Se você está interessado em baixar algum álbum postado a partir de 2015, entre em contato por e-mail: prolasdorock@yahoo.com ou deixe seu contato nos comentários (este não será visível publicamente), e o link será enviado o mais breve possível!


Mais informações aqui: http://goo.gl/ra9cdp


-------------


If you are interested in downloading any posted album from 2015, contact by email: prolasdorock@yahoo.com or let your email in comments (this will not be visible publicly) and the link will be sent as soon as possible!


More info here: http://goo.gl/ra9cdp

domingo, 24 de fevereiro de 2019

HARD / COUNTRY ROCK - SPRINT - Same - 1977


Artista / Banda: Sprint
Álbum: Sprint
Ano: 1977
Gênero: Hard / Country Rock
País: Hungria

Comentário: Pérola vinda da Hungria e cujas informações são praticamente inexistentes na internet. Lançaram um único LP e outros dois compactos pelo selo estatal Pepita. Alguns de seus membros seguirem breve carreira solo ou ingressaram em outros grupos.
Neste debut ouvimos 10 curtas faixas que mesclam hard rock simples e country/ blues do sul dos EUA, que vivia seu auge na época (algo pouco usual para bandas 'oficiais' da cortina de ferro). As guitarras guiam o instrumental, acompanhadas por animada seção de metais, percussão e piano, em solos que rivalizam em quase todas as canções. As letras são todas em húngaro e geralmente cantada em coro. Surpreendente e interessante registro para fãs de country, especialmente pela localidade.

Sprint was a band from Hungary and almost no information is available on the internet. They released one rare LP and two singles by the state label Pepita. Some of its members follow a brief solo career or join other groups.
In this self-titled debut we hear 10 short tracks mixing hard rock and country / blues from the Southern bands of the time (something unusual for 'official' bands of the Iron Curtain). The guitars guide the instrumental, accompanied by exciting section of metals, percussion and piano, in solos that rival in almost all the songs. The lyrics are all in Hungarian and usually sung in chorus.

Músicos:
Benkő Róbert (baixo, vocal) 
Németh Tamás (bateria)
Faragó István (guitarra, tambura)
Dzodzoglu Jorgosz (percussão)
Turcsek László (piano, vocal) 
Bergendy Péter (saxofone)
Bergendy István (saxofone)
Komár László (vocal)

Faixas:
01 Postakocsi I 
02 Tudod-e még? 
03 Hajón, hazafelé 
04 Gyenge ember 
05 Ballada egy barátom emlékére 
06 Talán egy perc alatt 
07 Sárga kép 
08 Hova, hova pajtás? 
09 Jó kedvem van végre 
10 Postakocsi II

sábado, 16 de fevereiro de 2019

CLASSIC ROCK - JONAS FJELD ROCK'N'ROLF BAND - Same - 1973


Artista / Banda: Jonas Fjeld Rock'n'Rolf Band
Álbum: Jonas Fjeld Rock'n'Rolf Band
Ano: 1973
Gênero: Classic Rock
País: Noruega

Comentário: Jonas Fjeld é um músico norueguês nascido em 1952 em Drammen de longa discografia e sucesso local cantando pop e folk, estando ainda em atividade. Porém nas décadas de 70 e 80 montou sua 'Rock'n'Rolf Band' (que passou por pequenas variações de nomes), além de diversas formações, incluindo nomes conhecidos da cena local. A banda também ficou conhecida por usar roupas femininas nos palcos.
Posto aqui o debut de 1973, um disco de 14 curtas faixas que pode passar despercebido em primeira audição, porém contém várias influências interessantes de rock progressivo e hard da época até folk nórdico e rockabilly dos anos 50. Os arranjos são 'peculiares' e inventivos, combinando com as letras sobre temas sarcásticos e cômicos, na maioria em inglês e algumas em norueguês. As guitarras fazem trabalho sólido ao longo das canções, tendo passagens breves de flauta, teclado, sax e até acordeão.
Ouçam e tirem suas conclusões!

Jonas Fjeld is a Norwegian musician born in 1952 in Drammen with long discography and local success singing pop and folk, being still in activity. But in the 70's and 80's, he set up his Rock'n'Rolf Band, which included a variety of names. The band was also known for wearing women's clothing on stage.
Here's the debut, a 14-track album that may go unnoticed at first audition, but it contains several interesting influences from progressive and hard rock from the era to the Nordic folk and rockabilly of the 50's. The arrangements are singular and inventive , combining with the lyrics about sarcastic and comical themes, mostly in English and some in Norwegian. The guitars do solid work throughout the songs, having brief passages of flute, keyboard, sax and even accordion.


