Se você está interessado em baixar algum álbum postado a partir de 2015, entre em contato por e-mail: prolasdorock@yahoo.com ou deixe seu contato nos comentários (este não será visível publicamente), e o link será enviado o mais breve possível!


Mais informações aqui: http://goo.gl/ra9cdp


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If you are interested in downloading any posted album from 2015, contact by email: prolasdorock@yahoo.com or let your email in comments (this will not be visible publicly) and the link will be sent as soon as possible!


More info here: http://goo.gl/ra9cdp

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

PSYCHEDELIC FOLK - JOHN PHILLIPS - John - 1969


Artista / Banda: John Phillips
Álbum: John
Ano: 1969
Gênero: Psychedelic Folk Rock
 País: África do Sul

Comentário: Músico nascido no Zimbábue, mas de história quase toda desconhecida, que lançou apenas um raríssimo álbum de apenas 200 cópias, sendo a maioria destruída pela censura do regime do Apartheid na época, tornando-se um dos mais raros discos sul-africanos de todos os tempos.
Composta por 13 curtas faixas, aparentemente todas executadas por John, este é um registro quase todo acústico e folk, com uma atmosfera ácida e psicodélica em certos momentos, claramente influenciado por nomes da costa oeste americana e da cena britânica. É marcado por uma sensibilidade e beleza nas composições e arranjos que chega a surpreender, sendo guiado pelo violão e vocal, com passagens de flauta, tabla e percussão.
Um ótimo exemplo de folk psicodélico dos anos 60, recomendado para fãs do estilo.


I am lucky enough to own a copy of this amazing LP. One of only three copies that have surfaced so far in the entire world. Thirteen original songs featuring sparce but clearly psychedelic instrumentation including occasional flute tabla and finger cymbals. Vocals and lyrics are reminiscent of Syd Barett, Arthur Lee, Donovan et.al. Very little is known about John. He was a pale skinned Zimbabwean who also happened to be a transexual living in South Africa's repressive apartheid regime. Apparently maybe less than 200 copies were pressed and of those many were seized and destroyed by security police. Plans are a foot to do a reissue sometime in the near future, so keep your eyes and ears open for further news.
Text: Discogs

Músicos:
John Phillips (vocal, violões)
?

Faixas:
01 Ballad of a Tall Man 2:04
02 Peppermint Wind 3:00
03 The Rock 1:25
04 Willow Brook 2:40
05 Paint Box Jester 1:53
06 Scaramouche 3:41
07 Pre Ante Pen Ultimatum 2:34
08 Mulberry Avenue 3:13
09 Whisper to the Wind 2:32
10 The Bird With Plastic Feathers 2:57
11 Sylvia 2:38
12 Permutation Child 2:32
13 Look at the Time Fly 3:53

domingo, 8 de outubro de 2017

COUNTRY / HARD ROCK - NOAH - Peaceman's Farm - 1972


Artista / Banda: Noah
Álbum: Peaceman's Farm
Ano: 1972
Gênero: Hard / Psych / Country Rock
 País: Canadá

Comentário: Grupo de Ontário fundado pelo holandês Barry Vandersel em meados dos anos 60, passando por mudanças de nome e formação, até finalmente serem Noah, lançando assim dois álbuns. A banda acabou prematuramente após a morte do líder em 75, por conta de um câncer. 
Posto aqui o segundo e último disco, com participação de Randy Bachman (ex-The Guess Who), dividido em 10 faixas, sendo algumas voltadas ao hard rock e outras mesclam de forma agradável country, psicodelia e folk rock, em alguns momentos mais melódico (frequentemente comparado com CSNY). O instrumental é simples e guiado pelo ótimo trabalho das guitarras, acompanhada por percussão, baixo e bateria eficientes. O vocal também é outro ponto alto, muito bem harmonizado e encaixado nas canções.
Consistente e bem executado disco, recomendado para fãs de country e hard rock dos anos 70.

Ontario's Noah appear at the midway point. Like a few bands on here, they had support from Randy Bachman who occasionally played 2nd guitar with them live and, along with production duties, allegedly played on parts of the the bands second (and final) album 'Peaceman's Farm' (1972). The album is a mix of rural sounding rock which is perfectly complemented by Paul Clapper's husky vocals as you can hear on 'Something's In the Way'. It is less pop-orientated then their debut, which is still a pretty good record but quite different to Peacaman's Farm, closer to what they recorded under their previous moniker 'Tyme And A Half'. My gripe with this album is that while it's all of good quality, it's weighted a bit to too much towards balladeering, the four or so 'rocking' tracks on it are brilliant and I would have more of them!

