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Mais informações aqui: http://goo.gl/ra9cdp


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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

PROG FOLK - LA FUENTE - Same - 1981


Artista / Banda: La Fuente
Álbum: La Fuente
Ano: 1981
Gênero: Prog Folk / Andean Rock
País: Argentina

Comentário: Grupo oriundo de Buenos Aires, capital argentina, idealizado em 1978 a partir dos amigos 'Coco' e 'Uki'. Lançaram dois álbuns de forma independente no início da década seguinte, além de compor para grandes peças teatrais na época, que o próprio conjunto acompanhava, ganhando notoriedade na época. Apesar do fim em 83, ainda se reúnem esporadicamente para shows no país.
O debut é dividido em 8 faixas que resgatam muito da 'Nueva canción latinoamericana' e rock andino, estilos promissores nos anos 70 em nomes como El Polen e Los Jaivas, mesclando de forma primorosa a música folk e arranjos mais complexos e modernos, beirando contornos do rock progressivo. O lirismo é enfoque da obra, com genialidade e beleza ímpar nas harmonias, tratando de misticismos, ancestralidade e natureza (letras em espanhol). O instrumental é toda acústico e riquíssimo, havendo diversidade de instrumentos de cordas, percussão e sopro típicos da música tradicional sul-americana.
Apesar de quase nenhum momento ruim, "Réquiem a La Civilización Incaica" se sobressai como uma das grandes (e infelizmente desconhecida) composições do cancioneiro latino. Audição obrigatória para fãs de prog e folk andino.

Group originated from Buenos Aires, Argentine capital, idealized in 1978 from the friends 'Coco' and 'Uki'. They released two private albums at the beginning of the next decade, as well as composing for major theatrical pieces at the time, gaining notoriety at the time. Despite the end in '83, they still meet sporadically for shows in the country.
The debut is divided into 8 tracks that recover a lot of 'Nueva canción latinoamericana' and Andean rock, promising styles in the 70s in names like El Polen and Los Jaivas, blending andean folk music with more complex and modern arrangements, close to progressive rock. Lyricism is a focus of the work, with genius and unique beauty in the harmonies, treating about mysticisms, ancestry and nature (Spanish lyrics). The instruments are all acoustic and with a great diversity of string, percussion and blowinstruments typical of South American music.
Despite hardly any bad moments, "Requiem a la Civilización Incaica" stands out as one of the great (and unfortunately unknown) compositions of the Latin.


Músicos:
Gualberto Elio Romero 'Coco' (violão, baixo, harmônica, vocal)
Armando Federico Tolosa 'Uki' (violão, cavaquinho, violão de 12 cuerdas, vocal)
Andrés Grimsditch (flautas, piano, bandolim, violão, vocal)
Ricardo Brun (conga, bongo, bateria, tabla, glockenspiel)
+
Rosendo Martínez (zamponha, quena)
Julio Díaz (charango)
Daniel Oíl (harmônio)
Daniel Melingo (clarinete)
Horacio Wainhaus (violoncelo)

Faixas:
01 Oh, Amigos Quiero Estar Con Ustedes 3:31
02 Dame Algo De Tu Polen 5:12
03 Canto Al Cielo 5:03
04 Mundos Paralelos 4:05
05 Que Viva Nuestra Esperanza 4:13
06 La Floresta de Tijuca 3:10
06 De Este Valle Viejo 5:10
07 Réquiem a La Civilización Incaica 8:15
08 La Verdad Siempre Vive Escondida (Huaynito) 5:12

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

SOFT PSYCH - PARAMOUR - Same - 1973


Artista / Banda: Paramour
Álbum: Paramour
Ano: 1973
Gênero: Soft Psych
País: Indonésia

Comentário: Pérola formada no final dos anos 60 a partir de ex-membros de outros grupos locais e que também forneceu músicos para surgimento de novas bandas, como Koes Plus, Ariesta Birawa e The Rollies. Lançaram dois álbuns no começo da década seguinte pelo selo local Mesimi, hoje raridades.
O debut homônimo é dividido em 12 curtas faixas que transitam entre a psicodelia, pitadas de hard rock e várias baladas soft/pop, como era costumeiro no rock feito no país na época. O órgão elétrico retrô a la anos 60 guia o instrumental, presente em quase todos os momentos, encontrando seus melhores pontos junto de solos de guitarra, apesar desta ser coadjuvante. As letras são todas em língua local e sendo a maioria românticas.