Músicos:
Jonas Fjeld (guitarra)
Herodes Falsk
Øyvind Kristensen (baixo)
Erik Kristensen (guitarra)
Tom Knutsen (bateria)
Olaf Hjellum (vocal)

Faixas:
01 Falling Apart 3:32
02 Sadist's Elegy 2:34
03 Moonshine Man 3:41
04 Pregnant 2:27
05 A Child's Playground (Of Verses) 2:11
06 Love And Kiss 2:27
07 Bridge Over Tonic Water 2:26
08 Clay-Pipe Alice 2:23
09 I'm Getting Out Of This 2:38
10 Dingledansen/Springar Fra Konnerud 1:26
11 Return To Sender 2:13
12 Merkverdige Vorter 1:57
13 Jo-Anna, The Horsefly 2:43
14 Hviskende Vind 3:05

sábado, 9 de fevereiro de 2019

KRAUTROCK / JAZZ FUSION - REAL AX BAND - Just Vibrations - Live At The Quartier Latin Berlin - 2018 (1978)


Artista / Banda: Real Ax Band
Álbum: Just Vibrations – Live At The Quartier Latin Berlin
Ano: 2018 (1978)
Gênero: Krautrock / Jazz Fusion / Prog
País: Alemanha

Comentário: Grupo alemão surgido em 1976 e incluía em sua formação ex-membros de Embryo, Missus Beastly e Missing Link. Lançaram um único álbum no ano seguinte, porém sem sucesso comercial o grupo acumulou dívidas e, junto da troca de músicos, levou ao seu fim precoce pouco depois. Posto aqui um ao vivo na capital Berlin em 1978, mas que só foi redescoberto e lançado 40 anos depois, pela Sireena Records.
Este CD surpreende quem já conhecia a banda pelo seu disco de estúdio por trazer um som mais audacioso e criativo. Totalizando mais de uma hora, dividida em sete longas faixas, a obra segue a proposta de mesclar krautrock com jazz fusion (tendo aqui doses de funk e prog), em jams que beiram a experimentação e lisergia, apesar de técnica invejável dos músicos presentes. A dobradinha guitarra / teclado guia o instrumental em grandes solos, rivalizando com a bela voz feminina de Maria Archer (letras em inglês).
Pérola recomendada para todo fã de kraut e rock alemão no geral!

Real Ax Band might have been something of a minor footnote in German jazz rock history, their original recorded output was limited to an album and a few songs on anthologies, but they were a much better band than that. They not only had an extremely talented singer in Maria Archer but they were an extremely tight band, performing a style that wasn't terribly far from Kraan or Embryo around the same time except with a bit more commercial flair. A band of this persuasion is just going to shine and by "Everyone I Know" you know you're in the presence of an outstanding band, it just lifts off and kills. 
No matter how pell mell the pace, the band is just tight and assured, the bass and drums locked in like all the best jazz rock groups. Amazingly, Real Ax is just getting warmed up at this point. As they start moving into jams, the guitarist wakes up and starts laying down fire. 25 minutes into this thing and I was practically exhausted. Utterly relentless, badass playing by a band plugged right into the creative well. The band is still in terrific form though, although it started to dawn on me that Archer wasn't showing up on vocals for a lot longer stretches than you would have expected from the studio album.
Text: Exposé


Músicos:
Maria Archer (vocal)
Christopher Mache (baixo, vocal)
Marlon Klein (bateria, percussão)
Dieter Miekautsch (teclado, vocal)
Heinz-Otto Gwiasda (guitarra, vocal)

Faixas:
01 You Really Shouldn’t Act Like That 10:44
02 Everyone I Know 12:49
03 Someone Else In My Skin 08:47
04 Dreitag Der Freizehnte 05:27
05 Waiting 13:03
06 Sammelsurium (et Brimborium) In Aquarium Est 13:21
07 Just Vibrations 1:11

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

PSYCH/ JAZZ ROCK - COMPASS - Same - 1970


Artista: / Banda: Compass
Álbum: Compass
Ano: 1970
Gênero: Psychedelic / Jazz Rock
País: EUA

Comentário: Quase nenhuma informação é conhecida sobre este grupo americano, que lançou um único disco pela pequena AJP e passou despercebido pelo público, fazendo com que a banda sumisse do mapa. São 8 faixas de um caldeirão de influências que refletem a capa - um amontoado de elementos que não se misturam usualmente - por momentos que vão desde jazz e brass rock até psicodelia e experimentação, passando por blues e baladas (quase um estilo por música). O instrumental é bastante variado, tendo seção de metais marcante, acompanhados por órgão e guitarra, além de passagens de percussão e violino. Destaque para as músicas mais longas, "White Painted Lady", "The Twins" e "S R Blues", que salvam a obra de ser comum. Vale a audição mais pela raridade!

