sexta-feira, 11 de julho de 2014

JAZZ FUSION - DR. TREE - Same - 1976


Pérola vinda da Nova Zelândia, formada em 1974 na cidade de Auckland. O sexteto Dr. Tree lançou apenas um álbum em 1976, mas mesmo assim tiveram muita importância para a cena local, sendo considerada a primeira banda de jazz fusion do país e conseguindo sucesso por lá. Infelizmente, logo em 1977 o baterista Frank Gibson Jr. se mudou para a Inglaterra e o grupo se desfez, apesar de alguns músicos ainda estarem trabalhando com música.
O disco homônimo é composto de apenas 6 faixas, todas instrumentais e trazendo, como já disse acima, um jazz fusion bastante energético e com pegadas de rock e funk. O cover de "Vulcan Worlds" do Return to Forever mostra a influência na música dos caras, que são instrumental muito bem arranjado em todas as faixas e músicos talentosos, contando com vários solos de bateria, percussão, teclado, piano guitarra e trompete. Quanto as faixas, não acho nenhum momento fraco ou "entediante", mas o destaque principal fica para "Vulcan Worlds", "Transition" e "Eugino D".
Pérola altamente recomendada para fãs de jazz rock/ fusion.

Dr Tree's sole album is one of the hottest fusion albums of the 1970s. That's a pretty bold statement given the multitude of albums in the genre, but for those that know the album, it remains true. A 6 piece, with dual percussion, fiery guitar, Fender Rhodes, bass and.... trumpet. This latter element adds a unique dimension. And while you may be thinking this will put it in the Miles Davis camp, that wouldn't be right either. This isn't the heavy deep groove of Miles (which would have been fantastic as well), but more like the high energy of prime Return to Forever with trumpet as one of the lead instruments. Obviously plenty of room is also left for the guitarist to shred and the keyboardist to fly. The two percussionist's keep the tunes hopping throughout. Considered by fusion fans as a must own. 
Text: Unencumbered Music Review

Frank Gibson Jr (bateria, percussão)
Murray McNabb (teclado)
Martin Winch (guitarra)
Kim Patterson (trompete)
Johnny Banks (percussão)
Bob Jackson (baixo)

01 The Twilight Zone 1:35
02 Vulcan Worlds 6:46
03 Transition 8:06
04 Eugino D 6:10
05 Affirmation 7:29
06 One For Diane 6:14


quinta-feira, 10 de julho de 2014

COUNTRY ROCK - BRIDGE - Same - 1971


Pérola rara vinda do Canadá, o trio Bridge surgiu em 1970 em Toronto, formado por três ex-membros do grupo David, que lançou um único disco em 1969, incluindo os irmãos Francis e John Webster e ainda Tony Lecallion. A banda fez certo sucesso no sul de Ontário e logo em 1971 lançaram seu único álbum, infelizmente o disco não decolou e a banda se acabou no mesmo ano.
O disco homônimo de 71 é dividido em 9 faixas, com som bem diferente do feito pelo David. As principais influências são o country, folk e rock da costa oeste, com leves toques psicodélicos, acid jazz e blues em momentos distintos, mostrando uma mistura interessante e "simpática". Na parte instrumental, um competente e clássico trio bateria/baixo/guitarra é presente, com raras participações de piano. Quanto as faixas, recomendo que ouçam todas, pois tem uma dinâmica e clima diferente, contando com cover de Little Richard ("You're My Girl"), mas com quase 10 minutos e solo de bateria presente.
Pérola recomenda para fãs de country e west coast rock
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Rare gem coming from Canada, the trio Bridge emerged in 1970 in Toronto, formed by three former members of the group David. The band had some success in southern Ontario in 1971 and soon released their only album, unfortunately didn't achieve success and the band disbanded in the same year. 
The self-titled album is divided into 9 tracks. The main influences are country, folk and west coast rock, with mild psychedelic, acid jazz and blues touches, showing an interesting and "friendly" mix. In the instrumental part, a competent and classic trio drums / bass / guitar is present, with rare appearances of piano. As for the tracks, I recommend you listen to all, it has a different dynamic and atmosphere. Recommended for fans of country rock
More Info: Plain & Fancy