Formed in the late 60's from former members of other local groups and it also provided musicians for the emergence of new bands such as Koes Plus, Ariesta Birawa and The Rollies. They released two albums at the beginning of the following decade by local label Mesimi.

The self-titled debut is divided into 12 short tracks that move between psychedelia, hard rock and various soft / pop ballads, as was customary in rock made in the country at the time. The electric organ back to the 60's guide the instrumental, present in almost every moment, finding its best points next to guitar solos, despite this being a supporting. The lyrics are all in local language and being mostly romantic.

Músicos:
Tonny Heriadi (baixo)
Dadan (bateria, vocal)
Polly. W. (guitarra, vocal)
Djadjat K. Dinata (vocal)
Daniel P.S. (órgão, piano, saxofone)

Faixas:
01 Diperantauan
02 Jalan Hidupku
03 Disimpang Jalan
04 Jeritan Hati
05 Perpisahan
06 Sebatang Kara
07 Duri Penghalang
08 Hanya Mimpi
09 Kr. Akhir Panantian
10 Tiada Kusangka
11 Tiada Kasih Bersemi
12 Berlari Gembira

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

AFROBEAT - LE KÉNÉ-STAR DE SIKASSO - Hodi Hu Yenyan - 1977


Artista / Banda: Le Kéné-Star De Sikasso
Álbum: Hodi Hu Yenyan
Ano: 1977
Gênero: Afrobeat / Afro-Jazz / Mande Music
País: Mali

Comentário: Pérola formada na região de Sicasso, no Mali, sob o nome 'Orchestre Régional De Sikasso', lançando um álbum com este nome em 1970 e outro em 1977 (já como Le Kéné-Star), com a criação do selo 'Mali Kunkan', primeiro do país. Houve relançamento em 2014 em CD e LP na Holanda, novamente com edição limitadas.
Esta é mais uma daquelas 'jóias' vindas do oeste africano, um berço de sons e misturas efervescentes na época. Temos aqui um caldeirão que mescla estilos tradicionais, principalmente a Mande Music, com ocidentais, entre eles funk, jazz e rock, refletido no instrumental rico e diverso, destacando-se guitarra, órgão elétrico, intensa seção de metais e percussão endiabrada. As letras são todas em língua local, intercaladas por longos jams e geralmente cantada em coral (além de um engraçado possível 'diálogo' entre um cantor e outro que imita uma voz feminina ao longo dos hipnóticos 21 minutos de 'Lala').
Excelente e sólido registro e recomendado para qualquer interessado por música africana.

It was first led by drummer Baba Barry, before guitar player Madou ‘Guitare’ Sangaré took over when the orchestra changed its name to Kéné Star de Sikasso, and left behind the old 'Orchestre Régional' moniker as the decade rolled on. Under the Kéné Star de Sikasso’s name, the band released one LP in 1977 on the fabled Mali Kunkan collection. 
Opening this record, Hodi Yu Yenyan is the Kéné Star flagship song, with the electric organ and the guitars twirling together. Sung in senufo by François Ballo, it served to introduce the band’s musical aesthetics while extoling the virtues of the senufo culture, a language seldom recorded in Malian popular music of that time. The natural strength and wellness of this region is displayed on the second number, Kenedougou Fanga, sung by the band’s three singers. One of Mali’s most beautiful songs from the decade, Fitiriwale saw them again teaming up for an exercise in mellowness. Madou’s guitar swirls effortlessly around the melody, backed up by some droning electric organ. This song talks about weddings, with the lyrics "nowadays marriage doesn’t mean anything", advising that one has to look for a strong wedding and not for trivial pursuits. Hypnotic and intense, another moral fable takes up the whole of side B.

Orchestre Régional De Sikasso
Músicos:
François Ballo
Cheick Sabibou Diabaté
Mamadou Diakité
Mamadou Touré
Djely Moussa Kouyaté
Abdoulaye Diabate (vocal)
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Faixas:
01 Hodi Hu Yenyan 5:34
02 Kenedugu Fanga 7:19
03 Fitiriwale 6:39
04 Lala 21:27

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

PSYCH / PROG / HARD ROCK - BEGGARS FARM - The Depth of a Dream - 1984


Artista: / Banda: Beggars Farm
Álbum: The Depth of a Dream
Ano: 1984
Gênero: Psychedelic / Progressive / Hard Rock
 País: Inglaterra

