Se você está interessado em baixar algum álbum postado a partir de 2015, entre em contato por e-mail: prolasdorock@yahoo.com ou deixe seu contato nos comentários (este não será visível publicamente), e o link será enviado o mais breve possível!


Mais informações aqui: http://goo.gl/ra9cdp


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If you are interested in downloading any posted album from 2015, contact by email: prolasdorock@yahoo.com or let your email in comments (this will not be visible publicly) and the link will be sent as soon as possible!


More info here: http://goo.gl/ra9cdp

domingo, 31 de dezembro de 2017

HARD BLUES - KATAPULT - Same - 1978


Artista / Banda: Katapult
Álbum: Katapult
Ano: 1978
Gênero: Hard / Blues Rock
País: República Tcheca

Comentário: Banda formada em 1974 na cidade de Plzeň, antiga Checoslováquia. Apesar de certas restrições pelas autoridades da época, o trio sempre se manteve na ativa, lançando vários LPs e ganhando fama local, hoje tendo apenas Oldřich Říha da formação original.
Posto aqui o debut, gravado ao vivo na capital Praga, dividido em 10 faixas de hard rock, não devendo nada aos grandes nomes do gênero no leste europeu, como Bijelo dugme e YU Grupa. As letras são todas em tcheco e o instrumental é simples, direto e sólido, com domínio das guitarras em riffs e solos marcantes, acompanhadas por boa bateria / baixo e gaita de boca, que garante uma sonoridade mais 'blueseira' em algumas músicas.

Band formed in 1974 in the city of Plzeň, former Czechoslovakia. Despite some restrictions by the authorities of the time, the trio always remained active, releasing several LPs and gaining local fame, now having only Oldřich Říha of the original line-up.
Here is the debut, recorded live in the capital Prague, divided into 10 tracks of hard rock, owing nothing to the big names of the genre in Eastern Europe, like Bijelo dugme and YU Grupa. The lyrics are all in Czech and the instrumental is simple, straightforward and solid, with great guitar work in striking riffs and solos, accompanied by good drums / bass and harmonica, guaranteeing a more 'bluesy' sound in some songs.


Músicos:
Anatoli Kohout (bateria)
Jiří Šindelář (vocal, baixo, guitarra)
Oldřich Říha (vocal, guitarra, harmônica)

Faixas:
01 Půlnoční závodní dráha 2:50
02 Miluju severní nebe 4:20
03 Hlupák váhá 3:00
04 Tichá pošta 3:25
05 Tvoje dlouhé vlasy 3:0
06 Každé ráno... 3:50
07 Máš na to být víc 4:00
08 Perfektní součet 5:00
09 Stovky hotelů 3:40
10 Vlaky V Hlavě 8:40

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

PSYCH/ FOLK ROCK - SARGON GABRIEL & EAST BIRDS - Atturiya - 1976


Artista / Banda: Sargon Gabriel & East Birds
Álbum: Atturiya
Ano: 1976
Gênero: Psych / Assyrian Rock
País: Iraque

Comentário: Segundo disco deste cantor nascido em 1947 na cidade de Habbaniyah, sendo o último com a parceria da banda East Birds (composto aparentemente por músicos iraquianos e americanos). Sargon continua na ativa, lançando dezenas de álbuns ao longo das décadas e tendo sucesso local.
  Composto por 8 faixas, maioria curtas, a obra promove um dos primeiros encontros entre 'Assyrian folk' (música típica da região no Oriente Médio) e rock/ pop ocidental, principalmente por conta dos músicos de apoio, que garantem bons momentos no órgão e guitarra, apesar de ainda faltar certa ousadia e estarem presos no som dos anos 60, por isso ficando abaixo do disco do conterrâneo Al Basim. As letras são todas em língua local.

The second album of this singer born in 1947 in the city of Habbaniyah, the last one with the band East Birds (composed apparently by Iraqi and Americans musician). Sargon remains active, releasing dozens of albums over the decades and having local success. Composed of 8 tracks, most of them short, the work promotes one of the first encounters between 'Assyrian folk' (typical  arabic music) and western rock / pop, mainly because of the supporting musicians, who guarantee good moments in the organ and guitar, although they still lack a certain audacity and sound as 60's groups. The lyrics are all in local language.