Blues based rock album, with added horns veering the contents towards brass rock. Side 2 moves into more experimental jazz rock territory before settling back into its blues groove to close the album. Somewhat typical of a 1970 USA release, with little cohesion or purpose. Recommended for those who like their brass rock on the bluesy side.
Text: RateYourMusic

Músicos:
David Pieri (baixo)
Frank Marsico  (bateria, percussão)
Bruce Smith (guitarra, vocal)
Paul Clemens (vocal)
Greg Drzewicki (órgão, piano, percussão)
Buzzy Ostroff (saxofone, piano, órgão, vocal)
Lloyd S. Moll (trombone, órgão)
Ron Weitz (trompete, percussão)
+
Charles Moll (trompete)
Ronnie Dubin (trompete)
Walt Kostyk (guitarra) 
Denny Delvea (baixo, violino) 

Faixas:
01 White Painted Lady 7:22
02 A Canterbury Tale 3:51
03 Great To Be Alive 4:30
04 The Twins 6:26
05 Charlatan 3:05
06 S R Blues 8:38
07 A Song That Calls For Love 5:48
08 Think About Me When You Pray 3:47

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

RECOMENDAÇÕES NACIONAIS - PARTE VI



Depois de um longo hiato, volto com as postagens especiais trazendo as ótimas bandas nacionais que movimentam o cenário atual. Começo com uma que ainda não apareceu por aqui, mas que já estava em tempo: Galo Power, power trio goiano dos que mais me chamam atenção na atual cena recente. Estão na estrada há mais de 1 década, com volta da formação original, lançou seu 4o álbum ano passado: "Bote", um petardo que não fica devendo em nada para os obscuros heavy psych setentista, corriqueiros aqui no blog, mesclando ainda pitadas de música brasileira, blues em jams ferozes e de personalidade. As letras são em inglês e português. 
Detalhe interessante é a versão de 'House of Fear', homenagem ao Ngozi Band, ícone do ZamRock e figurinha carimbada por aqui. Vale (e muito) conferir!

Bruno Galo (guitarra, violão, vocal)
Evandro Galo (bateria)
Rodolpho Gomes (baixo, viola, vocal)

Spotify
Facebook
E-mail: thegalopower@gmail.com





Vindo de Santos, temos outro trio: Amphères, formada em 2016, a partir de músicos que já tocavam juntos em outros projetos, e que lançou no começo do ano passado seu segundo EP. Com 5 faixas, temos aqui uma neo-psicodelia bem elaborada, viajante e autêntica. As letras são todas em português e com belos vocais femininos e masculinos.

Transitando entre diversas vertentes do rock alternativo, muitas vezes com nuances psicodélicas, o som da banda Amphères – que lança o segundo EP, Dança - é definido por linhas de baixo bem marcadas e baterias vibrantes, que permitem explorar a pungência de guitarras com texturas harmônicas, loops, dissonâncias e ruídos diversos. 
As músicas abordam temas como a dinâmica da liberdade humana, encontrando inspiração em obras do pintor Henry Matisse, como O Ícaro e A Dança, ou temas relacionados ao grau de desagregação da sociedade contemporânea. Letras curtas são desenvolvidas em temas instrumentais mais extensos resultando em um trabalho denso de significados e, sobretudo, sincero. O conceito do trabalho se completa na capa do EP e na identidade visual desenvolvida pela artista Anna Brandão.

Jota Amaral (bateria)
Paula Martins (baixo, vocal) 
Thiago Santos (guitarra, vocal)





Termino o post com o terceiro trio de hoje e primeira banda do Mato Grosso que posto no blog: Terras Paralelas, vinda de Primavera do Leste, e que está lançando seu primeiro álbum (após um EP). São 6 longas faixas, totalmente instrumentais, mesclando 'peso, melodia e psicodelia', flertando com experimentalismo e o heavy, em ótimas variações de atmosfera e variadas  'texturas' ao longo das músicas. Um instrumental de responsa e recomendado para fãs da linha stoner e heavy psych atual.

The band Terras Paralelas brings instrumental rock mixing melodic, psychedelic songs, creating an intense sound experience that goes from calmer sound to heavier sound, being a clear example of contemporary music. The idea is to get the listener to be taken to their intellect, exploring their feelings, their limits, their ups and downs and in the general context, their human evolution.

Ricardo Palombo (guitarra)
Rafael Ghisleni (bateria)
Leonardo Mello Viana (baixo)



Estes álbuns foram postados apenas na intenção de divulgação, sendo assim não disponibilizarei links de downloads próprios do blog. Caso esteja interessado, entre em contato pelos endereços fornecidos na postagem para comprar ou baixar o disco. Caso esteja interessado em divulgar seu trabalho no blog, entre em contato por e-mail (prolasdorock@yahoo.com), saiba mais aqui.