Músicos:
Barry "Buzz" Vandersel (vocal, baixo)
Marinus Vandertogt (guitarra, vocal)
Peter Vandertogt (bateria, percussão, vocal)
+
Randy Bachman (guitarra)

Faixas:
01 Peaceman's Farm 6:00
02 They Come, They Go 3:03
03 Sussex 3:25
04 April Roads 3:36
05 Light of a Different Day 4:02
06 For Us All 3:34
07 World Band 3:45
08 Something in My Way 3:30
09 Take Me Back 3:00
10 Never Too Late 6:03


quarta-feira, 4 de outubro de 2017

AFRO ROCK - BLACK SAVAGE - Grassland / Kothbiro - 1976


Artista / Banda: Black Savage
Álbum: Grassland / Kothbiro

Ano: 1976
Gênero: Afro Rock / Funk
 País: Quênia

Comentário: Pérola ativa em meados dos anos 70, oriunda do oeste do Quênia, região do povo Luo. O jovem quinteto lançou 3 raríssimos singles, que apesar da pouca prensagem ganharam certa influência na região. "Grassland" é uma jam majoritariamente instrumental que mescla afro funk e rock, com domínio do teclado viajante, acompanhado de percussão. "Kothbiro"é uma versão moderna de uma canção tradicional, mais cadenciada e ao estilo balada, porém com bons coros e parceria entre guitarra e teclado. As letras são toda em dholuo, dialeto local.

Black Savage was a short-lived mid-1970s group of young college-age Kenyans, namely Barrack Achieng (bass), Job Seda (a.k.a. Ayub Ogada) (percussion), Noel Drury Sanyanafwa (drums), Jack Odongo (keyboards) and Gordon Ominde (Golden Simone) (guitar). Most of them were from the Luo tribe, which may explain why the song is in the DhoLuo language. Its title means, ‘(The) Rain Is Coming’. ‘Koth Biro’ is actually a traditional DhoLuo song, possibly a lullaby. Job Seda has more recently released a more traditional version of the song, to the accompaniment of the traditional Luo lyre. The 'Grassland' single resonated within the young, urban, hipster Nairobi crowd when it dropped in 1976.
Text: Afro7


Músicos:
Barrack Achieng (baixo)
Job Seda (Ayub Ogada) (percussão)
Noel Drury Sanyanafwa (bateria)
Jack Odongo (teclados) 
Gordon Ominde (Golden Simone) (guitarra)

Faixas:
01 Grassland 4:52
02 Kothbiro 4:04

terça-feira, 26 de setembro de 2017

RAGA / PROG ROCK - ANDRÉ FERTIER & CLIVAGE - Regina Astris - 1976


Artista / Banda: André Fertier & Clivage
Álbum: Regina Astris

Ano: 1976
Gênero: Raga Rock / Prog / Jazz Fusion
 País: França


Comentário: Primeiro disco deste grupo francês, creditado também como projeto do líder, compositor e músico André Fertier. O conjunto lançou 3 álbuns entre as décadas de 70 e 80, sendo este o primeiro, e Fertier seguindo carreira solo posteriormente.
As 4 faixas presentes trazem uma mescla de música tradicional indiana, além de jazz fusion e rock progressivo, em momentos próximo do sinfônico, território desbravado anos antes por nomes como Aktuala e Shakti. Sem nenhuma parte lírica e muito bem executada por uma grande diversidade de instrumentos, como tabla e santoor (típicos), solos de violino, saxofone, guitarra e sintetizadores, provocando atmosfera viajante, intensa e até mesmo dançante.
Uma excelente pérolas para fãs de indo-prog-fusion, sem quase nenhum momento fraco, altamente recomendado!

Andre Fertier's Clivage is one of the most impressive, unheralded, French ensembles. Finding themselves in no-man's land betwixt Indian music, jazz, drone and progressive rock styles, the ensemble created three fascinating albums well worth the attention of those who seek music that falls in the cracks between genres.
The group's debut album is probably their signature statement. Featuring four long tracks, Regina Astris sets the stage for this ensemble's mesmerizing music. Instrumentally, the rhythm section is based on Armand Lemal's perucssion and Patricio Villaruel's tablas, upon which Fertier (guitar and keys), Jean Pierre de Barba (sax), Claude Duhaut (bass), and Mahmoud Tabrizizadeh (violin) weave a spellbinding tapestry, a sound that is reminiscent of Shakti, Archimedes Badkar, Oriental Wind, Aktuala and other similar groups where jazz meets the east. The drone stylings of the raga-esque music give the overall feel a trancy atmosphere where a drone is set up, and over the course of each piece, a build up slowly emerges where the instrumentalists improvise over the rhythms, continuing to advance the intensity of each piece. It ends up being over all too quickly, a virtual delight transcending several genres that should appeal to fans of east-meets-west music.
Text: Gnosis2000


Músicos:
Claude Duhaut (baixo)
André Fertier (guitarra, teclado)
Armand Lemal (percussão)
Jean-Pierre Debarbat (saxofone, flauta)
Patricio Villaroel (tabla)
Mahmoud Tabrizizadeh (violino, santoor)

Faixas:
01 Moving Waves 10:30
02 Regina Astris 12:20
03 Mama Swat 11:50
04 Tabarkha 5:00

sábado, 23 de setembro de 2017

REPOST: ACID FOLK - MOURNING PHASE - Same - 1971


Artista / Banda: Mourning Phase
Álbum: Mourning Phase
Ano: 1971
Gênero: Psychedelic Folk
Países: Inglaterra