Músicos:
Sargon Gabriel (vocal)
Freddie De Eiel (guitarra)
Tony Abraham (baixo, bateria)
Eddie Talya (órgão, piano)

Faixas:
01 Atturiyah (The Assyrian) 3:53 4:12
02 Si-Did Khazala (The Hunt Of The Doe) 4:12
03 Ya'Thara (Oh! Bird)  6:45
04 Shmimon Yajwankay (Listen Youths) 4:44
05 Shuprakh Najib (Your Gentle Beauty) 4:39
06 Moo Roonla Rakda (Tell Her To Dance) 5:04
07 Souria 3:22
08 Sharen Bizmara (I Start To Sing) 6:29

sábado, 23 de dezembro de 2017

PROG FOLK - KÁRI P. - Vælferðarvísur - 1978


Artista / Banda: Kári P.
Álbum: Vælferðarvísur
Ano: 1978
Gênero: Prog / Folk / Pop Rock
País: Ilhas Faroe

Comentário: Primeiro de dois discos que este músico e vocalista das Ilhas Faroe lançou em sua breve carreira no fim dos anos 70, poucas informações são conhecidas sobre ele. Este debut tem presença de vários músicos, garantindo uma grande variedade de instrumentos, apesar de ser na maioria do tempo acústico e simples. As letras são todas em língua local, mantendo forte raízes no folk nórdico, apesar de uma roupagem moderna, ora mais comercial ora mais elaborado, beirando o progressivo ou jazz rock. Apesar de poucas novidades para o estilo, ainda vale a audição, principalmente para fãs de rock 'fora do eixo'.

First of two albums that this musician and singer of the Faroe Islands launched in his brief career in the late 70s, little information is known about him. This debut has a presence of several musicians, guaranteeing a great variety of instruments, despite being in most of the time acoustic and simple. The lyrics are all in the local language, keeping strong roots in Nordic folk, despite modern versions, more commercial/ pop or more elaborate, influenced by progressive or jazz rock. Although few news in the style, it is still worth hearing, especially for Nordic rock fans.


Músicos:
Kári Petersen (guitarra, vocal)
Gunnar Hrafnsson (baixo)
Hlöðver Smári Haraldsson (clavinete, órgão, sintetizador)
Már Elísson (bateria, congas)
Bragi Hlíðberg (harmônica)
Vilhjálmur Guðjónsson (saxofone, clarinete, violão)
Hlöðver Smári Haraldsson (piano)

Faixas:
01 Kalli Katt 4:58
02 Sálarhirdin 3:28
03 Hvørvisjónin 3:29
04 Tjóđsangur Fyri Hina Helvtina 2:41
05 Herluf 4:01
06 Sangur Um Flyting 3:42
07 Góđborgara-shuffle 1:43
08 Verkamađur Allra Landa 2:59
09 Bara Tú Riggar 2:42
10 Andvera 2:22
11 Tarsanskvæđi 3:11
12 Amerikakvæđi 4:26
13 Lagarliga Landiđ 2:51
14 Súrligar Nætur Í Keypmannahavn 3:20

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

RECOMENDAÇÕES NACIONAIS - PARTE V



Depois de um longo hiato, volto com as postagens especiais trazendo as ótimas bandas nacionais que movimentam o cenário atual. Começo com uma que já passou aqui pelo blog, o sexteto paulista de música instrumental Kaoll, que vem com material novo, lançado no segundo semestre deste ano. Mais um disco inovador e muito bem arranjado produzido na cena underground brasileira, apesar de curto (menos de 25 minutos), mesclando rock progressivo, jazz fusion e música brasileira, com destaque para o belíssimo trabalho na flauta de Yuri Garfunkel. 
Sem mais recomendações necessárias, 'bandaça' que não decepciona. Informações do release e contato:

Sob os Olhos de Eva, novo trabalho autoral do grupo instrumental Kaoll, foi produzido sob o conceito de transmídia, em conjunto com o livro homônimo de Renato Shimmi e ilustrações de Zé Otávio. A obra, interligada através de um aplicativo descreve a dualidade entre lirismo e opressão nas revoluções históricas, a partir do mito de Eva e a expulsão do paraíso até os tempos atuais. Musicalmente, o grupo amplia os limites do jazz/rock com influencias musicais universais a partir do ponto de vista latino americano, trazendo ambiências diversas para ilustrar emocionalmente o conjunto de ensaios filosóficos apresentados no livro.