Francis Webster (guitarra, vocal)
John Webster (baixo, vocal)
Tony Lecallion (bateria)

01 I Had It But I Lost It 2:33
02 It's My Life 3:07
03 Ain't My Day 3:18
04 Simple Blues Form 3:18
05 Running Away 2:28
06 Brand New Day 4:48
07 You're My Girl 9:45
08 Born to the Country 4:12
09 Barnyard 3:56

Playlist:

quarta-feira, 9 de julho de 2014

PROG/ PSYCH ROCK - MAN MADE - Same - 1971


Pérola vinda do Canadá, formada em Montreal no final dos anos 60. O grupo Man Made lançou um único e raro álbum em 1971 e logo caiu na obscuridade, infelizmente quase nada sabe-se hoje sobre os caras.
O disco homônimo traz apenas 6 faixas, com destaque principal para a primeira faixa, também intitulada Man Made, com quase 20 minutos e ocupando todo o lado A do LP, contando com elementos progressivos, psicodélicos e experimentais com ótimas passagens de órgão, sintetizadores, guitarra, flauta e até trompa (nada comum para o rock), sem contar belas harmonias vocais. Quanto as outras músicas, todas são curtas e não muito originais, voltadas mais ao rock psicodélico dos anos 60 e algumas baladas.
Apesar de inconsistente, recomendo esta pérola para fãs de rock progressivo e psicodélico da época.
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Pearl coming from Canada, formed in Montreal in the late 60s. The group Man Made has launched a unique and rare album in 1971 and soon fell into obscurity, unfortunately almost nothing is known today about it. 
The self-titled album has only 6 tracks, with main emphasis on the first track, also titled Man Made, with almost 20 minutes and occupying the entire A side of the LP, with progressive, psychedelic and experimental passages with great organ, synth, guitar, flute, horn and beautiful vocal harmonies. As for the other songs, all are short and not very original, geared more to the psychedelic '60s rock and some ballads.  Although inconsistent, I recommend this gem for fans of progressive and psychedelic rock of the era.

Billy Ledster (vocal, piano)
Jean Ranger (órgão, sintetizador, backing vocal)
Richard Terry (baixo, backing vocal)
Claude Roy (bateria)
Roger Walls (trompa)

01 Man Made 19:54
02 Carnival 5:08
03 Reflections 3:00
04 Evolution 3:10
05 Keep on Moving 2:15
06 Country Company 2:30




terça-feira, 8 de julho de 2014

PSYCHEDELIC ROCK - HOT SOUP - Openers - 1969


Atendendo a pedidos, posto aqui essa pérola formada no final dos anos 60 na Flórida, sul dos Estados Unidos, pelo guitarrista Mario Castellano e o organista Willie Akridge, contando com o baixista Frank Carillo, que integrou outras bandas como Carillo e Doc Holliday. O quarteto Hot Soup lançou um único LP e compacto, ambos em 1969 e logo se desfizeram, sem conseguir sucesso.
O álbum Openers é dividido em 12 faixas na casa dos 2 minutos e totalizando pouco mais de meia hora. Traz típico rock'n'roll dos anos 60, com influências claras do rock psicodélico que dominava o som da época, mas também pop/ blue-eyed-soul e ainda alguns "grooves" latinos. No instrumental, alguns solos e riffs pesados de guitarra fuzz barulhenta e órgão Hammond são destaque, apesar do vocal ser o principal no disco. Para as músicas, as melhores são as "hardeiras" "Groovy Feelin", " Ain't No Reason" e "You Took Me by Surprise".
Apesar de intenções mais comerciais e influências pop, que empobrecem o disco, alguns lampejos da psicodelia sessentista não merecem ser desprezadas. Pérola recomendada para fãs de rock psicodélico.
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By request, post this pearl formed in the late 60s in Florida, United States, by guitarist Mario Castellano and organist Willie Akridge. Hot Soup released one LP in 1969 and soon crumbled, unable success. 
The album Openers is divided into 12 tracks around 2 minutes and totaling just over half an hour. Brings typical rock'n'roll 60s, with clear influences from psychedelic rock sound that dominated the era, but also pop / blue-eyed-soul and latin groove. In the instrumental solos and riffs of heavy fuzz guitar and organ are highlighted. Great tracks: "Feelin 'Groovy", "Is not No Reason" and "You Took Me by Surprise". Although most commercial intentions and pop influences, some flashes of 60s psychedelia not deserve to be despised. Rcommended for fans of psychedelic rock.