These albums were posted only in the intention of divulgation, so I will not send downloads links. If you are interested, please contact the band's site provided in the post to purchase or download the album. If you want to promote your album or band in the blog, contact me by e-mail (prolasdorock@yahoo.com), more info here.

domingo, 27 de janeiro de 2019

HARD PROG - JANUS - Metropolis (めとろぽりす) - 1978


Artista/ Banda: Janus
Álbum: Metropolis (めとろぽりす)
Ano: 1978
Gênero: Hard Prog Rock
País: Japão

Comentário: Janus (não confundam com outras bandas de mesmo nome) foi uma obscuridade máxima vinda do Japão, cujas informações conhecidas estão disponíveis apenas no encarte do seu único LP, lançado de forma independente em 1978, porém todas em japonês. Hoje é um raríssimo exemplar do rock nipônica, ainda sem novo relançamento.
O álbum é dividido em 9 faixas curtas de hard rock simples e direto típico do final da década, liderado pelo trabalho sólido da guitarra, seguida pelo sintetizador e piano, que garantem doses de progressivo e experimentalismo. Os vocais são quase todos femininos, marcantes e com letras em japonês (exceção de 'Dancing Number', música fortemente influenciada por Deep Purple), sendo algumas canções totalmente instrumentais.

Janus (not to be confused with other bands of the same name) was a great obscurity coming from Japan, whose known information is available only in the booklet of their only LP, released privately in 1978, but all in Japanese. Today is a very rare example of Japanese rock, yet without new re-release.
The album is divided into 9 short tracks of straight and simple hard rock typical of the end of the decade, led by the solid work of the guitar, followed by the synthesizer and piano, which guarantee doses of progressive and experimentalism. The vocals are most female, remarkable and with lyrics in Japanese (except for 'Dancing Number', strongly influenced by Deep Purple), being some songs totally instrumental.



Músicos:
Tomoko Hasegawa (vocal)
Ikuko Sawada (vocal, piano)
Tetsuo Kujiraoka (guitarra)
Chikara Yoshida (baixo)
Tetsuo Kawaguchi (bateria)
Yasushi Kurakake (teclados)

Faixas:
01 陽光
02 砂塵
03 幻想のシルクロード
04 バベルの塔
05 朝日のように
06 Dancing Number
07 問はず語り
08 蹉跌
09 想い出はグラスの中に

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

PSYCHEDELIC BLUES ROCK - NOTARY SOJAC - Live 1972-1973 - 2008


Artista: / Banda: Notary Sojac
Álbum: Live 1972-1973
Ano: 2008 (1972-73)
Gênero: Psychedelic Blues Rock / Jam Rock
País: EUA

Comentário: Grupo formado em Tigard, Oregon, em 1969 por amigos ex-membros de outras bandas menores na época, e apesar de não terem lançado nenhum álbum durante seus cinco anos de atividades, ganhou certa notoriedade local pelas performances no palco. Gravaram um álbum em 74, que só foi lançado quase 40 anos depois e estas gravações ao vivo que recuperadas e lançadas de forma não oficial, que posto aqui.
Este Live contém 26 músicas, gravadas entre 1972 e 73, muitas delas longas jams instrumentais, bebendo diretamente da fonte hippie que avassalou o país no fim dos anos 60, presença de altas doses ácidas e psicodélicas, intercaladas com canções mais curtas que possuem vocal e pegada mais country, blues e até baladas. Há diversidade de instrumentos, com arranjos dinâmicos e solos acirrados de guitarras, flauta, órgão, além de cozinha afiada, como manda a cartilha setentista. A qualidade não é das melhores, porém ainda impressionam pela idade e não serem de estúdio.
Prato cheio para fãs de rock setentista bem executado e espontâneo. Vale a audição!

A group formed in Tigard, Oregon, in 1969 by friends formem members of other bands at the time, and although they did not release any album during their five years of activities, they had some local notoriety for the performances on the stage. They recorded an album in '74, which was only released almost 40 years later and these live recordings that have been retrieved and unofficially released.
This Live contains 26 songs, recorded between 1972 and 73, many of them long spontaneous instrumental jams, directly influenced by 60's hippie acid and psychedelic rock, interspersed with shorter songs that have vocal and some country, blues and even ballads. There are a diversity of instruments, with dynamic arrangements and fierce solos of guitars, flute, organ, as well as great kitchen. The quality is not the best, but they still impress with age and not as a studio tape.
Full Bio: Indie Musicology



Músicos:
Bob Koski (guitarra, flauta, percussão, vocal)
Steve Koski (guitarra, pedal steel, vocal)
Tom McMeekan (guitarra, vocal)
Will Herold (órgão, piano, vocal)
Jim Lowry (baixo)
Doug Ness (bateria)