Comentário: Formado na Ilha de Wight, sul da Inglaterra, este foi um power trio 'perdido no tempo' e que lançou um raríssimo LP independente, antes de mudar seu nome para Sweet Tooth, já com outros membros. Nos anos 90 voltaram ao antigo nome e lançaram outro disco, porém as informações sobre eles são escassas e os álbuns são impossíveis de achar.
Nesta versão relançada em CD que disponibilizo aqui há 12 faixas curtas (3 bônus em relação a primeira prensagem), possuindo feeling setentista raramente encontrada em bandas de décadas posteriores, bebendo da fonte ácida / psicodélica, além de pinceladas de hard e prog. Pode ser facilmente confundido com alguma obscuridade surgida entre 68-72, caso o ouvinte não saiba a data do lançamento. O instrumental é composto por guitarra distorcida em parceria do violão, bateria, baixo pulsante e até raras passagens de órgão e flauta, variando entre momentos viajantes e enraivecidos, sempre em composições intrigantes e raras músicas 'fracas'.
Excelente e sólida raridade 'revival' dos anos 60/70, altamente recomendado!

Beggars Farm was formed on the Isle of Wight, south of England, as a power trio and released a very rare private LP before changing its name to Sweet Tooth with new members. In the 90's they came back to the old name and released another album, however the information about them is scarce and the albums are impossible to find.
In this version reissued in CD that I make available here there are 12 short tracks (3 bonuses in relation to the first press), with strong 70's feeling, rarely found in bands of later decades, clearly influenced by acid / psychedelic and touches of hard and prog. It can easily be mistaken with some obscurity between 68-72 if the listener does not know the release date. The instrumental is composed of heavy distorted guitar, acoustic guitar, drums, pulsating bass and even rare organ and flute passages, varying between trippy and raw moments, always in intriguing compositions and almost no weak songs. Highly recommended!


Músicos:
Alge Philps (baixo, vocal)
Phil Ledicott (guitarra, violão)
Pete Moul (bateria)

Faixas:
01 Dreaming
02 Chiron The Centaur And The Seven Stars
03 Magic Garden
04 Dragonfly
05 Drifting
06 Hazy Skies
07 The Piper Of Dreams
08 Magic Forest
09 The Wizard And The Unicorn
10 Dancing Free
11 Drifting Again
12 The Depth Of A Dream

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

PSYCH FOLK - KABOUTER CHISMUS - Same - 1970


Artista / Banda: Kabouter Chismus
Álbum: Kabouter Chismus
Ano: 1970
Gênero: Psych Folk
País: Holanda

Comentário: Este foi um projeto de curta duração do compositor e cantor Nico Denhoorn, realizado na capital Amsterdã em 1970,  representando uma comunidade hippie local e que resultou em um raro LP independente lançado no mesmo ano. Nico lançou outros 2 álbuns solo e depois tornou-se escritor. 
Neste homônimo, estão presentes 14 curtas faixas de folk, variando entre atmosfera de baladas / pop até psicodelia lisérgica. O conteúdo lírico é o principal enfoque da obra, com letras de protesto e em defesa ao ambientalismo, sendo algumas músicas em inglês e outras em holandês. Os vocais são masculinos e femininos, acompanhados por arranjos instrumentais acústicos e simples, predominando violão, flauta e piano, além de raras intervenções da guitarra e órgão elétricos.
Uma boa opção para admiradores de acid folk dos anos 60, apesar de nada essencial.

This was a short-lived project by composer and singer Nico Denhoorn, born in Amsterdam, representing a local hippie community, that resulted in a rare private LP released in 1970. Nico released two other solo albums and then became a writer.
In the self-titled, there are 14 short folk tracks, varying from ballads /pop to lysergic psychedelic atmosphere. The lyrical content is the main focus of the album, with lyrics of protest and in defense of environmentalism, with some songs sung in English and others in Dutch. The vocals are masculine and feminine, accompanied by acoustic and simple instrumental arrangements, predominating guitar, flute and piano, as well as rare electric guitar and organ interventions.
A good choice for fans of acid folk from the 60's, although nothing essential.