Mario Castellano (guitarra, vocal)
Willie Akridge (órgão)
Frank Carillo (baixo)
Glenn R. Tappan (bateria)

01 Gettin' In My Way Again 00:00 - 02:20 (2:20)
02 Baby's Wearing Blue 02:20 - 4:37 (2:15)
03 He Answered My Prayers 04:37 - 6:58 (2:16)
04 Listen Now 06:58 - 09:04 (2:06)
05 Why Do You Want To Hurt Me 09:04 - 11:45 (2:34)
06 Groovy Feelin 11:45 - 15:03 (3:09)
07 You Took Me By Surprise 15:03:19 - 17:48 (2:41)
08 You Got To Set Me Free 17:48 - 20:03 (2:08)
09 Oh No! Not Again 20:03 - 23:15 (3:02)
10 Once Before 23:15 - 26:07 (2:50)
11 Farewell Sweet Papa 26:07 - 29:33 (3:15)
12 Ain't No Reason 29:33 - 31:56 (2:23)



segunda-feira, 7 de julho de 2014

SOUTHERN ROCK - NAVASOTA - Rootin' - 1972


Pérola vinda do Texas, Estados Unidos, formada na cidade que deu origem ao novo do grupo, Navasota em 1968. Gravaram um único álbum em 1972 em Los Angeles, com participação de Donald Fagen (Steely Dan), Howard Kaylan e Mark Volman (The Turtles).
O disco Rootin' de 72 traz 10 curtas faixas de Southern/ Country rock, no melhor estilo "caipira", com doses de hard e blues e três covers. Riffs marcantes de guitarra, alguns corais e algumas passagens de piano marcam o som dos caras, que apesar de não ser muito original, vale a pena ser ouvido e conhecido por fãs de southern rock. Quanto as faixas, destaque para "Western Boots", "Canyon Ladies", "I'm Leavin'" e "P. Farm".
Pérola recomendada para fãs de country e southern rock americano.
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Pearl coming from Texas, United States, formed in 1968. The group Navasota recorded an album in 1972 in LA, featuring Donald Fagen (Steely Dan), Howard Kaylan and Mark Volman (The Turtles). 
The Rootin Rootin' features 10 short tracks of Southern / Country Rock, with doses of hard blues rock and three covers. Striking guitar riffs, some corals and some passages of piano marks the sound, despite not being very original, is worth being heard and known to fans of southern rock. As for the tracks "Western Boots", "Canyon" Ladies, "I'm Leavin '" and "P. Farm" are the best.

Steve Long (guitarra)
Lindsey Minter (bateria)
Paul Minter (baixo)
Ray Pawlik (vocal, guitarra)
Richard 'Dicky' Sony (vocal)