Faixas:
01 Willy Nilly
02 What Are You Gonna Do?
03 Daniel
04 Feel It in Your Heart
05 Joe’s Birds
06 Summit Soul
07 Anyplace You Hang Your Head
08 Carolina
09 Wind in My Sails
10 Lazy Acres
11 Gibson Creek Shuffle
12 If You Want
13 Point of View
14 Man’s Gotta Know
15 Bumpy Road
16 We Can Be One Again
17 Crazy Now / Dixie
18 Production Line Blues
19 She Walked Out
20 The Situation
21 Honest End
22 Along the Way
23 Oh Yeah It’s All Right
24 No Groceries Blues
25 Oh Gee
26 Alone / All Together

domingo, 20 de janeiro de 2019

JAZZ FUSION - JACQUES KODJIAN - Oriental Mood - Modern Instrumental Hits From Lebanon - 1972


Artista / Banda: Jacques Kodjian
Álbum: Oriental Mood - Modern Instrumental Hits From Lebanon
Ano: 1972
Gênero: Arabic Jazz / Jazz Funk
País: Líbano

Comentário: Músico, compositor e arranjador nascido em Beirute, capital do Líbano, e de descendência armênia. Lançou alguns álbuns no país até o início da guerra civil, em 75, quando se mudou para Las Vegas, onde reside e atua na música até hoje.
"Oriental Mood" é um de seus primeiros trabalhos e talvez o mais conhecido, onde são dadas roupagens modernas a canções tradicionais do país (especialmente composições dos irmãos Rahbani), além de composições próprias. Totalmente instrumental, ouvimos uma mescla interessante de jazz, música árabe e funk, sempre lideradas pelo trabalho primoroso no piano e órgão de Kodjian e até toques de experimentalismo, em raras passagens de guitarra fuzz e sintetizadores viajantes (caso de "Bent El Shalabiya" e "Abdo Habeb Ghandoura"). Obra interessante para fãs de jazz fusion incomum e 'fora do eixo', vale a audição!

Musician, composer and arranger born in Beirut, capital of Lebanon, and of Armenian descent. He released a few albums in the country until the start of the Civil War in 75, when he moved to Las Vegas, where he lives and works in music to this day.
"Oriental Mood" is one of his earliest and perhaps best known works, where he gives modern versions to traditional country songs as well as his own compositions. Totally instrumental, we hear an interesting blend of jazz, Arabic music and funk, always led by terrific work on the piano and organ of Kodjian and even experimental touches, rare fuzz guitar passages and trippy synthesizers ("Bent El Shalabiya" and "Abdo Habeb Ghandoura"). Interesting work for fans of unusual jazz fusion experiments, worth the audition!



Músicos:
Jacques Kodjian (piano, órgão)
?

Faixas:
01 Habbeytak
02 Bektob Ismak
03 Nahna Wal Amar
04 Nassam Alaynal Hawa
05 Bent El Shalabiya
06 Tik Tik Tik
07 Atani Nay
08 Abdo Habeb Ghandoura
09 Shu Beyebka Men Errewaye
10 Shatti Ya Deney

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

PSYCHEDELIC LATIN - LOS OVNIS - Gente Pobre (EP) - 1977


Artista / Banda: Los Ovnis
Álbum: Gente Pobre (EP)
Ano: 1977
Gênero: Psychedelic Latin Rock
País: Bolívia

Comentário: Los Ovnis (não confundam com outras bandas latinas de mesmo nome) foi formado em meados dos anos 70 na cidade de Huanuni, no interior da Bolívia, pelos 3 irmãos Zabala, sendo mista entre homens e mulheres. Lançaram 3 EPs pelo selo local Heriba, destacando como uma das principais do país na década.
Posto aqui o último registro, 'Gente Pobre', composto por 3 curtas canções, sendo as primeiras do lado A mesclam rock psicodélico e latino de forma muito interessante e dinâmica, destacando-se o teclado Farfisa a la anos 60, guitarra e vocal masculino, fechando com a balada "Se Que No Soy Para Ti", única cantada pela tecladista Sara. Todas as letras são em espanhol. Recomendado para fãs de rock sul-americano.

Los Ovnis (not to be confused with other Latin bands of the same name) were formed in the mid 70's in the city of Huanuni, in Bolivia, by the 3 Zabala brothers, being one of first half men and women bands in the country. They released 3 EPs by the local Heriba label.