Músicos:
Benny Ludemann (flauta, violão, guitarra)
Minneke Walstra (vocal)
Nico Denhoorn (vocal)

Faixas:
01 Ze Zeggen 2:17
02 Water Song 2:30
03 Amsterdam-Kabouterstad 2:00
04 Bobby Dylan (Intermezzo) 1:03
05 Opzeg-Liedje (Voor Kleine Kabouters) 1:51
06 Love To Hobit 2:58
07 Mag Dat Nou In Diensttijd 2:46
08 Road To Nowhere 2:21
09 Autoriteit 2:40
10 Make A Choice (Intermezzo) 1:07
11 We Kunnen Niet Buiten Elkaar 3:55
12 Amsterdam, Where It All Begins 2:02
13 Mrs. Sun 3:19
14 Kabouter Kantate 2:24

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

FOLK/ PSYCH / BEAT ROCK - SINTEZ (Синтез) - Кишлогимизга Келинг (EP) - 1974


Artista / Banda: Синтез (Sintez)
Álbum: Кишлогимизга Келинг (EP)
Ano: 1974
Gênero: Psych / Folk / Beat Rock
País: Uzbequistão

Comentário: Depois de postar discos de vários países Ásia Central, trazer algo do Uzbequistão foi uma difícil missão. Porém apresento aqui um desconhecido conjunto de lá, cujas informações são praticamente inexistentes, sendo uma ВИА (ou VIA), que eram bandas permitidas pelo governo soviético, e tendo lançado 2 EPs pela gravadora estatal Melodiya em 1974.
Este segundo e último EP é dividido em 3 curtas músicas: "Kishlogimizga Keling", que começa com uma intro surpreendente, mesclando psicodelia e música local em ritmo quase hipnótico da percussão e cordas, até entrada do coral, dando uma toada mais folk pop, apesar de bom acompanhamento da guitarra e metais. "Darelar" tem outra entrada interessante, apesar de mais breve, novamente entrosando trio de instrumentos elétricos (destacando-se a guitarra) e outros tradicionais, além de bela voz feminina. A balada "Toshkent Khakida Kushik" é dona do lado B, romântica e com forte vocal masculino acompanhado por piano e sax, havendo uma rápida quebra de funk. Todas as letras são em língua local.
Não esperem nenhuma grande surpresa aqui, porém é uma mescla intrigante entre ritmos ocidentais e tradicionais da região, vale a audição!


After posting records from various Central Asian countries, bringing something from Uzbekistan was a difficult mission. However, here is an unknown group from there, whose information is practically nonexistent, being a ВИА (or VIA), which were bands allowed by the Soviet government, they released 2 EPs by the state record company Melodiya in 1974.
This second and final EP is divided into 3 short songs: "Kishlogimizga Keling", which begins with an amazing intro, blending psychedelia and local percussion/ strings instruments in hypnotic rhythm, until the folk pop choir part, despite good accompaniment of guitar and brass. "Darelar" has another interesting intro, although shorter, again with trio of electric instruments (emphasizing the guitar) and other traditional ones, in addition to beautiful female voice. The ballad "Toshkent Khakida Kushik" is owner of the side B, romantic and with strong masculine vocal accompanied by piano and sax, having a fast funk-break in the middle. All lyrics are in local language.

Do not expect any great surprises here, but it's an intriguing mix between western and traditional rhythms of the region, it's worth hearing!

Músicos:
?

Faixas:
01 Kishlogimizga Keling (Кишлогизимга Келинг) 3:29
02 Darelar (Дарелар) 2:45
03 Toshkent Khakida Kushik (Тошкент Хакида Кушик) 4:56

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

CLASSIC ROCK / R&B - THE TRIANGLE - The Best Son - 1972


Artista / Banda: The Triangle
Álbum: The Best Son
Ano: 1972
Gênero: Classic Rock / Soul / R&B
País: África do Sul

Comentário: Pérola vinda da Cidade do Cabo, ativa no princípio dos anos 70 e cujas informações conhecidas são apenas as da contra-capa deste LP que posto aqui. Único lançado pela banda (além de dois singles), pelo pequeno selo 'Little Giant' e que infelizmente não obteve sucesso, esta é hoje uma obra quase mítica do rock sul-africano.
Composto por 12 curtas faixas, entre composições próprias e covers de clássicos do R&B norte-americanos, este disco mescla ainda rock clássico e funk/ soul. É clara a influência de bandas dos anos 60, fazendo que soe 'ultrapassado' e comercial demais em certos momentos, também pelas composições e arranjos simples (o instrumental possui bateria, baixo e guitarra, tendo alguns bons momentos da última, além de flauta em 'Here I Come'). A produção também não é das melhores.
Um exemplo daqueles registros que valem mais pela raridade do que qualidade, apesar de alguns momentos interessantes.