Comentário: Atendendo a pedidos, repost de um dos primeiros e mais raros posts do blog. A história desta banda é quase toda desconhecida, incluindo seus músicos. Lançaram apenas um disco com prensagem mínima pela pequenina Eden, desaparecendo em seguida e tendo seu material redescoberto nos anos 90 pela Kissing Spell.
Dividido em 7 curtas faixas, totalizando menos de 30 minutos, este é um belo exemplo da mistura entre folk rock e psicodelia que guiou várias bandas locais na época (sendo comparado com Mellow Candle). Muito bem executado e arranjado pelos violões, com raras aparições de guitarra elétrica que acompanham os graciosos vocais femininos e masculinos, que se alternam.
Apesar de um leve toque ingênuo / amador, esta é uma das minhas pérolas favoritas de acid folk britânicas, altamente recomendado!

But the simplicity of Mourning Phase's instrumentation forms a powerful an unique poem book of dialogues for both electric and acoustic guitars, and male and graceful female voices, rejoicing and damning each other by turns. Some of the arrangements on both guitar lines and vocal discourses appear quite clever, escaping the purist folk tradition towards the straits which associate with progressive rock's and psychedelic culture's musical contexts. I also felt that the lighter load of instrumentations give more force to the adorable vocals and delightful mosaics of double guitar interplays. The compositions are in my opinion wonderful, lingering on the mental state I personally feel very comfortable with. The amateurism might be detected in closings of few songs, where I think either imagination or concentration got bit lost, and some guitar lines may prove that the musicians played on the very threshold of their own capabilities. Yet this kind of unevenness gives to me a feeling of more direct contact to the performers' personalities and sincerity in their effort, and does not lower the listening enjoyment.
Text: ProgArchives

Músicos:
?

Faixas:
01 Ring Out The Bells (4:30)
02 August Song (4:42)
03 Smile Song (3:40)
04 Dross (2:57)
05 Putrescence (5:20)
06 Damn Your Eyes (4:33)
07 Contrived (3:08)


domingo, 17 de setembro de 2017

HARD ROCK - MIFICHESKII KOKOKOL (Мифический Колокол) - Neofitsial’nii visit (Неофициальный визит) - 1979


Artista / Banda: Mificheskii Kolokol (Мифический Колокол)
Álbum:  Neofitsial’nii visit (Неофициальный визит)
Ano: 1977
Gênero: Hard / Classic Rock
País: Rússia

Comentário: Obscuridade máxima formada em Leningrado, na antiga URSS e atual São Petersburgo, por ex-músicos de bandas locais já postadas aqui, como Sankt Peterburg (foto acima) e Mifi. Aparentemente esta é a única apresentação ao vivo do grupo de vida curta, cujas gravações foram milagrosamente salvas e hoje rodam a internet, porém sem nenhum lançamento oficial. 
São 5 faixas de composição própria, que trazem um rock clássico beirando o hard e garagem, próximos aos sons das citadas acima. As músicas são cantadas em russo e o instrumental é básico, com guitarra liderando, acompanhada por baixo, bateria e teclado. A qualidade da gravação é novamente um ponto negativo.
Interessante registro para fãs do rock na antiga cortina de ferro.

Top obscurity from USSR, formed in Leningrad and now St. Petersburg, by former musicians from local bands already posted here, such as Sankt Peterburg (photo above) and Mifi. Apparently this was the only live performance of the short-lived group whose recordings were miraculously saved and today run the internet, but with no official release.
There are 5 tracks of own composition, that bring a classic rock with influences of the hard and garage, next to the sounds of the mentioned above. The songs are sung in Russian and the instrumental is basic, with guitar leading, accompanied by bass, drums and keyboard. The quality of the recording is again a negative point.

Músicos:
?

Faixas:
 01 Песнь о дружбе
02 Всё к лучшему
03 Посвящение людям искусства
04 Послушай, милый друг...
 05 О, как трудно мне представить...

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

PROG / SOFT ROCK - CONTROCORRENTE - Same - 1979


Artista / Banda: Controcorrente
Álbum: Controcorrente
Ano: 1979
Gênero: Progressive / Soft Rock
País: Itália

Comentário: Obscuridade vinda da Itália, cujas informações são quase inexistentes. Lançaram um único disco pelo pequeno selo EUN e sumiram do mapa, assim como várias bandas locais no período. O homônimo é composto por 10 curtas faixas cantadas em italiano e que trazem um progressivo bastante melódico e 'soft' rock, sendo o instrumental mais contido e acústico, onde destacam-se algumas passagens mais sinfônicas de teclados (piano, órgão e sintetizadores), acompanhadas de percussão e violão.
Longe de uma obra-prima do estilo, porém ainda interessante para fãs de RPI.