Bruno Moscatiello (guitarra, violão)
Yuri Garfunkel (flauta, violão 10 cordas)
Gabriel Catanzaro (baixo)
Rodrigo Reatto (bateria)
Janja Gomes (percussão)
Fabio Leandro (piano, teclados)
Gabriel Costa (baixo, guitarra)

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Debut da banda carioca Arcpelago, formada em 2014 pelo tecladista Ronaldo Rodrigues (ex-Massahara, ex-Módulo 1000, atual Caravela Escarlate e O Terço lado B). Lançado em 2016, esta é uma das ótimas surpresas vindas de terras tupiniquins nos últimos anos, já composta por faixas mais longas e quase épicas, bebendo diretamente da fonte setentista, principalmente na linha do progressivo sinfônico, porém com personalidade. Apesar de majoritariamente instrumental, ouvimos algumas partes cantadas em português. Seguem mais informações e contatos:

O Arcpelago é uma banda de rock, de inspiração progressiva na estética sonora dos anos 1970, buscando cruzar a energia do rock com pretensões mais eruditas, agregando referências do jazz, blues, música folk e étnica, em um contexto de experimentação e diálogos entre o acústico e o elétrico/eletrônico. Partindo da mesma premissa que grupos clássicos do estilo, o Arcpelago privilegia arranjos fortes que favorecem a presença de todos os instrumentos, a sonoridade analógica e composições autorais intensas e exploratórias.

Simbiose foi gravado ao longo do ano de 2015 e lançado de forma independente em 2016, buscando materializar as ideias individuais e coletivas que sintetizam o Arcpelago enquanto conceito musical. Composto de 6 faixas, busca expressar uma musicalidade ampla e eclética, suportando letras que vagueiam entre o concreto e o abstrato, da crítica à contemplação, do natural ao transcendental. Em 2016, o guitarrista Eduardo Marcolino deixa a banda, por questões pessoais e para seu posto o grupo recruta o jovem e talentoso guitarrista Diogo Albano Aratanha, que completa a atual formação do grupo.

Ronaldo Rodrigues (teclados, vocal)
Jorge Carvalho (baixo)
Eduardo Marcolino (guitarra)
Renato Navega (bateria)

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Email: arcpelago@gmail.com




Encerro mais este post com uma banda do interior do Rio Grande do Sul, que lançou seu primeiro álbum completo em maio deste ano. Trata-se de um trabalho todo instrumental e na onda 'revival' da psicodelia setentista, variando momentos com bastante peso, distorção e atmosfera densa, beirando o stoner rock e outros acústicos e viajantes. Assumem influência de grandes nomes como Captain Beyond, Pink Floyd e Grand Funk Railroad.
Um petardo que vai agradar fãs de rock ácido/ stoner e psicodélico, recomendado. Mais info e contatos:

Atualmente a banda laçou seu primeiro álbum conceitual intitulado "Ouroborous" (2017), composto por 10 músicas. “Ouroborous” é o primeiro álbum completo de estúdio da The Experience Nebula Room, e reflete horas de trabalho e investimento criativo e pessoal da banda. O nome “Ouroborous” é uma variação da palavra e símbolo grego “Ouroboro” que simboliza a eternidade e a ideia cíclica do eterno retorno. O nome foi atribuído ao disco, pois a obra foi pensada para ser ouvida sem pausas entre as músicas, e com a estrutura de lado A e lado B, como num disco de vinil. Outro detalhe importante a salientar é que o disco é cíclico, uma vez que os efeitos que dão início a faixa 1 se repetem de forma invertida na última faixa, criando um looping infinito.

Rafael Rechia (guitarra)
Nicholas Lucena (bateria, baixo)
Eduardo Custódio (baixo, bateria)
Régis Garcia (órgão, sintetizador, guitarra)

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Estes álbuns foram postados apenas na intenção de divulgação, sendo assim não disponibilizarei links de downloads próprios do blog. Caso esteja interessado, entre em contato pelos endereços fornecidos na postagem para comprar ou baixar o disco. Caso esteja interessado em divulgar seu trabalho no blog, entre em contato por e-mail (prolasdorock@yahoo.com), saiba mais aqui.

These albums were posted only in the intention of divulgation, so I will not send downloads links. If you are interested, please contact the band's site provided in the post to purchase or download the album. If you want to promote your album or band in the blog, contact me by e-mail (prolasdorock@yahoo.com), more info here.

sábado, 16 de dezembro de 2017

CELTIC FOLK - SHADES OF MAC MURROUGH - Carrig River - 1973


Artista / Banda: Shades of Mac Murrough
Álbum: Carring River
Ano: 1973
Gênero: Folk Rock / Celtic Folk
País: Irlanda

Comentário: Trio formado em Ferns, Wexford, em 1971. Lançaram 3 álbuns nos anos 70, sendo os dois últimos apenas com o nome Mac Murrough, todos hoje possui grande valor entre colecionadores. 
Posto aqui o debut, dividido em 12 curtas faixas, sendo uma mistura de versões de canções tradicionais do folk irlandês / celta e composições contemporâneas, estilo que o grupo seguiu por toda sua trajetória. O destaque vai para a belíssima harmonia vocal entre as vozes femininas e a de Paul Kavanagh, impressionante mesmo para admiradores do gênero, acompanhada por um rico e acústico instrumental, que conta com violões, auto-harpa, espineta e outros típicos da música celta, como tin whistle e bodhran.
Sólido e surpreendente trabalho, altamente recomendado para fãs de folk music.