Here is the last record, 'Gente Pobre' (Poor People, in English), composed of 3 short songs, being the first of the A side to mix psychedelic and Latin rock in a very interesting and dynamic way, highlighting the 60's style Farfisa keyboard, guitar and male vocal , closing with the ballad "Se Que No Soy Para Ti", the only one sung by keyboardist Sara. All lyrics are in Spanish. Recommended for South American rock fans.


Músicos:
Absalón Zabala (guitarra, vocal)
Noemí Zabala (baixo)
Sara Zabala (teclado, vocal)
Moisés Rivera (bateria)

Faixas:
01 Gente Pobre
02 Se Que No Vendras
03 Se Que No Soy Para Ti

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

PROG FOLK - LA FUENTE - Same - 1981


Artista / Banda: La Fuente
Álbum: La Fuente
Ano: 1981
Gênero: Prog Folk / Andean Rock
País: Argentina

Comentário: Grupo oriundo de Buenos Aires, capital argentina, idealizado em 1978 a partir dos amigos 'Coco' e 'Uki'. Lançaram dois álbuns de forma independente no início da década seguinte, além de compor para grandes peças teatrais na época, que o próprio conjunto acompanhava, ganhando notoriedade na época. Apesar do fim em 83, ainda se reúnem esporadicamente para shows no país.
O debut é dividido em 9 faixas que resgatam muito da 'Nueva canción latinoamericana' e rock andino, estilos promissores nos anos 70 em nomes como El Polen e Los Jaivas, mesclando de forma primorosa a música folk e arranjos mais complexos e modernos, beirando contornos do rock progressivo. O lirismo é enfoque da obra, com genialidade e beleza ímpar nas harmonias, tratando de misticismos, ancestralidade e natureza (letras em espanhol). O instrumental é toda acústico e riquíssimo, havendo diversidade de instrumentos de cordas, percussão e sopro típicos da música tradicional sul-americana.
Apesar de quase nenhum momento ruim, "Réquiem a La Civilización Incaica" se sobressai como uma das grandes (e infelizmente desconhecida) composições do cancioneiro latino. Audição obrigatória para fãs de prog e folk andino.

Group originated from Buenos Aires, Argentine capital, idealized in 1978 from the friends 'Coco' and 'Uki'. They released two private albums at the beginning of the next decade, as well as composing for major theatrical pieces at the time, gaining notoriety at the time. Despite the end in '83, they still meet sporadically for shows in the country.
The debut is divided into 9 tracks that recover a lot of 'Nueva canción latinoamericana' and Andean rock, promising styles in the 70s in names like El Polen and Los Jaivas, blending andean folk music with more complex and modern arrangements, close to progressive rock. Lyricism is a focus of the work, with genius and unique beauty in the harmonies, treating about mysticisms, ancestry and nature (Spanish lyrics). The instruments are all acoustic and with a great diversity of string, percussion and blowinstruments typical of South American music.
Despite hardly any bad moments, "Requiem a la Civilización Incaica" stands out as one of the great (and unfortunately unknown) compositions of the Latin.


Músicos:
Gualberto Elio Romero 'Coco' (violão, baixo, harmônica, vocal)
Armando Federico Tolosa 'Uki' (violão, cavaquinho, violão de 12 cuerdas, vocal)
Andrés Grimsditch (flautas, piano, bandolim, violão, vocal)
Ricardo Brun (conga, bongo, bateria, tabla, glockenspiel)
+
Rosendo Martínez (zamponha, quena)
Julio Díaz (charango)
Daniel Oíl (harmônio)
Daniel Melingo (clarinete)
Horacio Wainhaus (violoncelo)

Faixas:
01 Oh, Amigos Quiero Estar Con Ustedes 3:31
02 Dame Algo De Tu Polen 5:12
03 Canto Al Cielo 5:03
04 Mundos Paralelos 4:05
05 Que Viva Nuestra Esperanza 4:13
06 La Floresta de Tijuca 3:10
07 De Este Valle Viejo 5:10
08 Réquiem a La Civilización Incaica 8:15
09 La Verdad Siempre Vive Escondida (Huaynito) 5:12

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

SOFT PSYCH - PARAMOUR - Same - 1973


Artista / Banda: Paramour
Álbum: Paramour
Ano: 1973
Gênero: Soft Psych
País: Indonésia

Comentário: Pérola formada no final dos anos 60 a partir de ex-membros de outros grupos locais e que também forneceu músicos para surgimento de novas bandas, como Koes Plus, Ariesta Birawa e The Rollies. Lançaram dois álbuns no começo da década seguinte pelo selo local Mesimi, hoje raridades.
O debut homônimo é dividido em 12 curtas faixas que transitam entre a psicodelia, pitadas de hard rock e várias baladas soft/pop, como era costumeiro no rock feito no país na época. O órgão elétrico retrô a la anos 60 guia o instrumental, presente em quase todos os momentos, encontrando seus melhores pontos junto de solos de guitarra, apesar desta ser coadjuvante. As letras são todas em língua local e sendo a maioria românticas.