Obscure Italian Xian Pop/Psych, recording for Editrice Uomini Nuovi, the same label, that released the La Sorgente album.Leader was Massimo Ruggieri, violinist, keyboardist and singer of the band.Reputedly close to Prog, but this is actually Soft Rock with poppy sensibilites and minor psychedelic touches, similar to Il Volo Di Icaro and Siamo.Instrumental armour contains guitars, various keys, piano, violin, bass, drums, but the music is generally mellow, warm and melodic with very rare instrumental explosions.A couple of tracks contain some symphonic keyboards, mostly synthesizers, and a couple of others are breezing a few beautiful melodies.And that's about it.
Text: Rate Your Music

Músicos:
Massimo Ruggieri (vocal, piano, órgão, sintetizador, violino, violão)
Roberto Pilloni (vocal, baixo, guitarra)
Sandro Scoccia (vocal, percussão)
+
Luciano Ridolf (vocal, violão)
Franco Nocera (vocal, violão)
Marco Carpita (violão)
Aldo Gallozzi (percussão)
Carmelo D'Antone (percussão)
Carla Salvoni (vocal)

Faixas:
01 Controcorrente 04:28
02 L'Amico 03:30
03 Un Nuovo Giorno 05:00
04 Se Volo Con Lo Sguardo 04:47
05 Inno 04:08
06 E'Amore 04:16
07 Hai Mai Visto? 04:49
08 Prigioniero D'amore 03:08
09 La Voce 04:16
10 Tu! 04:37

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

HARD PROG - ALMA DA TERRA - Same - 1982


Artista: / Banda: Alma da Terra
Álbum: Alma da Terra
Ano: 1982
Gênero: Hard Prog
País: Brasil

Comentário: Trio de Niterói, Rio de Janeiro, ativa no começo dos anos 80 e que lançou apenas um raro LP, começando as gravações para um segundo, que infelizmente nunca saiu, ganhando certa popularidade local por conta da Fluminense FM. O homônimo contém 10 curtas faixas que transitam entre o hard, progressivo, psicodelia, bebendo da fonte setentista nacional, porém tendo certa roupagem mais 'moderna'. O instrumental é direto e bem executado, onde a guitarra de Agra domina, com riffs e solos marcantes, acompanhado pela boa 'cozinha', além de alguns momentos acústicos. As letras são todas em português e também bem elaboradas.
Uma ótima pérola do rock brazuca, recomendado para fãs da safra 70/80.

Trio from Niterói, Rio de Janeiro, active in the early 80's and only released one rare LP, starting the recordings for a second, which unfortunately never came out. The self-titled contains 10 short tracks that move between hard, progressive and psychedelia, with clear influences of 70's bands, but having some more 'modern' style. The instrumental is straight and well executed, where the Agra's guitar dominates, with remarkable riffs and solos, accompanied by good 'kitchen', plus some acoustic moments. The lyrics are all in Portuguese and also well elaborated.



Músicos:
Fábio Mattos Agra (vocal, guitarra, violão)
Paulo Fernandes Martins (vocal, baixo)
Antônio Augusto Ventura (bateria)

Faixas:
01 Solto no Ar
02 Vivença
03 Pra John
04 Tente Mais Uma Vez
05 Natural
06 Cante Comigo
07 Cabeça Feita
08 Anjos de Cristal
09 Alma da Terra
10 Não Morra de Susto

sábado, 2 de setembro de 2017

FOLK - HÉCTOR PAVEZ - Chants Et Danses Du Chili - 1975


Artista / Banda: Héctor Pavez
Álbum: Chants Et Danses Du Chili

Ano: 1975
Gênero: Andean Folk / Nueva Cancion Latinoamericana
 País: Chile

Comentário: Músico chileno nascido na capital Santiago em 1932 e que desde o fim dos anos 50 destacou-se como representante de canções folclóricas do país. Faleceu em 1975 devido a complicações cardíacas, tendo 4 discos em carreira solo, sendo o último, que posto aqui, produzido na França (devido ao exílio após o golpe de 1973). São 13 faixas curtas que, como indica o título, representam diversos tipos de cantos e danças tradicionais, transitando entre o folk andino, em termos de ritmos e instrumental e a nueva canción latinoamericana, pela lírica crítica. É basicamente acústico, com uso de violões, percussão, flauta e instrumentos típicos.
Um belo disco para fãs e aqueles que querem conhecer sobre folk sul-americano e nueva canción.


Chilean musician born in the capital Santiago in 1932 and that since the end of the 50s has distinguished himself as representative of folk songs of the country. He passed away in 1975 due to cardiac complications, releasing 4 solo career albums, being the last, that I post here, produced in France (due to the exile after the coup of 1973). There are 13 short tracks that, as the title indicates, represent different types of traditional songs and dances, transiting between the Andean folk, in terms of rhythms and instrumental and 'Nueva canción latinoamericana', by the critical lyrics. It is basically acoustic, with the use of acoustic guitars, percussion, flute and typical instruments.

A beautiful album for fans and those who want to know about South American folk and new song.


Músicos:
Héctor Pavez (vocal, violão, guitarra)
?