Hailing from Ferns in Co. Wexford Shades of MacMurrough formed in 1971. They made several appearances on RTE television and released their debut single Julia on Dolphin Records in 1971. Comprised of Mary and Josephine ONeill and Paul Kavanagh they sepcialised in close harmonies and accompanied themselves on 6&12 string guitars,spinet, autoharp, tin whistle and bodhran. Signing to Polydor Ireland in 1972 they recorded their first album Carrig River. Released in 1973 Carrig River features some of the finest poems and ballads from the Irish folk tradition spanning four centuries including Follow Me Up to Carlow, She Moved through the Fair while the title track Carrig River and Courtown Fishermen echo the rich folk traditions of their native Wexford. Shades of Mac Murroughs Carrick River has been long held as an acid folk holy grail and is a mellifluous blend of sublime vocal harmonies and subtle instrumentation. 

Músicos:
Paul Kavanagh
Josephine O'Neill
Mary O'Neill

Faixas:
01 Carrig River 2:38
02 Follow Me Up To Carlow 2:35
03 Sean Dun Nangall 1:08
04 O'Sullivan's Retreat 3:24
05 Johnny Shoemaker 2:44
06 Tunnel Tigers 1:53
07 Reynard The Fox 2:48
08 She Moved Through The Fair 3:45
09 Tabhair Dom Do Lamh 1:58
10 Rocky Road To Dublin 3:08
11 Siobhan Ni Dhuibhir 2:34
12 Courtown Fishermen 4:31

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

PROG / PSYCH ROCK - ISAIAH - Unreleased Demos - 2017 (1973-77)


Artista / Banda: Isaiah
Álbum: Unreleased Demos
Ano: 2017 (1973-77)
Gênero: Progressive / Psychedelic / Hard Rock
País: Áustria

Comentário: Grupo de Innsbruck, Áustria, provavelmente já conhecido pelos frequentadores do blog devido ao seu debut de 1975, que acabou sendo o único disco oficial lançado pela banda. Posto aqui estas faixas que seriam do segundo álbum, porém nunca foram lançadas devido a não aceitação pela gravadora e acabaram redescobertas em CD-R, mas agora ganham um lançamento pela Repsychled.
São 8 faixas, sendo que 3 passam dos 10 minutos, mesclando influencias de rock progressivo, psicodélico, hard e até tímidas doses de krautrock e experimentalismo. Instrumental rico e diversificado marca o som, onde passagens de saxofone, órgão elétrico, guitarra, flauta e percussão se complementam em longos solos, tendo ainda as partes líricas.
Um ótimo e perdido registro que agradará certamente fãs de prog / psych, recomendado!

Group of Innsbruck, Austria, probably already known by the regulars visitors of the blog due to its debut of 1975, that ended up being the only official album released by the band. I post here these tracks that would become their second album, but they were never released because of non-acceptance by the record company and ended up rediscovered on CD-R, but now they get a official release by Repsychled.
There are 8 tracks, 3 of which pass 10 minutes, mixing influences of progressive, psychedelic, hard rock and even timid doses of krautrock and experimentalism. Rich and diversified instruments mark the sound, with passages of saxophone, electric organ, guitar, flute and percussion complement each other in long solos, having the lyrical parts. Strongly recommended!


Músicos:
Hans Gasser (baixo)
Walter Reschauer (bateria, percussão)
Günther Karlinger (guitarra)
Georg Gasser (teclados)
Edu Weber (guitarra, violão, backing vocal)
Gerd Raabe (vocal, flauta, violão, percussão)

Faixas:
01 Playing The Circle Game 04:20
02 Nightmare 02:42
03 Same To You 10:35
04 Zu Leise 04:35
05 No Reason 04:44
06 The Fighter 12:52
07 Long Way 11:15
08 Sunset 03:51

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

JAZZ FUSION - QUINTEPLUS - Same - 1972


Artista / Banda: Quinteplus
Álbum: Quinteplus
Ano: 1972
Gênero: Jazz Fusion
País: Argentina

Comentário: Grupo formado na capital Buenos Aires em 1969, por músicos que já haviam tocado em algumas orquestras e conjuntos, lançando um único álbum de estúdio e gravando outro ao vivo, que só foi lançado na década seguinte. Todos os membros seguiram carreira solo.
O homônimo é dividido em 8 faixas totalmente instrumentais de jazz fusion, que apesar de considerado 'tradicional' por algumas críticas, mescla boas influências de funk e música latina, liderado pelo ótima performance de Santiago Giacobbe nos teclados elétricos e Jorge Anders no saxofone, apesar de serem músicos competentes e execução sólida de todas as músicas.