Formed in the late 60's from former members of other local groups and it also provided musicians for the emergence of new bands such as Koes Plus, Ariesta Birawa and The Rollies. They released two albums at the beginning of the following decade by local label Mesimi.

The self-titled debut is divided into 12 short tracks that move between psychedelia, hard rock and various soft / pop ballads, as was customary in rock made in the country at the time. The electric organ back to the 60's guide the instrumental, present in almost every moment, finding its best points next to guitar solos, despite this being a supporting. The lyrics are all in local language and being mostly romantic.

Músicos:
Tonny Heriadi (baixo)
Dadan (bateria, vocal)
Polly. W. (guitarra, vocal)
Djadjat K. Dinata (vocal)
Daniel P.S. (órgão, piano, saxofone)

Faixas:
01 Diperantauan
02 Jalan Hidupku
03 Disimpang Jalan
04 Jeritan Hati
05 Perpisahan
06 Sebatang Kara
07 Duri Penghalang
08 Hanya Mimpi
09 Kr. Akhir Panantian
10 Tiada Kusangka
11 Tiada Kasih Bersemi
12 Berlari Gembira

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

AFROBEAT - LE KÉNÉ-STAR DE SIKASSO - Hodi Hu Yenyan - 1977


Artista / Banda: Le Kéné-Star De Sikasso
Álbum: Hodi Hu Yenyan
Ano: 1977
Gênero: Afrobeat / Afro-Jazz / Mande Music
País: Mali

Comentário: Pérola formada na região de Sicasso, no Mali, sob o nome 'Orchestre Régional De Sikasso', lançando um álbum com este nome em 1970 e outro em 1977 (já como Le Kéné-Star), com a criação do selo 'Mali Kunkan', primeiro do país. Houve relançamento em 2014 em CD e LP na Holanda, novamente com edição limitadas.
Esta é mais uma daquelas 'jóias' vindas do oeste africano, um berço de sons e misturas efervescentes na época. Temos aqui um caldeirão que mescla estilos tradicionais, principalmente a Mande Music, com ocidentais, entre eles funk, jazz e rock, refletido no instrumental rico e diverso, destacando-se guitarra, órgão elétrico, intensa seção de metais e percussão endiabrada. As letras são todas em língua local, intercaladas por longos jams e geralmente cantada em coral (além de um engraçado possível 'diálogo' entre um cantor e outro que imita uma voz feminina ao longo dos hipnóticos 21 minutos de 'Lala').
Excelente e sólido registro e recomendado para qualquer interessado por música africana.

It was first led by drummer Baba Barry, before guitar player Madou ‘Guitare’ Sangaré took over when the orchestra changed its name to Kéné Star de Sikasso, and left behind the old 'Orchestre Régional' moniker as the decade rolled on. Under the Kéné Star de Sikasso’s name, the band released one LP in 1977 on the fabled Mali Kunkan collection. 
Opening this record, Hodi Yu Yenyan is the Kéné Star flagship song, with the electric organ and the guitars twirling together. Sung in senufo by François Ballo, it served to introduce the band’s musical aesthetics while extoling the virtues of the senufo culture, a language seldom recorded in Malian popular music of that time. The natural strength and wellness of this region is displayed on the second number, Kenedougou Fanga, sung by the band’s three singers. One of Mali’s most beautiful songs from the decade, Fitiriwale saw them again teaming up for an exercise in mellowness. Madou’s guitar swirls effortlessly around the melody, backed up by some droning electric organ. This song talks about weddings, with the lyrics "nowadays marriage doesn’t mean anything", advising that one has to look for a strong wedding and not for trivial pursuits. Hypnotic and intense, another moral fable takes up the whole of side B.

Orchestre Régional De Sikasso
Músicos:
François Ballo
Cheick Sabibou Diabaté
Mamadou Diakité
Mamadou Touré
Djely Moussa Kouyaté
Abdoulaye Diabate (vocal)
?