01 Western Boots 2:46
02 $2 Bill 2:19
03 Ballad of a Young Man 3:46
04 That's How It Is 4:17
05 Canyon Ladies 4:01
06 Old Slew Foot 2:56
07 I'm Leavin' 3:28
08 P. Farm 3:42
09 Heat of the Night 3:37
10 Spring Creek 3:25

domingo, 6 de julho de 2014

PSYCHEDELIC ROCK - RENAISSANCE - Same - 1969


Mais uma pérola vinda do México, o grupo Renaissance (não confundam com a banda britânica de mesmo nome) foi formado no final dos anos 60 pelo músico Alfredo Díaz Borja, filho do presidente do país na época. Lançaram um único e raro álbum em 1969, apesar de não ter certeza neste ano, pois outros sites também falam em 1971 ou 72.
O disco homônimo traz apenas 8 faixas, sendo a maioria curtas, misturando rock psicodélico/ ácido do fim dos anos 60, com influências progressivas e ainda pitadas de rock latino e blues, típico do rock mexicano. No instrumental, a guitarra fuzz é arrebatadora, aparecendo em todas as faixas, passagens um pouco mais espaçadas de flauta, percussão e gaita de boca também merecem atenção. Outro ponto para destaque é o vocal de Alfredo, "cavernoso" e gritado, podendo não agradar alguns; as letras são todas em inglês. Melhores faixas: "Listen To Me People", "Strange Dream", "Buried Alive" e "A New Man Is Born In Me".
Ótima pérola para fãs de rock psicodélico latino, recomendado!
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Pearl coming from Mexico, the group Renaissance (not the British band) was formed in the late 60s by musician Alfredo Borja Díaz. Released a unique and rare album in 1969. 
The self-titled album has only 8 tracks, mixing psychedelic/ acid rock from the late '60s, with progressive influences and even a touch of Latin rock and blues, typical of Mexican rock. In instrumental, guitar fuzz is ravishing, appearing on all tracks, more spaced passages of flute, percussion and harmonica also deserve attention; the lyrics are all in English. Best tracks: "People Listen To Me," "Strange Dream", "Buried Alive" and "The New Man Is Born In Me". Great gem for fans of latin psychedelic rock, recommended!

Alfredo Diaz Borja (vocal, guitarra)
Rodolfo Valle (guitarra, violão, gaita)
Alfonso Sánchez Mejía (baixo, piano, congas, violão)
Eduardo Barceló (bateria, percussão)
Francisco Bareño (guitarra, flauta)

01 Listen To Me People 3:17
02 Strange Dream 5:08
03 Life/Down In Mexico 7:51
04 Love The One 3:42
05 A Dome Of Love 4:27
06 I'm Dying 3:37
07 Buried Alive 3:13
08 The Gift / A New Man Is Born In Me 12:02

sábado, 5 de julho de 2014

REPOST - PSYCH/ FUNK ROCK - GRUPO OZ - Miss Thing - 2011 (1972)


Atendendo a pedidos, faço um "repost" dessa rara pérola vinda do México, formada no começo da década de 70 na capital Cidade do México por músicos ainda desconhecidos. O Grupo Oz lançou apenas um álbum em 1972, no país de origem e também na Espanha, mas com número pequeno de cópias e fracasso de vendas, fazendo o grupo se desfazer logo no mesmo ano. Posto aqui um relançamento recente, de 2011, pela Secret Stash, incluindo duas faixas bônus.
O disco Miss Thing traz 11 faixas de um interessante "caldeirão" de estilos, passando pelo funk rock, jazz latino, soul e psicodelia, inspirado em grupos americanos da época, como Chicago ou Black Merda. No instrumental, metais e sopro dominam com sax, trompete, flauta, contando ainda com altas doses de guitarra wah-wah e algumas tímidas passagens de órgão. Quanto as faixas, destaque para as instrumentais "Oz Machine", "Fly" e "A New Day", "Blues Woman", apesar de poucos pontos fracos presentes. As letras são em inglês e espanhol, com vocal rasgado.
Excelente pedida para fãs de funk rock psicodélico e jazz latino.
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By request, post this rare pearl coming from Mexico, formed in the early 70s in the capital Mexico City. The "Grupo Oz" has released only one album in 1972, with little copies, making the group end in the same year. Post here a recent relaunch, 2011 by Secret Stash, including two bonus tracks. 
The album Miss Thing features 11 tracks of an interesting mixing of styles, from funk rock, latin jazz, soul and psychedelia, inspired by American groups like Chicago or Black Merda. In instrumental, metals and wind instruments dominate with sax, trumpet, flute, still relying on high doses of wah-wah guitar and timid organ. Best tracks: "Oz Machine", "Fly", "A New Day" and "Woman Blues", although few weaknesses moments. The lyrics are in English and Spanish, with torn vocal. Excellent stuff for fans of psychedelic funk rock and Latin jazz.