Quinteplus - a core of five musicians but sometimes more on stage - was an offshoot of that collective and their shared admiration for Cannonball Adderley, soul-funk and local flavours led to this, their sole studio album in '72. They broke up the following year.
It may be musically conservative by many current jazz reference points, but that doesn't deny its appeal -- or that tenor player Jorge Anders has an assured and unwavering tone, or that driven by electric piano and bopping upright bass these guys really epitomise a kind of cool swing with Latin passion.

Your world won't be changed -- but if energetic or introspective jazz with swing and/or bite is your thing then this excellent reissue will serve you well on both counts.
Text: Elsewhere


Músicos:
Gustavo Bergalli (trompete)
Jorge Anders (saxofone)
Santiago Giacobbe (piano elétrico)
Jorge Gonzalez (baixo)
Carlos Pocho Lapouble (bateria)

Faixas:
01 Loberman, El Hombre Loco 4:10
02 Los Ejes De Mi Carreta 5:38
03 Blackman El Justiciero 4:25
04 El Marques 7:06
05 El Pasito De Nano 4:20
06 Zamba De Mis Pagos 4:08
07 La Vuelta Del Elefantor 5:16
08 Ode To Billy Joe 4:06


sábado, 2 de dezembro de 2017

ELECTRONIC / ANATOLIAN ROCK - GÖKÇEN KAYNATAN - Same - 2017 (1968-73)


Artista / Banda: Gökçen Kaynatan
Álbum: Gökçen Kaynatan
Ano: 2017 (1968-73)
Gênero: Electronic / Anatolian Rock
País: Turquia

Comentário: Nascido em 1939 em Istambul, este foi um dos músicos pioneiros na Turquia em adição de instrumentos eletrônicos às canções, apesar de gravar poucos compactos em seu estúdio particular, além de canções para a TV local.
Esta compilação da Finders Keepers traz 9 faixas, sendo algumas inéditas, curtas e instrumentais que combinam rock progressivo eletrônico, carregado de experimentações e "viagens" de moog, sintetizador (acompanhadas de bateria / baixo e raramente guitarra) e pitadas de música tradicional da região em algumas canções, podendo ser considerado um embrião do que viria a ser o Anatolian Rock. 
Apesar de um pouco datado em momentos, este é certamente um registro interessante para fãs de rock eletrônica / experimental.

Born in Istanbul in 1939, Kaynatan first came to prominence as a teenage rock’n’roller, including a stint playing alongside Turkey’s very own rock guitar god Erkin Koray. But it was his fascination with new technology and incorporating electronic sounds into music that really fired his imagination.
In 1972, he got his hands on an EMS Synthi AKS and never looked back, going on to pioneer a potent blend of Anatolian kosmische. Yet despite a reputation for innovative live performances, his long-standing distrust of the record industry meant he produced just two singles highlighting his unique sound, both of which are included here.
Do anın Ötesi brilliantly encapsulates Kaynatan’s aesthetic, lonely synth notes drifting against some bitingly grungy guitar while a primitive drum machine is pushed to its limits (watch the fantastic footage of him playing this on YouTube). The scratchy aquatic funk of Evren has the same maverick spirit of Can (serendipitously, Kaynatan studied in Germany in the early 70s), while the industrial library music of Cennet Dünyamız sounds like Bo Diddley played by a particularly louche robot.
Essentially a one-man Radiophonic Workshop creating his own sonic universe, Kaynatan’s music reflects a time when technology offered a happy – if slightly off-kilter – vision of the future. His work was a key modernising influence in Turkey’s popular culture and its self-definition as a forward-looking secular society.
Text: Team Rock - Prog

Músicos:
Gökçen Kaynatan (sintetizadores, bateria, baixo, guitarra)

Faixas:
01 Doğanın Ötesi 03:26
02 Sihirbaz 04:33
03 Pencerenin Perdesini 02:24
04 Beyoğlu'nda Gezersin 03:56
05 Clearway 03:41
06 Madımak 02:48
07 Evren (Extended Version) 04:09
08 Cennet Dünyamız 04:42
09 Lost Island 05:55