Domingo Cura (percussão)
Enrique Roizner (percussão)

01 Pelo De Rata 5:38
02 Anamlor 0:53
03 Perro Que Ladra No Muerde 7:52
04 Una Flor Tras La Montaña 2:56
05 Secuencia 5:34
06 Nordeste 10:26
07 Do y Sol 2:12

quarta-feira, 25 de junho de 2014

FOLK ROCK - MAGGI - Clockworking Cosmic Spirits - 1973


Pérola vinda da Islândia, disco solo do vocalista e tecladista Magnús Kjartansson, aqui com o apelido Maggi e sua banda. "Maggi" passou por vários grupos locais desde os anos 60, com destaque para Trúbrot, Odmenn, Mannakorn e outros. Aqui neste disco também há várias participações de convidados, com destaque para o backing vocal de Sandy Denny e Linda Thompson.
O álbum Clockworking Cosmic Spirits, de 1973, traz 10 faixas curtas, com mistura de vários estilos, passeando pelo folk, rock progressivo, psicodélico e até algumas na linha pop comercial, contendo vários momentos alegres. O piano e teclado de Kjartansson merecem destaque, com algumas boas passagens de guitarra, sax e sintetizador. As letras são todas em inglês, com destaque para as faixas "Pull the Trigger", "Stay with Me", "Pollution" e "The Instruments Must Take Over".
Nada de essencial, mas uma boa pérola para fãs de rock.
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First solo album of the Icelandic keyboardist and vocalist Magnús "Maggi" Kjartansson. "Clockworking Cosmic Spirits" brings 10 short tracks that mix pop rock with folk, psychedelic and progressive rock. The piano and keyboard are noteworthy, with some good passages of guitar, sax and synthesizer. The lyrics are all in English, best tracks: "Pull The Trigger", "Stay with Me", "Pollution" and "The Instruments Must Take Over".

Magnús "Maggi" Kjartansson (teclado, vocal)
Vignir Bergman (guitarra)
Magnús "Maggi" Kjartansson
Finnbogi Kjartansson (baixo)
Hrólfur Gunnarsson (bateria)

Convidados:
John Mitchell (sintetizador)
Steve Gregory (saxofone)
Sandy Denny (backing vocal)
Linda Thompson (backing vocal)

01 Helga
02 Clockworkin' Cosmic Spirits
03 Easy Way Out
04 Pull The Trigger
05 My Sweet Little Lady Friend
06 Stay With Me
07 Pollution
08 I Did'nt Know
09 I Know It's True
10 The Instruments Must Take Over

terça-feira, 24 de junho de 2014

HARD ROCK - SLITE CEMENT - Utmaningen - 1977


Pérola extremamente rara e obscura vinda da Suécia! A história do grupo Slite Cement é um certo mistério, surgiram provavelmente na pequena cidade de Slite, da Gotlândia em 1973. Em 1977 gravaram várias músicas em uma rádio local, lançadas em fita cassete de forma independente e com número muito pequeno de cópias, até hoje nunca relançada em vinil ou CD. Sem sucesso a banda provavelmente se acabou alguns anos mais tarde.
E aí está a grande surpresa do quinteto, a "sonzeira" de Utmaningen (em português, Desafio). São 8 faixas matadoras, hard rock clássico dos anos 70 totalmente competente, cheio de solos de guitarra intensos e pesados, baixo pulsante e bateria quebrando tudo, ao estilo dos compatriotas do November! As letras são todas na língua local, dando ainda um toque mais único ao som. Como já disse, todas as canções são recomendas, não tendo nenhuma fraca aqui.
Pérola altamente recomendada para fãs do "hardão setentista".
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Rare and obscure pearl coming from Sweden! The group Slite Cement is was formed in the small town of Slite in 1973. In 1977 they recorded some tracks at a local radio station, released on private cassette and with very small number of copies.
Utmaningen bring 8 killer tracks, typical 70s hard rock, full of intense and heavy guitar solos, pulsating bass and loud drums, in the style of November! The lyrics are all in the local language, giving a more unique touch to the sound. As I said, all songs are you recommend, having no weak one here. Highly recommended for fans of the 70s Hard rock.
More Info & Reviews: RYM

Thomas Harlevi (bateria)
Stig Hjellström (baixo)
Björn Jansson (vocal, guitarra)
Anders Åström (guitarra)
Tomas Jönsson (percussão, congas)

01 I morgon kan det va försent
02 Harmonivisan
03 S:t Göran och draken
04 Utmaningen
05 Små, små ord
06 Ensamhet
07 Ormica
08 Orangotango



segunda-feira, 23 de junho de 2014

PROGRESSIVE ROCK - PERSPECTIVA - "Lá Fora" a Cidade (Single) - 1976


Pérola vinda da região de Setúbal, em Portugal no começo dos anos 70. O grupo Perspectiva lançou apenas dois compactos em 1976 e 77, considerados pioneiros do rock progressivo no país. Posto aqui o primeiro, intitulado "La Fora" a Cidade, com esta música no lado A e ainda "Os Homens da Minha Terra" no lado B, ambas focadas no prog tradicional e em momentos sinfônico, com letras em português, retratando o momento social e político de Portugal na época. Ótimos solos de flauta, guitarra e teclado merecem destaque.
Pérola recomendada para fãs de rock progressivo.
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Pearl coming from the region of Setubal in Portugal in the early '70s. The group "Perspectiva" released only two singles in 1976 and 77. Post here the first one, titled "Lá Fora" a Cidade with this song on the A side and also "The Men of My Land" on the B side, both focused on the traditional prog and symphonic moments, with lyrics in Portuguese. Great solos flute, guitar and keyboard are noteworthy. Pearl recommended for fans of progressive rock.
Mais Informações: Rock em Portugal