Line-Up: ?

01 Miss Thing 3:30
02 Sneak 5:48
03 Oz Machine 4:10
04 A New Day 8:26
05 Fly 4:20
06 Robin's Song 3:25
07 A.C.G.Groove 4:14
08 Blues Woman 3:15
09 Black Woman 8:46
Bônus:
10 We Got Work to Do 3:05
11 Crazy Suavecito 6:44



sexta-feira, 4 de julho de 2014

PSYCH FOLK - MATUSKELA - Same - 1973


Pérola brasileira formada em Brasília, o Matuskela surgiu em 1966 e foi um dos primeiros grupos vindos da capital. No começo dos anos 70 conseguiram certo sucesso na região e lançaram um compacto em 72 e logo depois um LP em 1973. Com o enfraquecimento do rock nacional no fim da década de 70 o Matuskela se desfez e caiu no esquecimento.
O álbum homônimo de 73 traz 13 curtas faixas, que combina MPB, música típica das regiões centro-oeste e nordeste, com psicodelia e até alguns toques de progressivo, na maioria do tempo calmo e tranquilo. As letras são todas em português, propiciando alguns belos momentos, como na faixa "Idade de Louco" e "Trapo Humano", no instrumental, destaque para guitarra, distorcida em alguns momentos, teclado, piano e raras passagens de percussão e flauta. Quanto as faixas, destaque para "Canto", "Atrás da Cortina" e "A Morte da Morte".
Apesar de um pouco irregular e com som mais voltado para folk, ainda recomendo esta pérola para fãs do rock nacional
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Brazilian pearl formed in Brasilia, Matuskela appeared in 1966. In the early '70s managed some success in the area and launched a single and an LP in 1973. The self-titled album brings 13 short tracks, which combines MPB (typical folk music) with psychedelia and even some progressive touches, most of the time peaceful sound. The lyrics are all in Portuguese, providing some beautiful moments, in the instrumental, great passages of guitar, keyboards, piano, percussion and flute. As for the tracks, especially "Canto", "Atrás da Cortina" and "A Morte da Morte". Still recommend this gem for fans of Brazilian rock.

Anapolino "Lino" (guitarra)
Toninho Terra (vocal)
Didi Moreno (bateria)
Joãozinho
Rodolfo
Machado

01 Idade do Louco 4:02
02 Canto 3:22
03 Uma Sopa de Saudade 4:25
04 A Morte da Morte 3:10
05 Viver Mama 5:05
06 Maria Pureza 3:43
07 Atrás da Cortina 3:02
08 Uma Maneira de Viver 3:23
09 Trapo Humano 3:44
10 Raízes 3:03
11 Cavalgada 2:50
12 A Gente Tem que Ter 2:26
13 Suza Suzana 2:17