The Triangle was a band from Cape Town, active in the early 70's and the only known information  is in the back cover of this LP. They released only one album (in addition to two singles), by the small label 'Little Giant' and unfortunately didn't succeed, being now an almost mythical copy of South African rock.
Composed of 12 short tracks, between own compositions and covers of  American R&B classics, this album mixes classic rock and funk / soul. The influence of bands from the 60s is clear, making it sound dated and too commercial at certain times, also for the simple compositions and arrangements, with a lack of creativity. Record production is also not the best.
An example of those records that are worth more for rarity than quality, despite some interesting moments.

Músicos:
Richard Smith (vocal)
?

Faixas:
01 The Best Son 3:17
02 Rosanna 1:41
03 Image Of Happiness 2:46
04 Long Tall Shorty 3:00
05 Waters Of Love 3:07
06 Summertime 4:17
07 Here I Come (USA I'm Gone) 3:17
08 Too Much Monkey Business 2:31
09 On The Road 3:23
10 In The Quiet Street 3:28
11 I'm Old 2:52
12 I'll Be There 3:39

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

PROG/ JAZZ ROCK - TAIVAANVUOHI - Pop Liisa 4 - 2016 (1973)


Artista / Banda: Taivaanvuohi
Álbum: Pop Liisa 4
Ano: 2016 (1973)
Gênero: Progressive Rock / Jazz Fusion
País: Finlândia

Comentário: Como presente de Natal a todos os seguidores e leitores do blog, trago uma banda perdida no tempo, formada em Helsinque, capital da Finlândia, em 1972 e ativa por apenas dois anos, não lançando nenhum álbum no período. Apenas em 2016 o selo local Svart nos brinda com a série de lançamentos 'Pop Liisa', que resgatam gravações ao vivo de diversos grupos para a rádio nacional.
Aqui ouvimos 5 faixas, revezando-se entre curtas e longas, de uma mistura efervescente no cenário escandinavo na época: o jazz e o rock progressivo, além de pitadas de acid rock. Majoritariamente instrumental, ouvimos longas jams onde saxofone e flauta de Pepa Päivinen rivalizam com a guitarra elétrica, acompanhadas por sólida seção rítmica. As letras são em língua local e inglês. Entre as influências 'domésticas' podemos citar a conhecida Tasavallan Presidentti e Haikara, além de Frank Zappa, que ganha uma homenagem no cover de 'Orange County Lumber Truck'.
Um prato cheio para fãs de jazz rock progressivo, altamente recomendado!

Taivaanvuohi were a band operating in early 1970s Finland, that never managed to release an album, though they were slated to be on the Love Records roster. They were a largely forgotten group, until these wonderful Pop Liisa radio sessions showed up and have been sprung upon us, courtesy of Svart. Taivaanvuohi's style is an absolute bulls-eye for what I personally enjoy - that of Hot Rats-era Frank Zappa meets the Canterbury sounds of 1969 Soft Machine. Very complex, with a jazzy disposition, but with an added heavy psychedelic rock slant. Vocals are in English, not always a given with bands from Finland (though I would have preferred the indigenous language myself). Since this was a "one time live event" (December 5th, 1973), the performance isn't perfect, and one can only imagine how great these compositions would have been with some quality studio time and production. From Finland one can hear traces of Charlies, Tasavallan Presidentti, and Haikara in Taivaanvuohi's music, but largely they possess their own sound. The album finishes on a high point, with a ferocious cover of Zappa's 'Orange County Lumber Truck'. I had forgotten about this title, and was curious why some Finns from the early 70s had some strange affection for Anaheim and Irvine. Anyway, don't overlook this one if your tastes run similar to mine. This is a fantastic and unexpected find.

Músicos:
Pertti 'Pepa' Päivinen (saxofone, flauta)
Ismo Räisänen (bateria)
Urpo Siitonen (baixo)
Sami Hurmerinta (guitarra, backing vocal)
Tarmo Rosenlund (vocal)

Faixas:
01 Drop Drag 4:48
02 Shedding 8:27
03 Gloom / Muukalaiset Yössä 5:17
04 Forward Bound 10:02
05 Orange County Lumber Truck 6:50

sábado, 27 de outubro de 2018

PSYCH / PROG ROCK - IMAGE OF JESUS - Celestials ... Songs From Heaven - 1970


Artista / Banda: Image of Jesus
Álbum: Celestials ... Songs From Heaven
Ano: 1970
Gênero: Psychedelic Progressive Rock
País: Alemanha