Faixas:
01 Ulluni 3:46
02 Cachimbo tarapaqueno 2:48
03 Surai surai 2:30
04 Quien dice que no se goza 1:40
05 El diablo con una espuela 3:13
06 La Luna estaba en el cielo 2:57
07 El pavo 1:52
08 El rabel para ser fino 2:21
09 De la Argentina vengo 2:17
10 La huillincana 2:06
11 La malaena 2:22
12 La pericona 2:33
13 Que pena que siente el preso 1:50

sábado, 26 de agosto de 2017

PROGRESSIVE ROCK - BARONG'S BAND - Same - 1976


Artista / Banda: Barong's Band
Álbum: Barong's Band
Ano: 1976
Gênero: Progressive Rock / Pop
País: Indonésia

Comentário: Grupo formado por jovens indonésios na metade dos anos 70 e que estavam estudando na Alemanha. Ao voltar para o país de origem tiveram um convite para fazer a trilha sonora do filme Kawin Lari, resultando em seu primeiro material. Posto aqui o segundo e último, sendo ambos lançados em cassete.
O auto-intitulado é dividido em 8 curtas faixas que combinam o jeito típico do rock progressivo local, bastante melódico e passando de traços de pop / soft rock até breves releituras de obras clássicas nos teclados (sintetizadores, órgão e piano) ao estilo sinfônico e que garantem os melhores momentos, assim como boas, porém discretas passagens de flauta e guitarra. As letras são todas em língua própria.
Recomendado para fãs de progressivo, principalmente os já familiarizados com o estilo no sudeste asiático.

Group formed by young Indonesians in the mid-70's and who were studying in Germany. Upon returning to the country of origin they had an invitation to make the soundtrack of the film Kawin Lari, resulting in their first material. Post here their second and last one, both rare and released in cassette.
The self-titled is divided into 8 short tracks that combine the typical local progressive rock style, rather melodic and moving from pop / soft rock to classical crossover works on synthesizers, organ and piano (symphonic prog) and that guarantee the best moments, as well as good, but discreet passages of flute and guitar. The lyrics are all in their own language.
Recommended for progressive fans, especially those already familiar with Southeast Asian style.



Músicos:
Eros Djarot (violão, vocal)
Gauri Nasution (guitarra)
Adi Djarot (guitarra)
Epot (baixo)
Debby Nasution (órgão, sintetizadores, piano)
Tri Anggono (percussão, bateria)

Faixas:
01 Nyanyi Hati
02 Moral
03 Haleluyah
04 Narkotik
05 Negara Kita
06 Aku
07 Superstar Tango
08 Tuhan


terça-feira, 22 de agosto de 2017

HARD ROCK - F.G. - Before The Start - 1972


Artista / Banda: F.G.
Álbum: Before The Start (Single)
Ano: 1972
Gênero: Hard Rock
País: Noruega

Comentário: Banda norueguesa cujas informações são praticamente desconhecidas, a não ser o nome dos membros e o lançamento deste único single em 1972, pela Experience Records. O guitarrista Robert Birkeland formaria futuramente o grupo Allison. Ambas as faixas presentes no compacto são curtas e cantadas em inglês, trazendo uma pegada influenciada pelo 'hardão setentista', ao estilo power trio, e clássico. Destaque para o trabalho pesado nos riffs e solos de guitarra, acompanhado por baixo marcante e bateria furiosa. Certamente uma banda que tinha capacidade para lançar um álbum completo, mas infelizmente ficou pelo caminho.

Norwegian band whose information is practically unknown, other than the name of the members and the release of this single in 1972 by Experience Records. The guitar player Robert Birkeland would later form the group Allison. Both tracks in the single are short and sung in English, bringing an early 70's hard rock influenced music, power trio style, and classic. Highlight for heavy work on guitar riffs and solos, accompanied by great bass and furious drums. Certainly a band that had the ability to release a full album, but unfortunately got in the way.

Músicos:
Cenneth Kobbeltvedt (bateria)
Helge Solberg (baixo)
Robert Birkeland (guitarra)
Rolf Veland (vocal)

Faixas:
01 Before The Start 3:36
02 Thinkin' About That Rock'n Roll 2:57

sábado, 19 de agosto de 2017

PROG / KRAUTROCK - REAKTOR 4 - Pannschüppenczewski - 2017 (1975)


Artista / Banda: Reaktor 4
Álbum: Pannschüppenczewski
Ano: 2017 (1975)
Gênero: Progressive Rock / Krautrock
País: Alemanha

Comentário: Pérola vinda de Bottrop, no oeste da Alemanha, formada por jovens locais. O quarteto gravou material em estúdio e que teve apenas 1 cópia (dubplate), dada de presente ao baterista, e que foi milagrosamente recuperada e remasterizada em 2017, sendo lançada pela Garden of Delights, com 3 faixas bônus gravadas ao vivo.
As 7 faixas presentes, maioria longas e todas instrumentais, trazem influências de rock progressivo tradicional e krautrock (sendo o próprio nome da banda uma homenagem ao Kraftwerk), com pegada experimental e jam session em vários momentos. A flauta é muito presente e guia o instrumental, acompanha por boas passagens de guitarra e bateria. O ponto negativo é a qualidade do som, principalmente nas 4 primeiras músicas, que ainda passa longe do ideal, mas não compromete a audição.