Faixas:
01 Hodi Hu Yenyan 5:34
02 Kenedugu Fanga 7:19
03 Fitiriwale 6:39
04 Lala 21:27

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

PSYCH / PROG / HARD ROCK - BEGGARS FARM - The Depth of a Dream - 1984


Artista: / Banda: Beggars Farm
Álbum: The Depth of a Dream
Ano: 1984
Gênero: Psychedelic / Progressive / Hard Rock
 País: Inglaterra

Comentário: Formado na Ilha de Wight, sul da Inglaterra, este foi um power trio 'perdido no tempo' e que lançou um raríssimo LP independente, antes de mudar seu nome para Sweet Tooth, já com outros membros. Nos anos 90 voltaram ao antigo nome e lançaram outro disco, porém as informações sobre eles são escassas e os álbuns são impossíveis de achar.
Nesta versão relançada em CD que disponibilizo aqui há 12 faixas curtas (3 bônus em relação a primeira prensagem), possuindo feeling setentista raramente encontrada em bandas de décadas posteriores, bebendo da fonte ácida / psicodélica, além de pinceladas de hard e prog. Pode ser facilmente confundido com alguma obscuridade surgida entre 68-72, caso o ouvinte não saiba a data do lançamento. O instrumental é composto por guitarra distorcida em parceria do violão, bateria, baixo pulsante e até raras passagens de órgão e flauta, variando entre momentos viajantes e enraivecidos, sempre em composições intrigantes e raras músicas 'fracas'.
Excelente e sólida raridade 'revival' dos anos 60/70, altamente recomendado!

Beggars Farm was formed on the Isle of Wight, south of England, as a power trio and released a very rare private LP before changing its name to Sweet Tooth with new members. In the 90's they came back to the old name and released another album, however the information about them is scarce and the albums are impossible to find.
In this version reissued in CD that I make available here there are 12 short tracks (3 bonuses in relation to the first press), with strong 70's feeling, rarely found in bands of later decades, clearly influenced by acid / psychedelic and touches of hard and prog. It can easily be mistaken with some obscurity between 68-72 if the listener does not know the release date. The instrumental is composed of heavy distorted guitar, acoustic guitar, drums, pulsating bass and even rare organ and flute passages, varying between trippy and raw moments, always in intriguing compositions and almost no weak songs. Highly recommended!


Músicos:
Alge Philps (baixo, vocal)
Phil Ledicott (guitarra, violão)
Pete Moul (bateria)

Faixas:
01 Dreaming
02 Chiron The Centaur And The Seven Stars
03 Magic Garden
04 Dragonfly
05 Drifting
06 Hazy Skies
07 The Piper Of Dreams
08 Magic Forest
09 The Wizard And The Unicorn
10 Dancing Free
11 Drifting Again
12 The Depth Of A Dream

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

PSYCH FOLK - KABOUTER CHISMUS - Same - 1970


Artista / Banda: Kabouter Chismus
Álbum: Kabouter Chismus
Ano: 1970
Gênero: Psych Folk
País: Holanda

Comentário: Este foi um projeto de curta duração do compositor e cantor Nico Denhoorn, realizado na capital Amsterdã em 1970,  representando uma comunidade hippie local e que resultou em um raro LP independente lançado no mesmo ano. Nico lançou outros 2 álbuns solo e depois tornou-se escritor. 
Neste homônimo, estão presentes 14 curtas faixas de folk, variando entre atmosfera de baladas / pop até psicodelia lisérgica. O conteúdo lírico é o principal enfoque da obra, com letras de protesto e em defesa ao ambientalismo, sendo algumas músicas em inglês e outras em holandês. Os vocais são masculinos e femininos, acompanhados por arranjos instrumentais acústicos e simples, predominando violão, flauta e piano, além de raras intervenções da guitarra e órgão elétricos.
Uma boa opção para admiradores de acid folk dos anos 60, apesar de nada essencial.

This was a short-lived project by composer and singer Nico Denhoorn, born in Amsterdam, representing a local hippie community, that resulted in a rare private LP released in 1970. Nico released two other solo albums and then became a writer.
In the self-titled, there are 14 short folk tracks, varying from ballads /pop to lysergic psychedelic atmosphere. The lyrical content is the main focus of the album, with lyrics of protest and in defense of environmentalism, with some songs sung in English and others in Dutch. The vocals are masculine and feminine, accompanied by acoustic and simple instrumental arrangements, predominating guitar, flute and piano, as well as rare electric guitar and organ interventions.
A good choice for fans of acid folk from the 60's, although nothing essential.


Músicos:
Benny Ludemann (flauta, violão, guitarra)
Minneke Walstra (vocal)
Nico Denhoorn (vocal)

Faixas:
01 Ze Zeggen 2:17
02 Water Song 2:30
03 Amsterdam-Kabouterstad 2:00
04 Bobby Dylan (Intermezzo) 1:03
05 Opzeg-Liedje (Voor Kleine Kabouters) 1:51
06 Love To Hobit 2:58
07 Mag Dat Nou In Diensttijd 2:46
08 Road To Nowhere 2:21
09 Autoriteit 2:40
10 Make A Choice (Intermezzo) 1:07
11 We Kunnen Niet Buiten Elkaar 3:55
12 Amsterdam, Where It All Begins 2:02
13 Mrs. Sun 3:19
14 Kabouter Kantate 2:24