Comentário: Depois de um longo intervalo, o blog está de volta e trazendo uma pérola vinda de Hamburgo, na Alemanha, e cujas informações são escassas, incluindo o nome dos membros. Lançaram um único e raríssimo álbum em 70 pela Vogue, até hoje não remasterizado.
Trata-se de uma obra dividida em 12 curtas faixas que mesclam composições próprias com temáticas cristãs e alguns covers de blues e R&B. Não esperem algo audacioso próximo ao Krautrock da época (apenas em "Celestial Peace"), mas sim uma mescla de psicodelia e proto-prog do fim dos anos 60, bastante influenciado por bandas britânicas. As músicas intercalam vocais femininos e masculinos e no instrumental a dobradinha órgão / guitarra marca boa presença em vários momentos.
Recomendado para fãs de rock alemão dos anos 60 e 70.

I have long strayed away from this album, even though it usually appears in krautrock databases and discographies. It's probably the heavily pronounced Jesus theme that seemed a bit off-putting - I'm a bit tired of xian albums masquerading as psych or prog. Guess I should've looked at the cover more closely! Depicting a morbid pile of human bones, it clearly suggests an underground classic, which this album falls just short of being. Actually, this is a rare example of a full-blown German psych record, maybe a bit like Talix (also released on Vogue), although Image of Jesus are generally heavier, darker and, dare I say, better. The arrangements are top-notch, utilising a plethora of organs and guitars, the female voice is more hellish than heavenly (she's sounding like some kind of a dark prophet at times), but it's the atmosphere that really rules here. I'm beginning to wonder if they were tongue-in-cheek with all this "celestial" concept - the music on this record is definitely for the sinners and wrongdoers rather than righteous folks.
Text: RateYourMusic

Músicos:
?

Faixas:
01 I'm On My Way 3:52
02 Rico's Devil 2:15
03 Amen 3:29
04 New York, From Morning To Morning 3:42
05 Ananais 2:36
06 Celestial Peace 2:23
07 Baby Please Don't Go 2:15
08 Roll On Buddy 2:07
09 Jesus Would Never Take A Gun 2:36
10 Swing That Hammer 3:46
11 Plute, Or The Unhappy King Of Dead 2:30
12 Don't Set Me Free 3:24

terça-feira, 21 de agosto de 2018

PROG FOLK - JONATHAN - Same - 1970


Artista / Banda: Jonathan
Álbum: Jonathan
Ano: 1970
Gênero: Progressive / Folk Rock
País: Itália

Comentário: Músico originário de Livorno, na região central da Itália, que começou sua carreira na música nos anos 60, em dupla com o francês Michelle Loskady, fazendo covers e chegando a lançar alguns compactos. Este é seu único álbum solo, cujas informações são mínimas (inclusive os músicos desconhecidos), lançado em um pequeno selo suíço e hoje impossível de achar.
São 12 curtas faixas que mesclam folk e pitadas de rock progressivo, ou proto-prog, já que este ainda estava se desenvolvendo no país. O álbum é muito voltado a parte lírica, com a bela voz de Pracchia, e letras todas em italiano, havendo algumas partes de declamações a capella, porém o acompanhamento instrumental tem seus ótimos momentos, se destacando de outros discos deste gênero, com violão 12 cordas, percussão e principalmente flauta, além de alguns momentos de órgão Hammond e guitarra.
Certamente uma pérola para fãs de RPI e prog/ folk em geral, recomendado!

A musician from Livorno, in central Italy, he started his career in music in the 60s, in a duo with Frenchman Michelle Loskady, making covers and even releasing some singles. This is his only solo album, whose information is minimal (including unknown musicians), released on a small Swiss label and impossible to find today. 
They are 12 short tracks that mix folk and touches of progressive rock, or proto-prog. The album is very focused on the lyric part, with the beautiful voice of Pracchia, and all lyrics in Italian, with some parts of word-spoken declamations, but the instrumental accompaniment has its great moments, mostly acoustic, with 12 string guitar, percussion and mainly flute, in addition to electric guitar and organ moments. Recommended gem for fans of RPI and prog / folk in general!

Músicos:
Maurizio Pracchia (Jonathan)
?

Faixas:
01 Lontano
02 Il treno
03 E' tutto vero e non è vero niente
04 Signor Rossi
05 Haoum
06 Come colombacci di passaggio
07 Nel giardino di Dio
08 Il castello oltre il soffitto
09 Io di più
10 Milano ore 25
11 Il fiore nella polvere
12 L'infame rospo