Only ONE original vinyl copy of this album exists. That copy was given as a present to the band's drummer, Reinhold Stania, in 1975. It was unfortunately played too often and is therefore quite badly damaged. And to make the story even sadder, the master tapes were thrown away. Fortunately it was possible to restore (and decrackle!) the music for this reissue, though a couple of moments still don't sound perfect. Reaktor 4 was an obscure but wonderful progressive band from Germany's Ruhr Area that hardly ever played outside its hometown of Bottrop. The music is intrumental with experimental tendencies and a leading role for the flute. This CD-reissue, which includes bonus material, is an interesting item for any fanatical prog/kraut enthusiast.
Text: Clear Spot


Músicos:
Johannes Brackmann (baixo)
Reinhold Stania (bateria)
Paul Döing (guitarra)
Siegfried Meyer (guitarra, flauta)

Faixas:
01 Fantasie in E 8:16
02 Kassiopeia 7:52
03 Grillenvorbeiflug 6:02
04 Muttertag 11:54
Bônus:
05 Kassiopeia 7:36
06 First Cry 11:41
07 Menetekel 7:04

terça-feira, 15 de agosto de 2017

PSYCH/ PROG ROCK - PTOLOMY PSYCON - Loose Capacitor (EP) - 1971


Artista / Banda: Ptolomy Psycon
Álbum: Loose Capacitor (EP)
Ano: 1971
Gênero: Psychedelic Rock / Proto-Prog
Países: Inglaterra

Comentário: Pérola formada por jovens estudantes de Birmingham, e que lançaram apenas este mini-álbum (10") de forma privada, com míseras 50 cópias e capa feita à mão, sendo hoje um dos mais caros discos da época e ainda não relançado. Composto por três faixas que totalizam 22 minutos, o som mescla rock psicodélico e influências dos primeiros momentos do progressivo (proto-prog), típico do final dos anos 60 e começo da década seguinte. O destaque fica para as duas canções mais longas "Azrael" e "No One To Blame", mais experimentais e ousadas, com passagens de órgão, violino e flauta, acompanhando a guitarra e vocais amadores.
Um dos 'santo graais' do rock inglês setentista, recomendado tanto pela raridade quanto qualidade.

Ptolomy Psycon practically defines the raw UK underground of the early 1970s. I suppose the 99 count Holyground albums, or the hyper rare Dark album can give you an indication of the recording quality. But the music is definitely influenced by the upcoming progressive rock movement, especially Hawkwind, Steel Mill, Jethro Tull and King Crimson. The AC also offers "Ptolomy Psycon has lots of that UK psychy proto-prog flavor. This was released as a 10" EP, in an edition of only 50 copies with homemade covers. The band were from the Birmingham area, and were supposedly all students in the same school (around 16-17 years old, I think). In fact, all the "orchestral" stuff you'll hear on this was apparently done by their school band, who they hired to play on the recording!"
Text: CD Reissue Wish List

Músicos:
Dave Gardner (guitarra, violino, vocal) 
Steve Biddle (baixo, vocal) 
Fritz Jones (guitarra, flauta) 
Tim Wood (piano, órgão, vocal) 
Adrian Laycock (bateria)

Faixas:
01 Azrael 11:27
02 Shadow Bright 4:22
03 No One To Blame 6:45

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

AFRO FUNK - ROCK TOWN EXPRESS - Same - 1977


Artista / Banda: Rock Town Express
Álbum: Rock Town Express
Ano: 1977
Gênero: Afro Funk / Rock
País: Nigéria

Comentário: Trio formado em Lagos por músicos de origens camaronesas, mas que já tocavam em bandas locais como Wrinkar Experience e The Faces. Lançaram 4 LPs até 1980, sendo este o segundo, relançado ano passado pela austríaca PMG.
O som é típico do oeste africano na época, mesclando um poderoso e envolvente groove na percussão e psicodelia da guitarra fuzz barulhentas, somada a passagens viajantes de teclados. As letras são todas em inglês e trazem temas sociais / políticos em algumas canções, como "Peaceful Solution", "Spaceville Rape" e "Nobody's Man", que são também o destaque da obra.

The Rock Town Express here comes across with lots of fuzz in the guitars – that later psych influence that was tripping across the African scene in the late 70s, often mixed with a bit of funk – as in some of the hipper Zamrock grooves of the period! The approach here is maybe a bit lighter than some of those, but still equally trippy at the best moments – especially when the keyboards get kind of weird and spacey – even as the whole thing's held together by strong lead vocals, and some captivating English language lyrics! Titles include the upbeat groover "Nobody's Man", which has a mad trumpet part at the start – plus "Spaceville Rape", "Peaceful Solution", "I Want To See You Tonight", and "Shake It On Baby".