quarta-feira, 2 de julho de 2014

PSYCHEDELIC ROCK - EL OPIO - Singles - 1971


Pérola formada em Lima, capital do Peru no final dos anos 60. O grupo El Opio lançou 4 compactos entre 1969 e 71 pelo selo Odión, conseguiram sucesso entre os grupos de rock locais com as canções "Piratas en el Titicaca" e "Una bruja en el Cuzco", mas logo se desfizeram. Posto aqui uma compilação com as oito músicas lançadas pelo quinteto, intitulado simplesmente Singles.
Todas as faixas trazem típico rock psicodélico do final dos anos 60, mas também com influências da música andina/latina e até um pouco de funk (metais e percussão). Guitarras fuzz barulhentas, letras em espanhol e composições vigorosas são destaque, o ponto fraco é a qualidade do som, ruim em alguns momentos. Destaque para "Kashanga", "Pusher" e "Una bruja en el Cuzco".    
Pérola recomendada para fãs de rock latino psicodélico dos anos 60.
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Pearl formed in Lima, Peru, in the late '60s. The group El Opio released four singles between 1969 and 71 by Odion, achieved success among local rock groups. Post here a compilation with eight songs released by the quintet, simply titled Singles. All tracks bring typical psychedelic rock of the late '60s, but also influences the Andean / Latin music and even a little funk (brass and percussion). Noisy fuzz guitars, Spanish lyrics and vigorous compositions are highlighted, the weak point is the sound quality, bad at times. Highlight for "Kashanga", "Pusher" and "Una bruja en el Cuzco". Recommended for fans of psychedelic Latin rock '60s.

César Arce (vocal)
Augusto Bravo (guitarra)
Manuel Verastain (baixo)
Erwin Pickling (guitarra)
Sebastian Medina (bateria)

01 Dejame Solo
02 Juntos
03 Kashanga
04 Piratas en el Titicaca
05 Pusher
06 Ella
07 Solo tu
08 Una bruja en el Cuzco



terça-feira, 1 de julho de 2014

LATIN/FOLK ROCK - LOS ELECTRÓNICOS - Tradicion en Transicion - 1971


Pérola vinda da Colômbia, um projeto idealizado por Manuel Drezner em 1971. O grupo Los Electrónicos consistia em alguns músicos já conhecidos no país, como o baixista Marco Giraldo e o baterista italiano Roberto Fiorilli, ambos passaram por pequenos grupos de beat nos anos 60, Siglo Cero e viriam a formar o Columna de Fuego logo após. A iniciativa deixou apenas um raro álbum em 1971, durando muito pouco e com raras apresentações ao vivo.
O disco intitulado Tradicion en Trasicion explica bem a intenção dos caras ao gravar as 12 faixas aqui presentes, trazem uma nova interpretação de canções folclóricas típicas colombianas. Apesar de classificadas simplesmente como folk rock, forte traços da música latina, rock'n'roll, jazz/ funk ou até psicodelia (em "Las Mirlas") são perceptíveis. São todas instrumentais, com predomínio do órgão, contando com algumas boas passagens de guitarra e piano, sendo talvez um dos primeiros trabalhos sul-americanos voltados ao som eletrônico.
Pérola muito interessante, recomendada para fãs de rock ou jazz latino.
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Pearl from Colombia, a project formed in 1971. Los Electronics consisted of some well-known musicians in the country, as bassist Marco Giraldo and Italian drummer Roberto Fiorilli. They left only a rare album in 1971, before disbanding 
The album title "Tradicion en Trasicion" (Tradicion in Transition) explains well the intention of the guys to record the 12 tracks presented here, bring a new interpretation of typical Colombian folk songs. Although classified simply as folk rock, strong traces of Latin, rock'n'roll music, and even jazz / funk are noticeable. They are all instrumental, with a predominance of organ, with some good passages of guitar and piano, being perhaps one of the first South Americans turned to the electronic sound works. Very interesting work, recommended for fans of rock and Latin jazz.

Armando Velasquez (órgão)
Francisco Zumaquè (órgão)
Luis Felipe Bastos Como (piano)
Marco Giraldo (baixo)
Jaime Rodriguez (guitarra)
Roberto Fiorilli (bateria, percussão)

01 Guabina Chiquinquireña
02 Bunde Tolimense
03 El Caiman
04 Cuchipe Agachate El Sombrerito
05 Galeron Llanero
06 Antioqueñita
07 Las Mirlas
08 Cachipay
09 El Alegre Pescador
10 Tiplecito de Mi Vida
11 Brisas Del Pamplonita
12 El Trapiche