Tó Pinheiro da Silva (guitarra, flauta, vocal)
Carlos Viana (teclado)
José Manuel Pereira (guitarra, vocal)
Luis Miguel (baixo)
Vitor Real (vocals, percussão)
Vitor Ferrão (bateria)

01 "Lá Fora" a Cidade 5:14
02 Os Homens da Minha Terra 3:59




domingo, 22 de junho de 2014

PROG/ ANDALUSIAN ROCK - TARTESSOS - Tiempo Muerto - 1975


Pérola espanhola formada em 1972 em Huelva, na região da Andaluzia. O grupo Tartessos era liderado pelo tecladista Manuel Marinelli, que passou pelas bandas Cerebrum e Gong. Lançaram 5 compactos entre 1973 e 74 e um único LP em 1975, mas sem sucesso o grupo logo se desfez e dois membros em seguida formaram o Alameda.
O álbum Tiempo Muerto traz 11 faixas curtas, combinando rock progressivo com elementos da música Flamenca e folk, no estilo conhecido como Rock Andaluz. As letras são em castelhano e inglês, contando com bons vocais e também instrumental bem arranjado, com passagens de teclado, flauta e guitarra. No geral, um pouco inconsistente, com algumas baladas mais comerciais, mas o destaque fica para as faixas "Tiempo Muerto", "Living for the Moon" e "Cerca del sueño".
Pérola recomendada para fãs de rock andaluz e progressivo.
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Pearl coming from Spain formed in 1972 in the Andalusia region. The group Tartessos was led by keyboardist Manuel Marinelli. Released 5 singles and an only LP in 1975, but without success the group soon disbanded and two members then formed Alameda. 
The album Tiempo Muerto brings 11 short tracks, combining progressive rock with elements of folk and Flamenco music, in the style known as Rock Andaluz. The lyrics are in Spanish and English, with good vocals and well arranged instrumental, with passages of keyboard, flute and guitar. Overall, a bit inconsistent, with some more commercial ballads, but the highlight is the tracks "Tiempo Muerto", "Living for the Moon" and "Cerca del sueño". 

Jesús Conde (vocal, percussão)
Manuel Marinelli (vocal, teclado)
José Barros (guitarra, percussão)
José Roca (teclados, flauta)
Eliseo (baixo)
Antonio Moreno (bateria)

01 En algún lugar
02 Tiempo muerto
03 Eres estrella
04 To your eyes
05 Tan lejos como puedo ver
06 That’s right
07 Living for the moon
08 Vuelvo a cantar
09 Cerca del sueño
10 Búscame
11 Canción agradecida


sábado, 21 de junho de 2014

ZEUHL - HONEYELK - Stoyz vi Dozévéloy - 1979


Pérola formada em Toulon, na França, no meio dos anos 70 pelos irmãos Gérard e Christian Blanc, com o nome original de Honey Dream, tocando covers de bandas de prog rock da época, até que os outros membros saíram. Os irmãos tentaram continuar, mudando o nome do grupo para Honeyelk e em 1979 chamaram alguns músicos da região e assim gravaram seu único disco, com apenas 1000 cópias. Infelizmente, sem conseguir sucesso logo se desfizeram. Em 1995 uma nova edição saiu em CD com mais 4 faixas e som mixado, batizado de "En quête d'un Monde meilleur".
Posto aqui o álbum original de 1979, Stoyz vi Dozévéloy, composto de apenas 2 faixas, totalizando 25 minutos. O som traz claras influências do Zeuhl, com passagens de free jazz, fusion e Cantebury e atmosfera obscura e até viajante em certos momentos. No instrumental, destaque para solos de sax e clarinete de Pierre Maury e piano e sintetizador de William Grandordy, com boas linhas de  baixo e alguns vocais em francês.
Apesar de não ser uma grande obra do Zeuhl, pérola recomendada para fãs do estilo.
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Pearl formed in Toulon, France, by brothers Gérard and Christian Blanc. The group Honeyelk launched an only and rare album in 1979, titled Stoyz saw Dozévéloy. Brings only 2 tracks less than 30 minutes following the line of Zeuhl (Magma influences), free jazz, avant-garde and Cantebury. Dark atmosphere, with good instrumental passages of sax, clarinet, piano and synthesizer. Although not a Zeuhl masterpiece, recommended gem for fans of the style.
More Info: ProgArchives

William Grandordy (piano, sintetizador)
Christian Blanc (bateria, percussão, vocal)
Gérard Blanc (baixo, vocal)
Pierre Yves Maury (clarinete, saxofone)
Frank Louisolo (guitarra)

01 Stoÿz (Duel à vie) 11:33
02 Do Zé Vé Loy (Terres de sagesse) 14:16