Músicos:
Edjo'o Jacques Racine (vocal, baixo, guitarra, percussão)
Ginger Forcha (vocal, teclados, guitarra, percussão)
Felix Nsango (bateria, percussão)

Faixas:
01 I Want To See You Tonight 05:21
02 Shake It On Baby 04:33
03 Peaceful Solution 04:19
04 I Want To Love 04:33
05 Spaceville Rape 05:31
06 Nobody's Man 05:49


sexta-feira, 4 de agosto de 2017

SAMBA JAZZ - BONG PEÑERA - Batucada Sa Calesa - 1977


Artista / Banda: Bong Peñera
Álbum: Batucada Sa Calesa
Ano: 1977
Gênero: Latin / Samba Jazz
País: Filipinas

Comentário: Pianista filipino que ficou conhecido como pioneiro na influência de ritmos brasileiros na cena local, lançando 3 álbuns durante os anos 70, enquanto estava na casa dos 20 anos e acompanhado de seu grupo 'Batucada'. Na década seguinte o artista continuou tocando em excursões pela Ásia, porém sem novos materiais. 
Posto aqui seu segundo disco, composto de 10 faixas, maioria curtas, e que trazem uma forte influência dos ritmos bossa nova e samba jazz e nomes como Tom Jobim, João Gilberto, Astrud Gilberto, entre outros. O som é dinâmico, pulsante e sofisticado, com belas variações instrumentais, onde destaca-se o piano de Peñera, mas também o trabalho rítmico e nas cordas. Os vocais são femininos e masculinos e também merecem ênfase, sendo todas as letras em inglês.
Interessante registro para apreciadores da música brasileira, por ser feita por músicos a mais de 20000 km de distância, recomendado!

The Batucada is probably the only jazz group that could remain a trio and still retain the sound of a full band. It’s a tease in a way and its diminutive size has baffled many. It plays music that is versatile, universal and certainly rhythmic. Of all the elements that make up the art we know as music, the most fundamental is rhythm. The pulse, the beat—this is the foundation of it all, natural and inevitable, growing our of life itself. The cycle of night and day, the turning seasons of the years, the beat of one’s heart, the steady pace of one’s footsteps" these things are always with us, we are surrounded by rhythm. Thus explains Bong as he points out the particular adherence to the Brazillian idiom and as to why he chose the name "Batucada" which means "beat." Their music is just it –pulsating, never giving too much of forcing too much, sometimes aggressive, sometimes funky, or soulful and seasoned with sophistication and a case definitely beyond their years. There is depth but not the kind that is confined to the intellectual alone, and there is the dynamic creativity evident in their performances: not one piece is repeated exactly the same as it was first played.


Músicos:
Bong Peñera (piano, teclados, cordas, vocal)
Jun Enriquez (violão, guitarra)
Sonny Nabong (baixo, percussão)
Cesar Yumping (bateria, percussão)
Mila Garcia (vocal)

Faixas:
01 Beat Contemplation 4:49
02 Samba For Luisa 7:10
03 Imee 3:23
04 Two Themed Samba 3:18
05 Lullaby 3:02
06 Batucas Se Calesa 2:52
07 Amanda´s Theme 4:13
08 Go 4:02
09 Tell Me 4:35
10 Valse Nova 3:32


domingo, 30 de julho de 2017

PSYCHEDELIC ROCK - ROMUALD I ROMAN - Z archiwum Polskiego Radia Vol. 5: Nagrania radiowe 1968-1976 - 2007


Artista / Banda: Romuald I Roman
Álbum: Z archiwum Polskiego Radia Vol. 5: Nagrania radiowe 1968-1976
Ano: 2007 (1968-1976)
Gênero: Psychedelic Rock
País: Polônia

Comentário: Grupo formado em Braslávia no final dos anos 60 e que passou por várias formações durante quase uma década de atividades, porém lançando apenas um EP nesses anos, assim como muitas bandas do leste europeu. Trago aqui uma compilação com gravações antigas feitas em rádio local e lançadas em CD duplo. 
São no total 32 faixas que totalizam mais de 2 horas de música. Na primeira parte nota-se um som mais pop psicodélico, com influências de Beatles e era inicial de Pink Floyd (apesar de exceções como na pirada 'Czy potrafię'). Já no segundo CD (que na minha opinião merece mais atenção) o som é mais maduro e beira o heavy psych, jams viajantes e uso sem restrições de guitarra wah-wah, além de algumas passagens de órgão e flauta, sintetizados na longa 'Towarowy rusza do Indii'. As letras são todas em polonês e o vocal possui momentos de gritos, ruídos e efeitos.
Um belíssimo registro da história do rock underground no leste europeu, recomendado!


Incredible as it may seem, many Polish beat and rock groups never were able to release singles or lps. Most recorded songs for Polish radio and hoped that they would get airplay which in turn would give them a hit song then an album contract. The story of Romuald i Roman is a long one but they actually released one 7" ep and a giant catalog of unreleased recordings which sat preserved on reels in Polish recording studios. Once Digiton Records bought the rights, they issued a compilation of most of their recordings. Many years on, the expanded 2 cd version appeared on Polskie Radio/Jedynka Records in 2007. 

What an amazing group they were. Early on in '68 they merged the sound of Syd Barrett-rea Pink Floyd with The Cream and The Who. Creative psych pop with sweet backing vocals. Later they changed into wah-wah hippie fusion rock sounding at times like "Get Back Sessions" Beatles or anyone who had a wah-wah guitar pedal at the time. Magnetic songwriting and intense slow then fast playing. Their use of silence in dramatic parts was rather unique. They actuallu remained together for a long time without fanfare. A gem of a group!



Músicos:
Romuald Piasecki (guitarra, vocal)
Roman Runowicz (guitarra, vocal)
Andrzej Tylec (bateria)
Andrzej Pluszcz (baixo)
Jacek Krzaklewski (guitarra)
Sarandis Juwanudis (bateria)
Jan Jacek Baran (baixo)
 Zbigniew Stemplowski (órgão) 
Krzysztof Orłowski (flauta, piano)

Faixas:
1.1 Kto poznał ten świat 2:50
1.2 Znasz ten dom 4:15
1.3 Pytanie czy hasło 5:13
1.4 Człowiek 5:34
1.5 A ja nigdy i basta 2:32
1.6 Kamień 5:22
1.7 Bobas 3:00
1.8 Będziesz panią w moim piekle 2:59
1.9 Talizmany 3:42
1.10 Na twój znak 3:48
1.11 Twoje słowa jak łubin 3:08
1.12 Wszystko ci kupiłem 2:20
1.13 Czy potrafię 7:15
1.14 Gdyby przebaczać mogli wszyscy 2:51
1.15 Jak dwie rzeki 3:55
1.16 W białą Noc Narodzenia 2:56
2.1 Spacer Mleczną Drogą 4:23
2.2 Towarowy rusza do Indii 11:20
2.3 Coś we mnie drzemie 2:59
2.4 Wędrujesz tak 3:22
2.5 Towarowy rusza do Indii (Live) 9:43
2.6 Coś we mnie drzemie (Live) 3:36
2.7 Idź Dalej (Wersja 1) 3:40
2.8 Patrycja 3:09
2.9 Wieczorny nokturn 5:29
2.10 Wszystko ci kupiłem 2:16
2.11 XXI zbliża się wiek 2:27
2.12 XXI zbliża się wiek (Wersja instrumentalna) 2:27
2.13 Płonie ognisko 3:15
2.14 Idź dalej (Wersja 2) 4:50
2.15 Kto 4:08
2.16 Coś we mnie drzemie 2:58

quarta-feira, 26 de julho de 2017

FOLK ROCK - JOHN DONOGHUE - Spirit of Pelorus Jack - 1973


Artista / Banda: John Donoghue
Álbum: 
Spirit of Pelorus Jack
Ano: 1973
Gênero: Folk Rock
 País: Nova Zelândia

Comentário: Músico e compositor neo-zelandês de Northland, que nos anos 60 integrou pequenos grupos locais como Cheshire Katt, Dizzy Limits e Timberjack (nome que adotou como seu artístico posteriormente), na década seguinte foi membro da grande Human Instinct e lançou seus dois únicos discos solo.
Com participação de ex-companheiros do Timberjack e também Quincy Conserve e Fourmyla, o debut traz 10 curtas faixas de folk rock, misturando a bagagem dos músicos. O resultado são belas composições acústicas e aparentemente simples, porém com construções instrumentais interessantes, destacando-se o piano, sax e violões, acompanhando o vocal e coros.
Trabalho sólido e recomendado para fãs de folk rock

A New Zealander musician and composer who in the 1960s integrated small local groups such as Cheshire Katt, Dizzy Limits and Timberjack (name he later adopted as his artistic), he was a member of the great Human Instinct in the following decade and released his only two solo albums.
Featuring former Timberjack members and also from Quincy Conserve and Fourmyla, the debut features 10 short folk rock tracks. The result is beautiful acoustic and apparently simple compositions, but with interesting instrumental constructions, emphasizing the piano, sax and acoustic guitars, accompanying the vocal and choirs. Solid and recommended work for folk rock fans.


Músicos:
John Donoghue (piano, violão, vocal)
Martin Hope (violão, guitarra, backing vocals)
Graeme Thompson (baixo, backing vocals)
Steve McDonald (bateria, piano, acordeão)
Johnny McCormick (saxofone)

Faixas:
01 Song for a Princess 3:18
02 Regrets and Things 3:10
03 Like an Old Time Movie 3:49
04 Hardly Been Worthwhile 2:46
05 Spirit of Pelorus Jack 4:49
06 Be My Friend 3:02
07 Song for Vanda 3:58
08 A Worm's Eye View of Blackpool 3:35
09 A Pretty Song 2:06
10 Geraldine 2:23